Assim diz o Senhor:

A ti, pois, ó filho do homem, eu te constituí por Atalaia sobre a casa de Israel;
portanto ouve da minha boca a palavra, e da minha parte dá-lhes aviso.
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terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

BASE DO CRISTIANISMO - PALAVRA DE DEUS

Palavra de Deus

Deus quer se comunicar com a humanidade, e desde a criação do mundo, Deus tem se revelado ao homem. Veja:



 

Desde que Deus criou o mundo, as suas qualidades invisíveis, isto é, o seu poder eterno e a sua natureza divina, têm sido vistas claramente. Os seres humanos podem ver tudo isso nas coisas que Deus tem feito [...] Romanos 1:20

Além disso, Deus nos deixou a Bíblia (sua Palavra) como uma revelação mais específica do que Ele deseja de nós. Através da Bíblia, nós podemos conhece-lo.

Mas de onde vem a Bíblia? Qual a melhor maneira de ler a Bíblia? Isto é o que veremos nesta seção.

De onde vem a Bíblia?

A Bíblia é como uma biblioteca, porque na realidade é uma coletânea de livros que foram escritos durante muitos séculos e que foram gradualmente compilados em conjuntos.

É provável que a primeira “coletânea” tenha sido composta pelos primeiros cinco livros da Bíblia (normalmente chamada “Torá”, a palavra hebraica para a Lei de Deus).  Você também pode se referir aos primeiros cinco livros da Bíblia como o “Pentateuco”, do grego, “os cinco rolos”. Com o passar do tempo, outros livros foram adicionados na Bíblia. 

O Antigo Testamento terminou de ser escrito cerca de quatro séculos antes de Jesus. Só algumas décadas depois do Seu ministério é que os livros do Novo Testamento foram escritos e reconhecidos pelos cristãos. No entanto, o fato mais importante da Bíblia é que Deus inspirou e dirigiu a escrita de seus diversos autores, e a mensagem continua preservada até os dias de hoje. 

A Bíblia não é apenas um outro livro antigo de sabedoria humana. Ela é a Palavra de Deus que nos foi dada para nos dizer como podemos conhecer a Deus. A Bíblia diz: 

Pois nunca uma profecia veio por iniciativa humana, mas porque certos homens, conduzidos pelo Espírito Santo, falaram da parte de Deus. - 2 Pedro 1:21

Deus guiou cada um dos escritores para escreverem os vários livros da Bíblia, e através destas escrituras nós temos a possibilidade de nos capacitar para toda boa obra, conforme diz o versículo baixo:

 Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra. - 2 Timóteo 3:16-17

Qual é o papel que a Bíblia tem na sua vida? Deus quer falar com você em cada página da Bíblia; você sabia? Ele quer que você o conheça através de Jesus Cristo, a pessoa central da Bíblia.

Ler a Bíblia

A Bíblia é tão imensa, que até o maior estudioso nunca vai esgotar as suas riquezas. Mas a Bíblia não foi escrita apenas para pregadores ou estudiosos! Deus quer falar com você através da Sua Palavra, não importa quem você é. A Bíblia pode mudar sua vida! Mesmo que você não compreenda tudo o que está na Bíblia, você pode compreender as coisas mais importantes. 

Ainda hoje, muitas pessoas continuam com as suas Bíblias fechadas. Uma das razões de isso acontecer é que elas não compreendem o quanto precisam dela. Por exemplo, se eu te sugerir deixar comer por alguns meses, você deixaria de comer? Claro que não, e com toda a razão! Nós precisamos comer para sobreviver. Sem comer, nós ficamos cada vez mais fracos, até que um dia, morremos.

Alimentação fundamental

Ainda assim, muitos cristãos estão espiritualmente fracos e com fome, porque ignoram a “comida” espiritual que Deus nos providenciou através da Bíblia. A Bíblia não é uma opção, é uma necessidade. Sem ela não há crescimento e fortalecimento espiritual. Veja o exemplo de Jó: 

Dei mais valor às palavras da sua boca, do que ao meu pão de cada dia. - Jó 23:12

A Bíblia tem esta importância para você?  Você pretende se alimentar diariamente na Bíblia?

 

FONTE conhecendodeus.org

 

 

 

quinta-feira, 25 de abril de 2019

As 3 causas das provações

O que causa as provações ou tribulações


Tiago 4.7 Sujeitai-vos, pois, a Deus; mas resisti ao Diabo, e ele fugirá de vós.

👉 Tratamento de Deus

Salmos 12.6 As palavras do Senhor são palavras puras, como prata refinada numa fornalha de barro,
purificada sete vezes.;
Salmos 105.18 feriram-lhe os pés com grilhões; puseram-no a ferro,
19 até o tempo em que a sua palavra se cumpriu; a palavra do Senhor o provou.
20 O rei mandou, e fez soltá-lo; o governador dos povos o libertou.
21 Fê-lo senhor da sua casa, e governador de toda a sua fazenda

👉 Problema auto induzido

 lei da semeadura

Galatas 6. 7 Não vos enganeis; Deus não se deixa escarnecer; pois tudo o que o homem semear, isso
também ceifará.
8 Porque quem semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas quem semeia no
Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna. 

👉 Ataque de Satanás - 

Efesios6.10 Finalmente, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder.

11 Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes permanecer firmes contra as
ciladas do Diabo;
12 pois não é contra carne e sangue que temos que lutar, mas sim contra os principados,
contra as potestades, conta os príncipes do mundo destas trevas, contra as hostes espirituais
da iniqüidade nas regiões celestes.
13 Portanto tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo
feito tudo, permanecer firmes.

2Tim 2.9-13
9 pelo qual sofro a ponto de ser preso como malfeitor; mas a palavra de Deus não está presa.
10 Por isso, tudo suporto por amor dos eleitos, para que também eles alcancem a salvação
que há em Cristo Jesus com glória eterna.
11 Fiel é esta palavra: Se, pois, já morremos com ele, também com ele viveremos;
12 se perseveramos, com ele também reinaremos; se o negarmos, também ele nos negará;
13 se somos infiéis, ele permanece fiel; porque não pode negar-se a si mesmo.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

O Senhor do Sábado

Hebreus 8:6
*...Mas agora alcançou ele ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de uma melhor aliança que está confirmada em melhores promessas...*

Os Adventistas defendem que a Lei do Velho Pacto ainda deve ser observada.

- Faz-se, aqui, necessário uma explicação sobre o nosso novo concerto e a mudança da Lei. Foi o próprio Cristo que instituiu a nova aliança (Mt 26.28) trazendo assim uma nova concepção da vida espiritual que Deus quer que tenhamos. Isso foi tão profundo que os judeus não entenderam e nem aceitaram. A lei dizia: “olho por olho, e dente por dente”. Jesus disse: “não resistais ao mal; mas se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra” (Mt 5.38-39). Quanto ao Sábado, a Lei dizia que deveria ser guardado e santificado (Ex.20.8), mas no novo pacto isso muda e o que tem que ser guardado e santificado é o povo de Deus, não só em um dia da semana, mas nos sete. Isso é pelo fato do Sábado ser feito para o homem e não o homem para ser escravo do Sábado (Mc 2.27-28). Todos os dias para os cristãos têm que ser santo, pois em qualquer um desses dias Jesus pode voltar (Mc 13.32). A nova concepção do Sábado é muito mais profunda do que qualquer sabatista possa querer explicar, pois muitas são as mudanças na visão dessa lei da guarda do Sábado. Em Hebreus (capítulo 4) Jesus é o próprio Sábado e é claro que o Senhor reina em todos os dias. Para a Igreja o Sábado tornou-se todos os dias. É lastimável que os Adventistas consagrem apenas um dia para o Senhor, pois a Igreja de Cristo consagra todos os dias para o seu Salvador.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Principios da felicidade mateus 5 verso 3


Dinheiro não traz felicidade?

Jesus quer que sejamos pobres?
Bem aventurado os pobres de espírito, deles é o reino do céu. Mt 5.3
Jesus exaltou a pobreza de espírito não a financeira.
O que é ser pobre? É ter fome, é ter sede, é precisar dos outrosa pra sobreviver, isso é pobreza.
Mas jesus disse pobres de espírito!!!
Ter fome no espírito, é precisar beber no espírito é depender de alguém no espírito.
Você pode ter tudo material, mas nunca pode estar completo espiritualmente, tem que estar sempre faminto sempre querendo mais no espírito, mais do alimento que vem do céu.
É Isso que jesus diz que traz felicidade.
Ser dependente de Deus, da sua palavra, do seu Espírito
Enquanto você estiver buscando mais e mais no espírito o reio do céu é pra você, e você é mais que feliz

As bem aventuranças nos ensinam princípios para felicidade, e vou estar passando um por um aqui nesse grupo https://chat.whatsapp.com/26OZLVDB2UVKtzjZjCxNTy
 
Se você quiser aprender entre nesse grupo e seja edificado.
 
Veja também através do YouTube https://youtu.be/MIanvPxLesg
São princípios da felicidade ensinados por Jesus. Tirados do livro do pastor Tiago Brunet "o que é a felicidade"
Pr. Isael
Igreja El Betel Renovada
Amém, Deus abençoe

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Princípios da Felicidade segundo Jesus

O que é Felicidade segundo Jesus?


Bom dia e paz do Senhor Jesus.

Todos buscamos a felicidade em tudo que fazemos e vivemos.
Buscamos a felicidade financeira, familiar, na casamento, na igreja, nos amigos, etc.
A felicidade está baseada em estabilidade e segurança emocional, física e espiritual.
Jesus ensinou princípios para sermos felizes no seu sermão mais importante, o sermão do monte, sermão esse considerado a constituição do cristão, que se encontra no livro de Mateus capítulo 5 e 6.
As bem aventuranças nos ensinam princípios para felicidade, e vou estar passando um por um aqui nesse grupo https://chat.whatsapp.com/26OZLVDB2UVKtzjZjCxNTy
Se você quiser aprender entre nesse grupo e seja edificado.
Veja também através do YouTube https://youtu.be/MIanvPxLesg

São princípios da felicidade ensinados por Jesus. Tirados do livro do pastor Tiago Brunet "o que é a felicidade"

Pr. Isael
Igreja El Betel Renovada
Amém, Deus abençoe

terça-feira, 6 de novembro de 2018

sinais do fim israel

Israel: o Maior Sinal do Fim dos Tempos

Arno Froese
Apesar dos surpreendentes e espantosos acontecimentos experimentados nestes dias, o maior de todos os sinais do fim dos tempos - e, contudo, o menos enfatizado - é o retorno do povo judeu à Terra Prometida e a fundação do Estado de Israel.


O testemunho de Charles Spurgeon

É necessário olharmos mais meticulosamente para o restabelecimento dessa nação à luz das profecias.
No decorrer do tempo, foi pequeno o número de servos do Senhor que O seguiram de todo o coração e aos quais foi dada a capacidade de reconhecer os acontecimentos futuros.
Charles Spurgeon foi uma dessas pessoas. Antes de Israel voltar a tornar-se uma nação, quando aparentemente era impossível que os judeus retornassem para a Terra Prometida, Spurgeon ensinou que isso aconteceria, exatamente como se lê em Ezequiel 36 e 37:
O significado desse texto bíblico, conforme o contexto revela, é muito evidente. Diante do significado dessas passagens, haverá primeiro uma restauração política dos judeus em sua própria terra e um retorno à sua própria identidade nacional. Em segundo lugar, existe no texto e em seu contexto uma declaração muito clara de que haverá uma restauração espiritual, uma real conversão das tribos de Israel ao Senhor.
Eles haverão de gozar de uma prosperidade nacional que os tornará famosos; mais ainda, serão tão gloriosos que Egito, Tiro, Grécia e Roma esquecerão sua própria glória à luz do grande esplendor do trono de Davi. Se as palavras têm significado real, este deve ser o sentido desse capítulo.
Eu jamais quero aprender a arte de distorcer o significado que Deus atribuiu às Suas próprias palavras. Se a Bíblia diz algo de maneira clara e cristalina, então é isso mesmo que devemos entender. O sentido literal e o significado dessa passagem - que não podem ser negados nem espiritualizados -, deixam claro para nós que tanto as duas quanto as dez tribos de Israel serão restauradas em sua própria terra, e que um rei governará sobre elas.

O anelo de Israel pela paz

Analisemos o desenvolvimento progressivo que está acontecendo e que conduzirá Israel a uma união com a "nova ordem mundial" dominada pela Europa. Apesar dos constantes conflitos, vemos Israel procurando a paz com seus inimigos, não por terem adotado uma nova filosofia que os faz amar uns aos outros, mas pelo anseio por uma paz negociada.
Muitos em Israel estão fascinados com a possibilidade de viver em paz com seus vizinhos árabes. Eles acham que essa paz realmente poderá ser alcançada. Mas a Bíblia diz:"Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão" (1 Ts 5.3).

Israel: o objeto da profecia

Fazemos bem em compreender que os sinais do final dos tempos dados pelo Senhor são especificamente direcionados a Israel. Quando Jesus explicou os eventos dos tempos finais a Seus discípulos juntamente com os sinais que aconteceriam antes de Sua volta, Ele endereçou essas palavras ao povo de Israel.
Temos duas características muito claras mencionadas em Mateus 24, que identificam esse povo:
1. "Então, os que estiverem na Judéia fujam para os montes" (v. 16). Isto é uma referência geográfica, e não diz respeito à Igreja de Jesus Cristo. Se vivemos nos Estados Unidos, no Canadá, na Europa, ou em outras partes do mundo, não somos conclamados a fugir para as montanhas da Judéia, pois as palavras foram dirigidas aos "que estiverem na Judéia".
2. Além disso, Jesus está mencionando um motivo de oração: "Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado" (Mt 24.20). O sábado foi dado apenas aos judeus. Lemos nas Sagradas Escrituras, com relação ao sábado: "Tu, pois, falarás aos filhos de Israel e lhes dirás: Certamente, guardareis os meus sábados; pois é sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o SENHOR, que vos santifica" (Êx 31.13).Portanto, Israel é o grande sinal dos tempos do fim para os gentios e para a Igreja!

O antigo pecado de Israel

Quais os objetivos de Israel para o futuro? Hoje a nação de Israel está sendo confrontada com seu antigo pecado, com o pecado que cometeu como nação. Há quase 3500 anos o povo de Israel já estava na Terra Prometida. Deus havia cumprido tudo o que prometera a eles com relação à entrada na terra, mas Israel recusou-se a ser o povo escolhido por Deus, negou-se a ser uma nação singular e diferente, e deixou de fazer Sua vontade.
Deus identificou a razão mais profunda dessa rejeição ao dizer que o povo de Israel simplesmente não queria que Deus o governasse. Eles rejeitaram abertamente as palavras de Deus ditas através de Moisés: "Porque sois povo santo ao SENHOR, vosso Deus, e o SENHOR vos escolheu de todos os povos que há sobre a face da terra, para lhe serdes seu povo próprio" (Dt 14.2). Que promessa tremenda! Israel deveria estar acima "...de todos os povos que há sobre a face da terra".
Através da História sabemos que muitas nações têm procurado sobrepor-se a todas as outras nações. Hoje isso é muito evidente nos Estados Unidos. Os americanos consideram que os EUA são uma nação especial. A maioria dos americanos reivindica que os Estados Unidos são a maior nação da história do mundo. Muitas nações antes deles cometeram o mesmo pecado, mas a poeira de suas ruínas testemunha contra elas.

Uma nação santa de cristãos

Quem somos nós cristãos? A resposta está em 1 Pedro 2.9: "Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz".Nós, a Igreja de Jesus Cristo, também somos um povo eleito. Somos uma geração escolhida. Somos uma nação santa. Mas essa nação santa não pode ser comparada ou identificada com quaisquer nações políticas, como os Estados Unidos, o Canadá, a França, a Inglaterra, a China ou outra nação do mundo. Essa nação santa habita entre as nações do mundo, e cada membro dessa nação santa é conhecido pessoalmente pelo próprio Senhor.
Tudo indica que essa nação santa está prestes a se completar, e quando isso acontecer, quando o último dos gentios for agregado à Igreja, seremos arrebatados pelo nosso Senhor, para estarmos em Sua presença por toda a eternidade!

O clamor de Israel por um rei

O anseio rebelde de Israel em tempos antigos, ao pedir um rei ao profeta Samuel para ser "como as outras nações" (veja 1 Sm 8.5-7), não desapareceu simplesmente. Ao contrário, ele atingiu seu clímax 1000 anos mais tarde. Em João 19.15 está escrito: "...Não temos rei, senão César!" Todo o peso da afirmação dos antepassados, refletindo o desejo de serem parte da família das nações, de serem como qualquer outro povo, atingiu, então, a realização: "...Não temos rei, senão César!" Israel ainda será confrontado com essa afirmação quando as nações da terra se ajuntarem para batalhar contra Jerusalém!

Os passos de Israel rumo à paz

Parece que a única solução em relação à Terra Santa é seguir o rumo de uma paz negociada. Apesar dos confrontos com os palestinos, finalmente não restará outra alternativa. A possibilidade do aumento de comércio através das fronteiras dos países é muito tentadora, e não há dúvida de que a economia de Israel continuará a crescer fortemente.
Essas expectativas positivas jamais mudarão a Palavra Profética. Jesus disse: "Eu vim em nome de meu Pai, e não me recebeis; se outro vier em seu próprio nome, certamente, o recebereis" (Jo 5.43). Israel está a caminho de se tornar parte integrante do último império gentílico do mundo e aceitará o anticristo.
Apenas quando compreendemos esses acontecimentos pelo prisma espiritual, podemos começar a entender o que está ocorrendo no mundo político, econômico e religioso. Com isso em mente, iremos compreender melhor o desenrolar dos eventos políticos no mundo de hoje. Se não tivermos conhecimento dos resultados finais, poderemos ser facilmente levados pelo entusiasmo da falsa paz que será anunciada.

O anticristo: o mestre do engano

Quando a Palavra de Deus identifica a obra do anticristo, lemos em 2 Tessalonicenses 2.7-11: "Com efeito, o mistério da iniqüidade já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém; então, será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e o destruirá pela manifestação de sua vinda. Ora, o aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira, e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos. É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira".
Esse texto bíblico deixa dois pontos bastante claros: primeiro, a obra do anticristo será bem-sucedida através do engano e, segundo, a rejeição à oferta do amor de Deus (Jo 3.16) é o motivo pelo qual as pessoas crerão numa mentira.
Por essa razão, mais do que nunca devemos gravar em nossas mentes e em nossos corações aquilo que o Senhor Jesus ensinou a Seus discípulos: "É como um homem que, ausentando-se do país, deixa a sua casa, dá autoridade aos seus servos, a cada um a sua obrigação, e ao porteiro ordena que vigie. Vigiai, pois, porque não sabeis quando virá o dono da casa: se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se pela manhã; para que, vindo ele inesperadamente, não vos ache dormindo. O que, porém, vos digo, digo a todos: vigiai!" (Mc 13.34-47).

fonte: https://www.chamada.com.br/mensagens/sinal_do_fim.html

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

ESCATOLOGIA, FIM DO MUNDO, APOCALIPSE

 



ESCATOLOGIA


IGREJA PENTECOSTAL

EL-BETEL RENOVADA

















ESCATOLOGIA


OK

Escatologia Bíblica







I - DEFINIÇÃO

ESCATHOS E LOGOS, são duas palavras gregas que constitui o termo “escatologia”. A primeira palavra quer dizer “últimas coisas” a segunda “tratada ou estudo”. Em resumo, escatologia é o estudo acerca de coisas e eventos futuros profetizados na Bíblia (Ap 1.1).

 

II - A ESCATOLOGIA BÍBLICA TEM SUAS BASES:

1 - Na Revelação Divina. A Bíblia é sem dúvida a revelação da vontade de Deus à humanidade. Inicialmente, Deus escolheu a semente de Abrão, ou seja, o povo de Israel, para revelar a sua vontade. Mas tarde Deus forma um novo povo, a igreja, constituída de judeus e gentios, (Ef 2.11-19). A partir de então, a igreja é o alvo da revelação divina. Agora toda revelação aponta para o futuro e a igreja caminha neste mundo com uma esperança, pois é identificada como “peregrina e forasteira” 1 Pe 2.11. Ela existe por causa da esperança, Rm 5.2; 8.24 Ef 4.4; 1 Ts 4.13. Já o mundo pagão é o contrário, pois, se fecha dentro de um fatalismo histórico, sem expectativas, sem futuro, mas a Bíblia revela o futuro, e em toda história humana tem sido assunto de interesse constante da parte do homem, e principalmente neste século.

 

2 - No Campo da Profecia.Os textos proféticos das escrituras tem sido a principal preocupação do estudo da escatologia. Quando seguimos os princípios de interpretação, observando o seu contexto histórico e doutrinário, as verdades proféticas se tornam mais claras e definidas de modo que passamos a perceber a inerrância e infalibilidade da Bíblia. O apóstolo Pedro teve o cuidado de explicar essa questão: 2 Pe 1.19-21.   

III -QUATRO TIPOS DE ESCATOLOGIA.

Segundo nos apresenta o dicionário Teológico da (CPAD).

 

1 - Escatologia Consistente:

Termo nascido com Albert Schweitzer, segundo o qual as ações e a doutrina de Cristo tinham um caráter essencialmente escatológico. É certo que Jesus haja se preocupado em ensinar as doutrinas das últimas coisas aos seus discípulos, todavia sua preocupação básica era a salvação do ser humano. Além do mais Cristo não exagerou ou deformou seus ensinos, pois, nele cada conselho de Deus teve o seu devido lugar.

 

2 - Escatologia Idealista:

Corrente doutrinária que relaciona a escatologia bíblica às verdades infinitas. Os que defendem tal posicionamento alegam que a doutrina das últimas coisas não terá qualquer efeito prático sobre a história da humanidade. Porém eles se esquecem das profecias que já se cumpriram.

 

3 - Escatologia Individual.

Estudo das últimas coisas que fala a respeito exclusivamente do indivíduo, tratando de sua morte, estado intermediário, ressurreição e destino eterno. Neste contexto, nenhuma abordagem é feita, quer a Israel, quer a igreja.

 

4 - Escatologia Realizada.

Ponto de vista defendido por C.H. Dodd segundo o qual as previsões escatológicas das sagradas escrituras foram todas cumpridas nos tempos bíblicos. De acordo com o ensino de Dodd, já não nos resta nenhuma expectativa profética. Segundo este equivocado pensamento a segunda vinda de Cristo já foi realizada, também a grande tribulação e o julgamento final já foi “consumado. Esse ponto de vista, sem dúvida é contraditório com o genuíno ensino bíblico.    


Aula 3 - Métodos de Interpretação 

Na história da igreja não é de se admirar o surgimento de vários métodos de interpretação concernente às escrituras proféticas, eles têm contribuído para explicações e posições que obrigam os cristãos a serem mais cautelosos nesse assunto que é escatologia. As ideias mais divergentes têm sido quanto ao arrebatamento da igreja. Alguns admitem que esse evento ocorrerá antes e outros creem que se dará no meio da grande tribulação. Por isso devemos levar em considerações pelo menos dois métodos de interpretação.

 

1 - Método Alegórico ou Figurado.

Quando interpretamos uma profecia bíblica, sem atentarmos para o sentido real, figurado ou literal, negamos o seu valor histórico, dando uma interpretação de somenos importância.

Corremos o risco de anular a revelação de Deus naquela profecia. Tanto as palavras como os eventos proféticos perdem o seu real significado. Quando o sentido de uma profecia é literal e se interpreta alegoricamente, se está de fato, pervertendo o verdadeiro sentido da escritura, e na maioria dos casos, é só pretexto particular de pessoas que procuram um sentido mais profundo espiritual. Por exemplo, os que interpretam o milênio alegoricamente.

Não acreditam num milênio literal, pois acabam anulando a esperança da igreja. O apóstolo Paulo ao escrever aos crentes na Galácia, utilizou-o as figuras ilustrando o texto com fatos literais. Da antiga dispensação, mas apresentou-as como sombras de eventos futuros, Aleluia, (Gl 4.21-31).

 

2 - O Método Literal e Textual

Esse é o método gramático-histórico. Isto é: se preocupa em dá um sentido literal às palavras da profecia, interpretando-as conforme o significado ordinário, de uso normal.

Uma vez que cremos na inspiração plena das escrituras através do Espírito Santo, devemos atentar para o fato de que há textos, que tem apenas um sentido espiritual, sem que exija, obrigatoriamente, uma interpretação literal ou figurada. Ambos os métodos são válidos, mas devem ser utilizados com cuidado não pouco e muita precisão.

Temos o exemplo bíblico da apresentação de João Batista no texto de João 1.6, que diz: “Houve um homem enviado de Deus, cujo nome era João”. Notemos que o texto está falando literalmente de um homem, cujo nome, de fato era João. Os termos empregados referem-se literalmente a alguém fisicamente. Mas tarde, João Batista, ao identificar Jesus, usou uma linguagem, figurada quando diz: ”Eis aí o cordeiro de Deus”, João 1.29. Na verdade Jesus era um homem real e literal, mas João usou a forma figurada para denotar o sentido literal da pessoa de Jesus.

Aula 4 - Doutrina da Morte - parte 1 

“Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porquanto todos pecaram”. (Rm 5.12).

Os mortais sempre evitam falar, ou comentar a respeito da morte, embora o viver humano encontre na sua jornada e todos os dias é ameaçado por ela. Mesmo sem ser esse, um assunto simpático a humanidade, entendemos na perspectiva bíblica e escatológica, que a morte é a maldição divina contra o pecado e só Jesus foi capaz de cravar essa maldição no lenho da sua cruz no calvário, Aleluia 1 Co 15.54-57.

 

I -SISTEMAS FILOSÓFICOS QUE TRATAM DA MORTE.

1 - Existencialismo.

Preocupam-se com a vida, mas reconhecem a presença da morte constante na existência humana. Os seus filósofos veem a morte como o fim de uma viagem ou como um perpetuo acompanhamento do ser humano desde o berço até a sepultura. Para eles, a morte é um elemento natural da vida.

 

2 - Materialismo.

Não admitem as coisas espirituais. Par eles, tudo é matéria. Entendem que a matéria é incriada e indestrutível substância da quais todas as coisas compõem e a qual todas se reduzem. Afirmam ainda que, a geração e a corrupção das coisas obedecem a uma necessidade natural, não sobrenatural, nem ao destino, mas as leis físicas, portanto, o sentido espiritual da morte não é aceito pelos materialistas.

 

3 - Estoicismo.

Os estoicos seguem a ideia fatalista que ensina que a morte é algo natural e devemos admiti-la sem temê-la, uma vez que os homens não conseguem fugir do seu destino.

 

4 - Platonismo.

Platão que foi considerado um dos grandes filósofos grego, não conseguiu entender a real interpretação a respeito da morte, pois, ensina que a matéria é má e desprezível, só o espírito é que importa. Haja visto que a sabedoria dele não foi suficiente para ajudá-lo a livrar-se do mau comportamento moral, pois era homossexual ativo como relata o historiador romano Suetônico. (A bíblia através do século. Pr. Antônio Gilberto).

 

II -RAZÕES BÍBLICAS PARA A MORTE.  

1 - Necrológica.

A palavra nekros (no grego) quer dizer “morto” refere-se aquilo que não tem vida, seja um cadáver ou matéria inanimada. Essa palavra tem na sua raiz “nek” o sentido de “calamidade”, “infortúnio” e passou a fazer parte do vocabulário médico par indicar o estado de morte de um a pessoa, ou então par significar o processo de morte em alguma parte do corpo, devido a alguma doença.

Do ponto de vista bíblico, necrológico indica a parte física do homem, seu corpo (soma), o escritor aos Hebreus fala da separação que a morte faz entre o corpo e a parte espiritual do homem, quando ele diz: ”O como aos homens está ordenado a morrerem uma vez; vindo depois disso o juízo” (Hb 9.27). Esse texto indica que há algo que sobre vive no homem após a morte, ou seja, após a necrose do seu corpo.

 

2 - Antropológica.

Vem de antropos (vem do grego), que quer dizer “homem” para fazer diferença com os animais irracionais. É o homem criado por Deus com a capacidade de pensar, sentir, e realizar, (Gn 1.26,27 - 2.7). No âmbito na antropologia bíblica o corpo humano aparece como uma dádiva de Deus ao homem e, por isso, o corpo tem a sua própria dignidade. Do ponto de vista bíblico é dignificado pela sua razão de ser, como instrumento de serviço e glorificação do criador. Por isso, é o templo do espírito de Deus, 1 Co 3.16; 6.19. Portanto, a razão antropológica nesse sentido refere-se ao que o homem é o que pensa acerca da morte, como ele a enfrenta e o que sobrevive dele depois da morte.

 

3 -Pneumatológica.

Trata-se da parte espiritual do homem. A palavra “pneuma” refere-se ao espírito. Em primeiro lugar valorizamos o corpo físico e a sua dignidade na existência humana. Em segundo, tratamos do homem como ser racional; Em terceiro preocupam-nos em revelar o milagre da transformação do corpo físico do crente em corpo espiritual. Nossos corpos materiais e mortais serão ressuscitados em “soma pneumatikos”, Isto é “corpo espiritual”, 1 Co 15.54 - A nossa esperança é que Cristo ressuscitou primeiro e definitivamente e, assim, ele é o “primogênito dentre os mortos” Cl 1.18 - Ap 1.5 - A vitória de Cristo também foi tríplice, ele venceu a morte, o túmulo e o diabo, At 2.24.

4 - Escatológica.

Nessa parte habita a preocupação com a esperança. Qual é a esperança cristã? É a ressurreição dos nossos corpos na vinda do Senhor, a transformação dos mesmos, se estivermos vivos no arrebatamento da igreja. 1 Co 15.54.

Aula 5 - Doutrina da Morte - parte 2 

III - A BÍBLIA REJEITA FALSAS TEORIAS A RESPEITO DA MORTE ETERNA DOS ÍMPIOS.

1 - Teoria Universalista. Ensina que Deus é bom demais para excluir alguém. Jesus morreu por todos, por isso todos serão salvos. Ver Hb 12.14; At 16.31; Mt 11.12; Rm 10.9ss. A bíblia é clara quando nos apresenta a salvação em Cristo Jesus de forma condicional; se creres, atentarem, permanecer, perseverar até o fim, obedecerdes.

2 - Teoria Restauracionista. Ensina que Deus, ao final de todas as coisas, restaurará todas as coisas, e todos, enfim, serão salvos. A bíblia diz: Jo 5.29; Mt 25.45,46; Ap 20.5.



3 - Teoria do purgatório. Ensina que, quando uma pessoa morre neste mundo, tem a oportunidade de recuperação num período probatório. Nesse período, a culpa dos seus pecados cometidos poderá ser aliviada enquanto aquele pecador paga por seus pecados, tendo, ainda, a ajuda da oração pelos mortos da parte dos amigos e parentes. A bíblia refuta, Lc 23:43,44; João 14.6, ainda Lc 16.ss. 1 Tm 2.5.

4 - Teoria da Aniquilação. Essa por sua vez, destaca a expressão “eterna perdição”, e a traduzem por “eterna extinção”. Seus adeptos costumam basear-se em 2 Ts 1.8,9. Vejamos a palavra “extinguir” no lugar de “aniquilar” dá uma ideia que contraria a doutrina do castigo eterno como ensinada na bíblia Mt 25.41... De fato, o sentido real da expressão é de banimento da presença de Deus, e não de extinção, como a folha de papel se extingue no fogo.

5 - A Bíblia Define a Morte.

 O sentido literal e metafórico da palavra morte.

a - Separação. No grego a palavra morte é thanatos que quer dizer separação. A morte separa as partes materiais e imateriais do ser humano. A matéria volta ao pó e a parte imaterial separa-se e vai ao mundo dos mortos, sheol - hades, onde jaz no estado intermediário entre a morte e a ressurreição, Mt 10.28; Lc 12.4 Ec 12.7 Gn 2.7.

b - Saída ou partida. A morte física é como a saída de um lugar para outro, Lc 9.31; 1 Pe 1.14-19.

c - Cessação. Cessa a existência da vida animal, física, Mt 2.20.

d - Rompimento. Ela rompe as relações naturais da vida material. Não há como relacionar-se com as pessoas depois que morrem. A ideia de comunicação que já morreram não passa de uma fraude diabólica.

e - Distinção. Ela distingue o temporal do eterno na vida humana. Toda criatura humana não pode fugir do seu destino eterno: Salvação ou perdição, Mt 10.28, Qual será a opção?

 

IV -O SENTIDO BÍBLICO E DOUTRINÁRIO DA MORTE.

1- A morte como o salário do pecado (Rm 6.23).

Há muitos anos atrás o império romano pagava os seus soldados com sal. O documento que permitia a retirada de uma determinada quantidade de sal dos estoques imperiais tinha o nome latino de “salarium”, o que gerou a palavra “salário”, em português. Desde o dia de Roma até hoje, quando nos referimos a um trabalhador que não cumpre os seus deveres de modo adequado, dizemos que “ele não vale o salário que recebe”. Na referência mencionada acima, o apóstolo Paulo usando uma linguagem figurada, apresenta o pecado como um cruel feitor de escravos que dar a morte como pagamento. Como pagamento, a morte não aniquila o pecador. Quando morre, o pecador está ceifando na forma de corrupção aquilo que plantou na forma de pecado, Gl 6.7,8 / 2 Co 5.10.Portanto a morte física é o primeiro efeito externo e visível da ação do pecado. Gn 2.17; 1 Co 15.21; Tg 1.15.

2 - A morte é sinal e fruto do pecado.

O homem vive inevitavelmente dentro da esfera da morte e não pode fugir da condenação. Somente quem tem a Cristo e o aceitou está fora dessa esfera. Tiago o apóstolo do Senhor, nos mostra a relação entre o pecado e declara que o pecado frutifica e gera a morte, Tg 1.14-15.

3 - No calvário Cristo venceu a morte.

Cristo conforme a sua palavra e ação na cruz do calvário é a resposta evidente e independente de quaisquer ideias filosóficas a respeito da morte. Ele é sem dúvida a única solução para o problema do pecado e a crueldade da morte, Rm 5.17 - Aleluia!

4 - Tipos distintos de morte.

a - Morte Física.

O texto que melhor elucida esta morte é II Sm 14.14, o que acontece com o corpo morto quando é sepultado? Depois de alguns dias terá se desfeito e esvaído como águas derramadas na terra. É isso que a morte física acarreta literalmente.

b - Morte Espiritual.

Este tipo tem duplo sentido na perspectiva bíblica: negativo e positivo. No sentido negativo, a morte pode ser identificada pela expressão bíblica “morte no pecado”. É um estado de separação da comunhão com Deus. Significa está debaixo do pecado, sob o seu domínio.

Ef 2.1-5. O seu efeito é presente e futuro. No presente, refere-se a uma condição temporal de quem está separado da vida de Deus Ef 4.18. No futuro, refere-se ao estado de eterna separação de Deus, o que acontecerá no juízo final Mt 25.46. Já no sentido positivo, é a morte espiritual experimentada pelo crente em relação ao mundo.  Isto é: a sua pena do pecado foi cancelada, e agora vive livre do domínio do pecado Rm 6.14. Quanto ao futuro, o cristão autêntico terá a vida eterna. Ou seja; A redenção do corpo do pecado Ap 21.27; 22.15.

c - Morte Eterna.

É conhecida na bíblia como a segunda morte, porque a primeira é física Ap 2.11 - identificada como punição do pecado, assunto já anteriormente argumentado Rm 6.23 - também denominada de castigo eterno é a eterna separação do homem da presença de Deus, nesse a bíblia afirma que fica impossibilitado o arrependimento e o perdão Mt 25.46. Os ímpios, depois de julgados, receberão a punição da rejeição que fizeram a graça de Deus e, serão lançados no geena (lago de fogo) Ap 20.14-15; Mt 5.22,29-30; 23.14-15,33. Restringe-se a penas aos ímpios, At 24.15. As falsas teorias que já citamos anteriormente rejeitam esse ensino real da bíblia

 

A Morte é Para o Cristão: A porta que se abre para o céu de glória. Quando o cristão morre, ele descansa, dorme 2 Ts 1.7. Além de tudo a morte significa para o crente salvo, a vitória, ganho segundo a bíblia. A palavra de Deus ainda afirma que para os salvos em Cristo a morte é agradável aos olhos do Senhor, Sl 116.15. Diz também, que o morrer em Cristo é estar “presente com o Senhor” 2 Co 5.18 Aleluia!!

Aula 6 - Estado Intermediário dos Mortos 

I -  ARGUMENTOS ACERCA DO ESTADO INTERMEDIÁRIO DOS MORTOS

O estado intermediário representa um lugar espiritual fixo onde as almas e os espíritos dos mortos aguardam a ressurreição de seus corpos, para apresentarem-se, posteriormente, perante o supremo juiz.

1 - Argumento Bibliológico. A maioria dos israelitas, porém olhava para a vida com uma atitude positiva (Sl 128.5-6). O suicídio era extremamente raro, e uma vida longa era considerada uma benção de deus (Sl 91.16). A morte trazia tristeza, usualmente expressada com lamentações em voz alta e com luto profundo (Mt 9.23; Lc 8.52). “Os costumes israelitas de sepultamento eram diferentes daqueles praticados pelos povos em derredor. Os túmulos dos Faraós ficavam repletos de móveis e de muitos outros objetos visando proporcionar-lhes o mesmo nível de vida no além. Os cananitas colocavam uma lâmpada, um vasilhame de óleo e um vaso de alimentos no esquife de cada pessoa sepultada. Os israelitas agiam de outra forma. O corpo, era envolvido em pano de linho, usualmente ungido com especiarias, era simplesmente deitado no túmulo ou enterrado numa cova. Isso não significa, porém, que não acreditassem na vida. Falavam ainda, da ida do espírito a um lugar que, em hebraico, era chamado “Sheol”, às vezes, mencionavam a presença de Deus. (sobre sheol falaremos um pouco mais adiante).

 

2 - Argumento Histórico. É certo que a questão da vida além-morte não está fundamentada apenas em teorias e conjecturas filosóficas, se fosse assim ela já teria desaparecido. A própria experiência da humanidade tem se tornado e provado a crença na imortalidade.

3 - Argumento Teleológico. Procuram provar que a vida do ser humano tem uma finalidade além da própria vida física. Há algo que vai além da matéria de nossos corpos, é a parte espiritual. Quando Jesus Cristo aboliu a morte e trouxe à luz a vida e a incorrupção, estava, de fato, desfazendo a morte espiritual e concedendo a vida eterna, a imortalidade (2 Tm 1.10). A vida humana tem uma finalidade superior, uma razão de ser, um desígnio. Com isso fica claro e evidente que, a nossa vida humana tem um propósito elevado, além de renovar a nossa esperança de estar para sempre com o Senhor.      

4 - Argumento Moral.Dentro de cada ser humano, existe um governador moral chamado consciência que rege as suas ações. Sua existência dentro do espírito humano indica sua função interna, como um sensor moral, aliado à soberania divina.

5 - Argumento Metafísico.Os elementos imateriais do ser humano, denunciam o sentido metafísico que compõe a sua alma e espírito. Esses elementos são indissolúveis; portanto, como evitar a realidade da vida além-morte? É possível! A palavra imortalidade no grego é “Athanasia” e significa literalmente ausência de morte. No sentido pleno, somente Deus possui vida total, imperecível e imortal (1 Tm 1.7). Ele é a fonte de vida eterna e ninguém mais pode dá-la. No sentido relativo, o crente possui imortalidade conquistada pelos méritos de Jesus no calvário (1 Tm 1.8-12).

II -TEORIAS ANTI-BÍBLICAS, ACERCA DO ESTADO INTERMEDIÁRIO.

1 - Teorias Reencarnacionista.Várias religiões, por causa do seu conceito cíclico da história, ensinam à reencarnação. Segundo essa doutrina a pessoa recebe uma nova identidade, e nasce noutra vida como animal, um ser humano, ou até mesmo um deus. Sustentam que as ações da pessoa geram uma força, karma, que exige a transmigração das almas e determina o destino da pessoa da próxima existência. Também gostam de usar o texto de Lucas 16.22,23, para afirmarem que os mortos podem ajudar os vivos. Mas Jesus ao ensinar sobre o assunto, declarou que era impossível que Lázaro ou algum outro que estivesse no paraíso saísse do lugar para entregar mensagem aos familiares do rico. Jesus disse que os vivos tinham “a lei e os profetas” isto é, eles tinham as escrituras. Usam também equivocamente (Jo 3.3)  e outros textos bíblicos isolados para alimentarem as suas distorcidas opinião sobe esse assunto (vida além - morte).Na verdade o estado intermediário não é um lugar de migrações e perambulações espaciais como afirma os reecarnacionistas ou espirituais como também são conhecidos. A bíblia refuta (Dt 18.9-14; Jó 7.9,10; Ec 9.5-6; Lc 16.31)

2 - Teoria do Purgatório. Heresia essa criada e defendida pelos católicos romanos para identificar o sheol-Hades, que segundo eles é um é lugar de prova e proporciona uma segunda oportunidade, para as almas daquelas pessoas que não conseguiram se purificarem o suficiente para galgarem o céu. Afinal se a doutrina do purgatório fosse uma realidade, então a obra de Cristo não teria sido completa. Se alguém quer garantir sua salvação precisa garanti-la em vida física. Depois da morte, só resta à ressurreição (Jo 5.28-29).

3 - Teoria Limbus Patrum.O vocábulo Limbus significa borda, orla. A ideia é paralela ao purgatório e foi criada pelos católicos romanos para denotar um lugar na orla ou borda do inferno, onde as almas dos antigos santos ficavam até a ressurreição. Ensina ainda essa igreja que Limbus Patrum (pais) era aquela orla do inferno onde Cristo desceu após sua morte na cruz, para libertar os pais (santos do A.T). Do seu confinamento temporário e leva-los em triunfo para o céu. Identificam o “seio de Abraão) como sendo limbus patrum (Lc 16.23) - Assim não existe uma orla para os pais (santos antigos) também não existe limbus patrum na bíblia.

4 - Teoria limbus Infantus.A palavra infantus refere-se à criança. Na doutrina romana, havia no sheol-hades um lugar especial de habitação das almas de todas as crianças não batizadas. Segundo essa doutrina, nenhuma criança não batizada pode entrar no céu. Por outro lado, é inaceitável a ideia do limbus infantus como um lugar de prova, também para crianças.

III -  A VERDADEIRA DOUTRINA BÍBLICA DO ESTADO INTERMEDIÁRIO.

1 - Habitação Espiritual fixa e temporal.Biblicamente falando, o estado intermediário é um modo de existir entre a morte física e a ressurreição final do corpo sepultado. No Antigo Testamento esse lugar é identificado como sheol (no hebraico), e no Novo Testamento como hades (no grego\0 os dois termos dizem respeito o reino da morte (Is 18.5; 2 Sm 22.5,6). É lugar espiritual em que as almas e espíritos dos mortos habitam fixamente até que seus corpos sejam ressuscitados, para a vida eterna ou para a perdição eterna. É o estado das almas e espíritos, fora dos seus corpos, aguardando o tempo em que terão de comparecer perante Deus.

2 - É um Lugar de Consciência ativa e ação racional.Mais uma vez enfatizamos aqui, o que Jesus descreveu sobre a conversa do rico Lázaro (Lc 16.19-31). Em consonância como assunto, o apóstolo PAULO descreve-o no que se refere aos salvos, como um lugar comunhão com o Senhor (2 Co 5.6-9; Fp 1.23). A bíblia denomina-o como um lugar de consolação “seio de Abraão” ou “paraíso” (Lc 16.22-25; 2 Co 12.2-4).

Se fosse um lugar neutro para as almas e espíritos dos mortos, não haveria razão para Jesus identifica-los com os nomes que deu. Da mesma forma, “o lugar de tormento” não teria razão de ser, se não houvesse consciência naquele lugar. Rejeita-se segundo a bíblia, a teoria de que o sheol-hades é um lugar de repouso inconsciente. A bíblia fala dos crentes falecidos como os “que dormem no Senhor (1 Co 15.6; 1 Ts 4.13), e isto não se refere a uma forma de dormir inconsciente, mas de repouso, de descanso. As atividades existentes no sheol-hades não implicam que os mortos possam sair daquele lugar, mas que estão retidos até a ressurreição de seus corpos para apresentar-se perante o Senhor (Lc 16.19-31; 23.43; At 7.59)

3 – Sheol/Hades, Antes e Depois do Calvário.

a - Antes do Calvário.

O Sheol/hades dividia-se em três partes distintas.

1ª PARTE               Paraíso - Seio de Abraão - Lugar de Consolação / Lc 16.22-25.

2ª PARTE               Abismo - Lugar de trevas - Prisão eterna. Lá podem ter sido aprisionados os anjos caídos - Lc 16.26 / 2 Pe 2.4 / Jd 7. Onde não há contato com esses espíritos caídos.

3ª PARTE               Parte dos ímpios - Lugar de tormentos - Lc 16.23. Onde se encontra o rico depois de sua morte.

b -Depois do Calvário

Houve uma mudança dentro do mundo das almas e espíritos dos mortos após o evento do calvário Ef 4.9-10 / Ap 1.17-18. A parte do “paraíso” foi translada para o terceiro céu, na presença de Deus, 2 Co 12.2,4. Separando-se completamente das partes inferiores onde continuam os mortos. Quanto a mudança do paraíso para o terceiro céu, somente os justos gozam deste estado de gozo inexplicável. Aleluia!

ARGUMENTO TEOLÓGICO - A palavra “paraíso” é de origem persa e significa uma espécie de jardim, usada simbolicamente quanto ao lugar dos justos mortos. No paraíso Lázaro podia conversar com o rico que ali sofria o tormento dos ímpios, havendo entres eles um “abismo” instransponível (Lc 16.18-31). Depois de sua morte Jesus esteve “três dias e três noites” no coração da terra. Paulo descreve esse lugar como as regiões inferiores da terra (Ef 4.9).

Portanto entendemos que o paraíso em que Jesus e o malfeitor (agora convertido) entraram estava no coração da terra. Foi nessa descida no hades, que Cristo efetuou uma grande e permanente mudança na região dos salvos, isto é, nas condições dos justos mortos. Ali Jesus anunciou a sua vitória aos espíritos retidos. Conforme disse o apóstolo S. Pedro (1 Pe 3.18-20). A palavra usada no original implica em anunciar, comunicar, não pregar, como se entende em homilética.   



Aula 7 - Doutrina da Ressurreição dos Mortos 

I – A RESSURREIÇÃO EM SÍNTESE

A ressurreição dos mortos é obra especifica de Deus, e diz respeito à revivificação dos corpos físicos. Essa doutrina está baseada essencialmente sobre o fato da ressurreição de Cristo. O mestre além de enfatizar essa doutrina ele deu um sentido especial (Jo 5.28,29) - Deixando claro que não haverá uma única, geral e simultânea ressurreição para os mortos, e assim, que acontecerá em duas fases distintas: Ressurreição dos justos e a dos ímpios.

1 – Ressurreição no sentido original.Duas palavras gregas (anastasis e Egeiró). Indicam; Tornar a vida, levantar, erguer-se despertar, acordar.

2– Sentido Doutrinário

a - Outorga a vida que havia se extinguido fisicamente. É também o ato daquilo que haviaestado no sepulcro.

Às vezes aparecem na bíblia com a expressão “ressurreição dos mortos” (1 Co 15.12-13, 21,42). Que se refere a uma ressurreição geral, de justos e ímpios.

 b - Ressurreição dos Justos.

Traduz por ressurreição de entre os mortos, que quer dizer os mortos tirados do meio de outros mortos.

II - RESSURREIÇÃO NO HÂMBITO GERAL DA BÍBLIA

1 - Vários personagens do A.T mostram sua crença e confiança na ressurreição.

  1. Abraão acreditava - Gn 22.5; Hb 11.17-19.

  2. Jó declarou confiança no ato - Jó 19.25-27.

  3. Um dos filhos de Core - Sl 49.15.

  4. Isaias acreditava e profetizava a respeito - Is 26.19

  5. Daniel também declarou sua crença - Dn 12.2-3.

  6. Oséias fez o mesmo - Os 13.14.

2 - No Novo Testamento também houve vários personagens que abordaram sobre o assunto.

  1. O próprio Jesus ensinou - Jo 5.28-29; 6.39-40 44,54; Lc 14.13,14; 20.35,36.

  2. Ensinada pelos apóstolos e pais da igreja primitiva - At 4.2.

   c. Paulo pregou em Atenas, na Grécia sobre esse assunto e repetiu aos filipenses At 17.18; Fp 3.11. 1 Co 15.20. 1 Ts 4.14-16. Perante o governador Félix At 24.15.

    d. O apóstolo João relatou e ensinou sobre o assunto - Ap 20.4-6.

3 - Alguns exemplos de ressurreição literais da bíblia.

a) Antigo Testamento. O filho da mulher sunamita 2 Rs 4.32-37.

Quando um grupo de moabitas, para fugir de uma perseguição inimiga, lançou o seu morto na cova onde estava os restos mortais do profeta Elizeu - 2 Rs 13.20-21.0.

b) No Novo Testamento.

A filha de Jairo - Mt 9.24-25

O filho da viúva de Naim - Lc 7.13-15.

O amigo de Jesus, Lázaro - Jo 11.43-44.

O próprio Jesus venceu a morte e reviveu - Lc 24.6.

Corpos dos santos mortos anteriormente ressuscitaram e foram vistos em Jerusalém Mt 27.52-53. E o mais interessante que isso aconteceu depois da ressurreição de Jesus Cristo.

Posteriormente Pedro orou e o Senhor fez reviver a Dorcas At 9.37-40,41.

III -  TIPOS DE RESSURREIÇÃO

1 - Nacional.É em linguagem metafórica, a restauração e renovação do povo de Israel em termos políticos, materiais e espirituais (Dt 4.23-30; 28.62-64; Lv 26.14-25; Ez 11.17; 36.24,28; 37.21; Jr 24.6).

Terá o seu cumprimento cabal, na vinda pessoal do Messias, o Senhor Jesus (Zc 14.1-5).

 

2 - Espiritual. Também no seu sentido metafórico a um renascimento espiritual dos que, tendo estado mortos em delitos e pecados (Ef 2.1). Foram vivificados espiritualmente (Rm 6.4). Quanto ao sentido literal tange a ressurreição corporal. O aspecto físico diz respeito a ressurreição dos corpos levantados da sepultura, os quais sofreram uma metamorfose, isto é, uma transformação do físico para o espiritual - 1 Co 15.52; 1 Ts 4.17-17.

3 - Física.Esse tipo de ressurreição é distinguido sob dois ângulos: O temporal e o escatológico. No sentido temporal, temos o exemplo de pessoas que morreram, foram sepultadas, e pelo poder de Deus ressuscitou: Posteriormente, voltaram a morrer (2 Rs 4.32-37; Mt 9.24-25). No sentido escatológico, tanto os justos quantos os ímpios vão ressuscitar fisicamente. Os justos levantar-se-ão dos seus sepulcros na vinda do Senhor (1 Co 15.44-52; Jo 5.29). Os ímpios se levantarão, não com os santos, mas no fim de todas as coisas, no juízo final (Ap 20.11-15).

IV -  EXPLICAÇÃO SOBRE A RESSURREIÇÃO DOS JUSTOS E A DOS IMPIOS.

1 - Primeira Ressurreição

a - Quanto ao tempo. Divide-se em três fases distintas. A primeira fase refere-se a ressurreição de Cristo e de muitos santos do Antigo Testamento, identificados como as “primícias dos mortos’ (1 Co 15.20; Mt 27.52-53). Jesus e aqueles santos ressurretos são o primeiro molho de trigo colhido (Lv 23.10-12; 1 Co 15.23).

Jesus foi o grão de trigo que caiu na terra, morreu, e produziu muito fruto (Jo 12.24), isto é, aquele grupo de pessoas (Mt 27.52-53).

A segunda refere-se à ressurreição dos mortos em cristo na era neotestamentária, a qual se efetuará no chamamento especial por ocasião da volta do Senhor Jesus sobre as nuvens (1 Co 15.51-52; 1 Ts 4.14-17 - Essa ressurreição está relacionada a colheita geral;

A terceira fase da primeira ressurreição refere-se aqueles mortos no período da grande tribulação, os quais são chamados de “mártires da grande tribulação’. Refere-se ao restolho da ceifa, isto é: as respigas da colheita (Ap 6.9-11; 7.9-19; 14.1-5; 20.4-5).

b - A natureza dos corpos ressurretos. Não importa como os corpos foram sepultados, se em covas na terra, ou em fundo dos mares e rios, queimados. Na realidade os mesmos corpos mortos serão ressuscitados. Já no caso dos mortos em Cristo, seus corpos serão transformados (1 Co 15.35-38) - iguais ao corpo ressurreto de Cristo (Ap 3.21). 

 

2 - A Segunda Ressurreição

a - Quanto tempo. Já abordamos anteriormente que Jesus distinguiu as duas ressurreições: A DOS JUSTOS E A DOS IMPIOS (Jo 5.28-29). Alguns interpretes entendem a ressurreição dos mortos como um só evento, num mesmo tempo. Declaram que a única distinção é que “uns ressuscitam para a vida” e outros “para a perdição”. Essa teoria não pode nem merece crédito, pois no estudo mais cuidadoso percebemos que haverá um intervalo entre duas ressurreições (a dos justos e a dos ímpios) como já explica dentro desse assunto.

b - A Natureza dos Corpos Ressuscitados dos Ímpios. Quanto à ressurreição o processo será o mesmo que o dos justos. Seus corpos terão todas as partículas físicas reunidas e transformadas em corpos espirituais, mas sem qualquer glória. A semelhança dos justos no hades, as almas e espíritos se unirão aos seus corpos sepultados para serem julgados por suas obras (Ap 20.12; Dn 12.2). Nenhuma glória, nenhuma beleza, mas totalmente inglório, para que sejam prestadas as contas perante o supremo Juiz (Hb 4.13; 9.27; Rm 2.5,6.

c - O Estado Final dos Ímpios. Os ímpios ressuscitarão para uma “segunda morte’ não significa aniquilamento, mas banimento da presença de Deus (1 Ts 1.9). Esse banimento implica que todos os ímpios serão lançados em Geena, chamado “lago de fogo” (Mt 25.41,46) - Que arde continuamente com fogo inapagável. O tormento eterno (Ap 14.10,11).

V - CINCO ASPECTOS DA NATUREZA DA RESSURREIÇÃO

1 - Seletiva e não Discriminativa.Deus não seleciona raça, nação, tribo ou classe social para a salvação. Porém, a ressurreição será seletiva em relação aos que fazem parte da primeira e os da segunda, ou seja, ela será seletiva quanto ao modo como se processará.

2 - A Ressurreição será Universal.Porque os justos e injustos hão de ressuscitar (Jo 5.28,29; At 21.14,15). A bíblia descreve esse fato como a “ressurreição dos mortos” que tem um caráter geral.

3 - A Ressurreição na sua Duplicidade.(Será dupla) - porque se trata da distribuição dos justos e dos ímpios (Jo 5.29; Dn 12.2; Ap 20.13-15). Os justos participarão da primeira ressurreição. Os ímpios por sua vez participarão da segunda ressurreição (Ap 20.13-15).

4 - A Ressurreição Literal e corporal. Jesus ressuscitou corporalmente, por isso, o seu corpo ressurreto, mesmo estando revestido de espiritualidade, podia ser tocado e visto (Lc 24.39; At 1.9-11). Quando a bíblia fala de “corpo espiritual” não anula a realidade da ressurreição de um corpo material, porque o mesmo será revestido de um corpo espiritual (1 Co 15.42).

 

5 - A Ressurreição é Obra da Trindade Divina. Há uma relação triuna na obra da ressurreição. Há textos bíblicos que atribuem à ressurreição a Deus, sem especificar qual a pessoa da trindade (Mt 22.29; 1 Co 1.9). Algumas vezes a obra da ressurreição é atribuída ao filho Jesus (Jo 5.21-25,28,29; 6.38-40,44,54; 1 Ts 4.16). Outras vezes, temos a mesma obra atribuída ao Espírito santo (Rm 8.11). Não há divisão, nem competição entre as três pessoas da trindade.





Aula 8 - Sinais da Vinda de Cristo 

I – RELAÇÃO DE SINAIS NA BÍBLIA

1 - Sinais precedidos por Deus desde a criação de todas as coisas. Gênesis 1.14 - muitos acontecimentos relatados na bíblia estão precedidos por sinais, como:

  • Deus pôs um sinal em Caim Gn 4.15.

  • Houve um sinal de aliança de Deus com os homens nos dias de Noé - Gn 9.12-13.

  • Deus ao encorajar Moisés, usa sinais - Ex 4.8.

  • O fogo consome duzentos e cinquenta homens que se opõem a Moisés, sendo assim como um sinal em que Deus estava com Moisés - Nm 26.10.

  • Doze pedras foram por sinal em que Deus fez Josué e todo o seu povo passar o Jordão de pé enxuto - Js 4.6.

  • Gideão pede um sinal - Jz 6.17. 

  • Sinal na profecia contra a casa de Elias -  Sm 2.34

  • Na profecia do nascimento de Josias, houve um sinal quando o profeta predisse - 1 Rs 13.3.

  • Isaias fala de um sinal para o nascimento de Cristo - Is 7.14.

  • Sinal de castigo nos dias de Jeremias - Jr 44.9.

  • Ezequiel, um profeta enviado por Deus a casa de Israel por sinal - Ez 12.6.

  • Até o rei Nabucodonozor reconheceu sinais de Deus - Dn 4.2,3.

  • JESUS enfatiza o sinal do profeta Jonas no ventre do peixe, semelhante ao estado do seu corpo físico entre a sua morte e ressurreição - Mt 12.39.

  • Haverá sinais para os que crerem no nome de Jesus - Mc 16.17.

  • Os discípulos indagam a respeito da vinda de Cristo e do fim do mundo, e o mestre Jesus responde relatando sobre os sinais - Mt 24.3.

 





II -   CATEGORIAS DE SINAIS QUE PRECEDERÃO A VINDA DE CRISTO.

  1. Sinal Histórico - No ano 70 d.C. O general Tito com seus exércitos entrou em Jerusalém e destruiu tudo, inclusive o templo.de fato, não ficou pedra sobre pedra. Mt 24.1,2.

  2. Sinais Atuais - Principio de dores - A angustia na terra - Mt 24.8; Lc 21.25.

  3. Sinal em Cima no Céu. Espanto, fumaça, fofo, trevas, sangue. At 2.19; Jl 2.30,31; Lc 21.11.

  4. Sinais na Terra- O véu do templo se rasga - Mt 2.6,7, terremotos - rumores de guerras. Os mortos ressuscitam. Mt 27.51; At 2.19; Fumaça, sangue, fogo. Lc 21.11,12.

  5. Sinais na Vida Religiosa - Falsos cristãos - tomentos, mortes, ódio, por causa do nome de Cristo. Mt 24.5,9,10.

  6. Esfriamento do amor a Cristo. Lc 1.12; Ap 6.9-11. Falsos profetas Mt 24.11.

  7. Sinais na Vida Social - Os povos desaparecidos comprometidos mais com os prazeres terrenos Lc 17:26-28. Mt 24.37,38.

  8. Ricos opressores prantearão e chorarão as suas riquezas - escândalos, traição, aborrecimentos Tg 5.1-6; Mt 21.10.

  9. Sinal Entre as Nações - Nação contra nação e reino contra reino Mt 24.7.

  10.  Sinal na Vida Física. Pestes, fomes, princípios de dores Mt 24.7,8.

  11.  Sinais na Vida Moral - Corrupção e degradação do gênero humano como nunca visto. Violência, pornografia, ameaças ao casamento. Lc 17.28-30; 2 Tm 3.1-9; 1 Tm 4.3.

  12.  Sinal entre o povo de Deus - Esfriamento espiritual acompanhado da apostasia - Comodismo, egolatrismo espiritual - Distorções doutrinárias, etc.

  13.  O ÚLTIMO SINAL - O evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho as todas as gentes, então virá o fim. Mt 24.13,14.

III - EM DESTAQUE, DOIS SINAIS CONCRETOS DA VINDA DO SENHOR INDICADOS EM MT 24.7 E EM LC 21.11

1 - A Possibilidade de uma Terceira Guerra Mundial.Os poderes químicos, bélicos e atômicos de algumas nações, são assustadores. Antes de uma catástrofe mundial, certamente o Senhor virá e arrebatará a sua igreja.

2 - A Produção de alimentos está comprometida.Por causa de alimentos químicos e outros, em decorrência da ganância e da falta de temor a Deus. Só no século 20 a estatística mundial apresenta mais de 6.500 terremotos que muito tem contribuído para a falta de alimentos.



AULA 9 O Relógio Escatológico 


  1. Israel é o eixo central do programa escatológico divino.

  2. Predição sobre a dispersão de Israel Lv 26.33,36, 37.

  3. As promessas de Deus ao pai da nação israelita, Abraão. Gn 12.1,2, 7; 17.8.

  4. Deus continua fiel as suas promessas Dt 7.9; 32.9-11; Sl 89.1.

  5. Predição da volta de Israel à sua terra Jr 24.6; Ez 36.24,28.

  6. A promessa de restauração material e espiritual de Israel Am 9.14,15; Jl 2.28-32; Ez 34.27,28.

  7. A restauração de Israel no “dia da angustia de Jacó” Ez 37.21-28; jr 30.9; Ez 34.23; 5.3,5.

  8. E disse-lhe uma parábola: “Olha para a figueira e para todas as árvores. Quando já começam a brotar, vós sabeis por vós mesmos, vendo-as, que perto está o verão” Lc 21.27,30.

I -  DISPERSÃO E REGRESSO DE ISRAEL.

Dispersão em agosto de 586 a.C. Nabucodonozor, rei da Babilônia, destruiu Jerusalém e o templo com fogo e exilou o povo na Babilônia, lembrando que o mesmo já havia levado uma boa parte dos judeus cativos. 2 Rs 24.20: 25.21: Jr 32.24. A partir dessa data (586) é que se contam os setenta anos de cativeiro de Israel na Babilônia.

REGRESSO - O retorno se deu pelo edito de Ciro (Ez 1.1-4) e Artaxexes (Ed 7) e foi considerado os setentas anos só depois da construção e dedicação do templo em (516 a.C). Segundo alguns estudiosos este acontecimento tem alguma relação com as setentas semanas de Daniel (Dn 9.24). Pois ainda veem um cumprimento parcial pelo estabelecimento do estado moderno de Israel, em 1948. Sendo assim, nesse âmbito a profecia terá finalmente o seu cumprimento no reino milenial.

II -  DUAS REUNIÕES IMPORTANTES NA TERRA DE ISRAEL.

1 - A Primeira. Diz respeito ao sentimento de volta ao lar que tiveram todos os israelitas dispersos pelas nações. Esse sentimento se tornou forte com o movimento sionista iniciado em 1897 por Teodoro Herzl. Pouco a pouco, sistematicamente, o povo começou a voltar. Não era simplesmente um sentimento de homem ou de um povo, e, sim, um impulso do Espírito de Deus na mente e no coração de cada judeu disperso, cumprimento da palavra de Deus (Jr 24.6; Ez 36.24-28). Em 1948, Israel já estava bem instalado na Palestina e a sua proclamação pela ONU como Estado foi o clímax da efetivação da promessa divina quanto ao seu retorno.

2 - A Segunda.Acontecerá no futuro próximo por ocasião da “angustia de Jacó”, conhecida como a grande tribulação (Ap 16.12-21). Esse evento será terrível para Israel e estará mobilizado para a grande batalha do Armagedom. Os governantes da terra estarão reunidos com seus exércitos e armas destrutivas para o maior combate já registrado no cenário da história humana. Talvez seja a terceira guerra mundial, haja vista que se acontecer pelo domínio do próprio homem, não sobrará ninguém nem que seja para contar a história, devido à evolução cientifica e tecnológica, mas nesse dia Cristo assumirá o comando e lutará por Israel.

III -  A DESTRUIÇÃO PROGRESSIVA DO POVO DO NORTE

1 - Os textos de Ezequiel 38-39 e Jl 2.20 tratam a respeito da profecia bíblica sobre um bloco de nações ao norte de Israel.

Por causa das etnias dos povos que habitam aquela região vários nomes geográficos podem ser identificados.

Magogue, Meseque, e Tubal - Regiões ocupadas pelos antigos citas e tártaros, as quais hoje correspondem à Rússia. O nome Meseque converteu-se em Moscou mou Moskua. (Ez 38.2,3)

TUBAL - É moderna cidade Russa de tobolsk em (Ez 38.2). Temos a palavra “chefe” tradução do termo rosh, dando ideia do nome Rússia.

NAS NAÇÕES ALIADAS - Gômer, Togarma, (Ez 38.6) Gômer veio a ser Germânia (atual Alemanha) e Togarma corresponde a Armênia e a Turquia. Em (Ez 38.5). Destacam-se os Persas, os Etíopes e Pute. Hoje os Persas são o Irã, Os Etíopes a Etiópia e, Pute a Líbia.

 2 - Queda e Ressurgimento da Confederação do Norte

É bom entendermos que a queda da União Soviética não significa que a profecia tenha perdida a validade. Na verdade, essa potência mundial está se levantando e mostrando sua força, quando se esforça para participar das conversações de paz entre Israel e os países árabes, as quais ela sempre apoiou. Ela perdeu o seu poder sobre o aludido bloco das nações, e alguns estudiosos interpretam essa queda como algo para acontecer em plenitude no futuro. Parte dessa profecia já começou a ter o seu cumprimento porque a Rússia caiu como potência econômica.

 3 - A Confederação do Norte Combaterá a Besta na Grande Tribulação.

Segundo a profecia estudada, o líder de Gogue, colocará seus exércitos contra a autoridade da besta, ou seja, o anticristo (Ez 38.2-6). Gogue chefe da terra invadirá a terra de Israel nos últimos dias (Ez 38.8-16) - provavelmente no período da grande tribulação. Os motivos principais para a invasão do “rei do Note” estão expostos em (Ez 38.11,12). A ideia de “tomar o despojo e arrebatar a presa” não é difícil entender pelo fato de a antiga União Soviética ter perdido seus principais intelectuais e cientistas (na maioria judeus), os quais retornaram para Israel. Diz a bíblia que esse invasor será destruído pela internação divina (Ez 38.20). Nos montes de Israel (Ez 39.4). Não tem nada a ver com a batalha do Armagedom e a guerra no início da “semana profética” de Daniel (Dn 9.27). A batalha do Armagedom se dará no final da “semana” e o seu líder será o anticristo (Zc 12.3).

 IV -  RESSURGIMENTO DO ANTIGO IMPÉRIO ROMANO

Textos Dn 2.33,34, 44; 9.24-27; 7.7,8 24,25; Ap 13.3,7, 17; 12,13. Relativos à profecia sobre uma confederação de nações formadas na área geográfica do antigo império Romano.

1 - O Sentido Duplo da Interpretação.

Essa profecia, numa parte refere-se literalmente aquelas nações adjacentes ao mediterrâneo, as quais formavam o núcleo do império romano e, na outra parte, figuradamente referem-se apenas as características daquele império. Tal como existiu o império Romano, também, se levantará um da mesma forma dentro da realidade atual.

 2- A União europeia, Uma Sombra do Antigo Império Romano.

Especula-se muito sobre a atual União Europeia como um retrato dessa confederação profetizada. Não temos base consistente na bíblia para afirmar positivamente. Mas não podemos evitar o fato de que as características dessa confederação profetizada (Dn 2.33,34, 44), conferem com a profecia de Daniel. É perigo fazer suposições e estabelecê-las como fatos. Por isso, o aconselhável é ficarmos dentro dos limites impostos pela profecia bíblica. Até porque a evidência dos sinais da vinda do Senhor JESUS em nossos dias é fortalecida pela certeza profética e do seu cumprimento.

 Sem Dúvida, Israel é a Figueira Brotando.











Aula 10 - O Arrebatamento - parte 1 

I – DEFINIÇÃO Referências           1 Ts 4.13-18; Jo 14.3.

No português vem do verbo “arrebatar”, no latim “raptar” da palavra “raptus”, ambas significa tirar com força. No grego vem do verbo “harpazo” significa rapidez, algo repentino, e encontramos várias palavras relativas ao arrebatamento, mas destacaremos duas palavras principais:

  1. Parousia: Literalmente quer dizer “presença”, “chegada rápida”, “visita”. Ocorre 24 vezes. O seu sentido abrange tanto a vinda de Cristo até ou sobre as nuvens, como também pode referir-se a vinda de Cristo pessoa a terra, 1 Co 15.23; 1 Ts 2.19; 4.13; 5.23; 2 Ts 2.1; Tg 5.7,8.

  2. Epiphanéia: Literalmente significa “manifestação”, “vir a luz”, “resplandecer” ou “brilhar”, enquanto “parousia”, abrange a volta de Cristo tanto a igreja a ao mundo, o termo “epiphanéia” já tem um sentido mais especifico a volta pessoal e gloriosa de Cristo a terra 1 Ts 2.8; 1 Tm 6.14; 2 Tm 4.6-8.

II -A SEGUNDA VOLTA DE CRISTO EM DUAS ETAPAS DISTINTAS.

1° Etapa.

Cristo virá até ou sobre as nuvens (1 Ts 4.17) - será de modo invisível para a terra, porque virá para os seus santos nos ares.

Nessa primeira etapa Cristo virá com poder e voz de arcanjo e arrebatará, num abrir e fechar de olhos a sua igreja redimida pelo sangue (1 Co 15.52).

2ª Etapa.

Essa etapa terá o seu cumprimento no final dos sete anos da grande tribulação, onde Cristo virá visível, quando irá destruir o domínio do anticristo e instalar seu reino de mil anos (Ap 19.11: 20.1-6).

É nessa etapa que entra o termo “epiphanéia” denotando a volta pessoal e visível ao mundo rodeado de exércitos no monte das oliveiras (Zc 14.3, 4; Ap 1.6,7).



Aula 11 - O Arrebatamento - parte 2 

III - QUEM PARTICIPARÁ DO ARREBATAMENTO.

O texto de (1 Ts 4.13 ss) nos dar um resumo geral dos participantes do arrebatamento da igreja.

 1 - O Próprio Senhor Jesus Cristo.

“Porque o mesmo Senhor... Descerá do céu” (1 Ts 4.16). Essa expressão (o mesmo Senhor) dada pelo apóstolo Paulo talvez seja para dar ênfase ao Senhorio de Cristo conquistado no calvário. Também quer dizer que o próprio Senhor dará ordem aos vivos e mortos em Cristo.

2 - O Arcanjo

Do grego (apxayyelo, arkhangelos, principal entre os anjos).

Nas escrituras ocorre somente duas vezes (1 Ts 4.16; Jd 9). Miguel é o único arcanjo mencionado na bíblia, e suas atividades são: Comandante de um exército celestial (Ap 12.7). E príncipe da nação israelita (Dn 10.13,21; 12.1). Nessa última referência Daniel indica que o Arcanjo Miguel participará do evento da segunda vinda de Cristo, mui especialmente da “epiphanéia” quando Cristo, rodeado de exércitos celestiais, descerá sobre a terra no monte das oliveiras (Zc 14.3,4; Ap 1.6,7).

Obs.: Os livros apócrifos mencionam supostos companheiros de Miguel, subentendendo-se como de iguais classe e funções: Uriel, Raguel, Zariel e Gabriel. Este último é citado também pelos canônicos, embora apenas com a designação de “anjo” (Dn 8.16; 9.21; Lc 1.19,26).

3 - Os Mortos em Cristo

A palavra “mortos” diz respeito aos santos que ressuscitaram com corpos transformados em corpo espiritual (soma pneumatikon). Já os corpos dos ímpios permanecerão em suas sepulturas até o juízo final (Ap 20.12). Do mesmo modo que Deus trouxe Jesus dentre os mortos, o Senhor fará isso com os que antes de participarem creram em Jesus e foram salvos (Rm 10.9).

 

4 - Os Vivos Preparados

Os corpos mortais dos vivos serão revestidos de imortalidade, porque nada terreno ou mortal poderá entrar na presença de Deus. Será o poder do Espírito sobre a matéria, isto é, do incorruptível sobre o corruptível (1 Co 15.53-54).

 

5 - Teorias divergentes acerca do arrebatamento

Apresentaremos aqui algumas teorias existentes, porém destacaremos a que mais se harmoniza com a bíblia sem contrastes:

 

 

 

 

 

6 - Após o arrebatamento da igreja, ocorrerá o tribunal de Cristo, enquanto na terra se processará o período de 7 anos (chamado de grande tribulação).



Aula 12 - O Tribunal de Cristo 

O tribunal de Cristo será a concessão de prêmios (galardão) aos vencedores deste mundo tenebroso. (2 Co 5.10).

 

I - JULGAMENTO ESCATOLÓGICO NA BÍBLIA, ALÉM DO TRIBUNAL DE CRISTO.

TIPOS DE JULGAMENTO.



1 - Auto-Análise.

1 Co 3.9-16

9 Porque nós somos cooperadores de Deus; vós sois lavouras de Deus e edifícios de Deus.

10 Segundo a graça de Deus que me foi dada, lancei eu como sábio construtor, o fundamento, e outro edifica sobre ele; mas veja cada um como edifica sobre ele.

11 Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo.

12 E, se alguém sobre este fundamento levanta um edifício de ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha,

13 a obra de cada um se manifestará; pois aquele dia a demonstrará, porque será revelada no fogo, e o fogo provará qual seja a obra de cada um.

14 Se permanecer a obra que alguém sobre ele edificou, esse receberá galardão.

15 Se a obra de alguém se queimar sofrerá ele prejuízo; mas o tal será salvo todavia como que pelo fogo.

16 Não sabeis vós que sois santuário de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?

 

2 - Arquitetura Ilustrada.

 

 3 - O sentido claro da palavra tribunal.

Duas palavras distintas na língua original, (grego).

A - Criterion.

Tg 2.6 e 1 Co 6.2-4. Esse termo significa “instrumento ou meio para provar ou julgar qualquer coisa”, ou seja, “ A regra pela qual alguém julga”, ou “o lugar onde se faz juízo”, o tribunal de um juiz ou de juízes.

 

B - BIMÁ.

2 CO 5.10; Ne 8.4. Significa uma “plataforma ou um banco de assento onde o juiz julga”. Havia naqueles tempos tribunais militares; e também, o tribunal (bimá ou assento) da recompensa, especialmente usados nos jogos gregos de Atenas. Os atletas vencedores eram julgados perante o juiz da arena e galardoados por suas vitórias.

 

II -  O TRIBUNAL DE CRISTO E OS SEUS ASPECTOS GERAIS

1 - Propósito - Manifestar as obras praticadas pelo cristão e coloca-las a prova de fogo, para que se identifique os materiais mediante os quais praticamos nossas obras.

 

2 - O Tempo - Se dará por ocasião de um tempo espacial após o arrebatamento da igreja.

 

3 - Lugar - Inevitavelmente nas regiões celestiais.

 

4 - Os Julgados - Os santos remidos. Não haverá lugar nesse tribunal para julgamento condenatório. (2 Co 5.1-10).

 

5 - Juíz- Certamente o próprio filho de Deus, que foi exaltado depois da sua conquista no calvário, pois recebeu do pai toda autoridade e poder para julgar (Mt 28.18).

 

III – GRÁFICO - Mostrando as coroas cristãs no novo testamento, como recompensas.

1 Co 9.24-25 - O apóstolo Paulo usa uma linguagem especial dos tempos do primeiro século da era cristã relativa ao tipo de galardão que os vencedores das olimpíadas gregas e romanas recebiam como prêmio. Ainda disse o apóstolo dos gentios... “Todo crente receberá o seu louvor (elogio) da parte de Deus” (1 Co 4.3).

 





IV - DEPOIS DO TRIBUNAL DE CRISTO VIRÁ AS BODAS DO CORDEIRO

Estaremos abordando um pouco sobre esse assunto.

Texto base Mt 22.2-14.

2 O reino dos céus é semelhante a um rei que celebrou as bodas de seu filho.

3 Enviou os seus servos a chamar os convidados para as bodas, e estes não quiseram vir.

4 Depois enviou outros servos, ordenando: Dizei aos convidados: Eis que tenho o meu jantar preparado; os meus bois e cevados já estão mortos, e tudo está pronto; vinde às bodas.

5 Eles, porém, não fazendo caso, foram um para o seu campo, outro para o seu negócio;

6  e os outros, apoderando-se dos servos, os ultrajaram e mataram.

7 Mas o rei encolerizou-se; e enviando os seus exércitos, destruiu aqueles homicidas, e incendiou a sua cidade.

8 Então disse aos seus servos: As bodas, na verdade, estão preparadas, mas os convidados não eram dignos.

9 Ide, pois, pelas encruzilhadas dos caminhos, e a quantos encontrardes, convidai-os para as bodas.

10 E saíram àqueles servos pelos caminhos, e ajuntaram todos quantos encontraram, tanto maus como bons; e encheu-se de convivas a sala nupcial.

11 Mas, quando o rei entrou para ver os convivas, viu ali um homem que não trajava veste nupcial;

12 e perguntou-lhe: Amigo, como entraste aqui, sem teres veste nupcial? Ele, porém, emudeceu.

13 Ordenou então o rei aos servos: Amarrai-o de pés e mãos, e lançai-o nas trevas exteriores; ali haverá choro e ranger de dentes.

14 Porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos.

 





V - PRINCIPAIS ASSUNTOS DA PARÁBOLA DAS BODAS DO CORDEIRO.

A ceia das bodas do Cordeiro é a expressão máxima da relação entre Cristo e a igreja. É a figura do casamento, do esposo, e a esposa, que aparece na bíblia em várias passagens (Jo 3.29; 2 Co 11.2; Ef 5.25-33; Ap 19.7,8; Ap 21.1; 22.7).










Aula 13 - A Grande Tribulação 

I – DEFINIÇÃO E SENTIDO DA PALAVRA

No grego “Thilipsis” significa “colocar uma guerra sobre o espírito das pessoas”. Na tradução vulgata latina, é “Tribulum” se refere a uma espécie de grade para debulhar o trigo. Ou seja: Instrumento que o lavrador usa para separar trigo da sua palha. A ideia aqui, é figurada que é o mesmo que afligir, pressionar.

Sentido técnico: Fala da provocação ou sofrimento que o indivíduo enfrenta.

Sentido não técnico: Se refere ao período de sete anos que se seguirá após o arrebatamento da igreja.

Jesus afirma ser a grande tribulação, a maior aflição desde o princípio do mundo, e não haverá semelhança, quer dizer, será uma aflição indescritível, (que não se pode descrever igual Mt 24.24).

II - A GRANDE TRIBULAÇÃO DENOMINADA NA BÍBLIA.

1 - Dia do Senhor - Sf 1.14.

2 - Dia da Angústia de Jacó - Jr 30.7. A palavra “angústia” no hebraico é: “Tsará” significa necessidade e esposa rival. Este termo evoca as contendas que havia entre Penina e Ana, que levaram está a uma aflição quase que indescritível (1 Sm 1.15.

3 - Ira do Cordeiro. Ap 6.15-17.

III -  OBJETIVOS DA GRANDE TRIBULAÇÃO.

1 - Levar os homens a se arrependerem dos seus pecados. (Israel e gentios) Ap 16.11; Jr 30.7.

2 - Destruir o império do anticristo. Ap 16.10. 

3 - Desestabilizar o atual sistema mundial - Dn 2.34-35.

4 - Implantar o reino de nosso Senhor Jesus cristo - Dn 2.24.

IV -  AS SETENTAS SEMANAS DE DANIEL E A GRANDE TRIBULAÇÃO.

Desde que Nabucodonozor invadiu Judá e levou o povo acorrentado, a cidade de Jerusalém ficou prostrado em ruínas e o monte santo abandonado. Até parecia que aquelas promessas que Deus fez a Abraão, Jacó, Davi, e na verdade toda a nação, haviam sido esquecidas.

Quando os Judeus olhavam das margens do rio tigre para Jerusalém, choravam. Como quem diz: Será que um dia voltaremos para a nossa terra natal? Será que a gloria do Senhor, habitará novamente no templo? No futuro Deus ainda remirá o seu povo? Compreendemos tudo isso na revelação feita a Daniel sobre “às setenta semanas” (Dn 9.24-27). Com essa base entendemos que as promessas feitas por Deus ao seu povo escolhido serão cumpridas e que Deus reinará no trono de Davi sobre um Israel restaurado.

1 – Esboço da Setenta Semanas

  1. No final de um período das “setenta semanas”, Israel terá se arrependido totalmente da sua desobediência a Deus. A nação viverá para sempre em retidão (Dn 9.24).

Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniquidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. (Dn 9.24)

  1. Há 69 “Semanas” Entre o tempo da ordem para a reconstrução de Jerusalém até o tempo da revelação do messias, compreendendo um período de 62 “semanas” (v. 5). Esta ordem foi expedida em 444 a.C. por Artaxerxes.

Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos. (Dn 9.25)

  1. Depois das 62 “Semanas” (ou das 69 “semanas totais). O messias seria morto e Jerusalém seria destruída (v. 26). Esta destruição não terminará até o fim da septuagésima semana.

E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações. (Dn 9.26)  

A Última “Semana” se iniciará quando. “Um príncipe que que há de vir” faz uma aliança. Então, no meio da septuagésima “semana” ele romperá esta aliança e trará desolações (v, 27). Foi esta a desolação tão severa que jesus se referiu (Mt 24.21).

 

2 – Contando as Semanas

Cada “semana” é vista como um período de sete anos. (Lv 25.8; Nm 14.34; Ez 4.6).

Os anos são contados segundo o calendário lunar adotado pelos judeus, compostos de 360 dias. Fazendo-se os reajustes necessários de compatibilizarão das datas com o calendário gregoriano, chegamos a um período de 476 anos para as 69 “semanas”. Portanto, partindo do decreto de Artarxexes em 445 - 444 a.C., chegamos a data de 32 - 33 d.C. O tempo do ministério de ensino, pregação e cura de Jesus, finalizado pela sua entrada triunfal em Jerusalém e sua crucificação. A septuagésima “semana” começará no fim da era da igreja, momento chamado de “arrebatamento”.

3 - Sintetizando a contagem

V - EVENTOS ESCATOLÓGICOS DA GRANDE TRIBULAÇÃO QUE PRECEDEM A VOLTA TRIUNFAL DE CRISTO
Textos. Ap 6.2-27; 8; 9.21; 11.15-19; 15.1; 16-17; 19.11-21.3.



 

VI -  A GRANDE TRIBULAÇÃO CONSIDERADA

 









Aula 14 - Batalha do Armagedom e Eventos Finais 

Dn 11.4; Ez 38.9; Jl 3.2; Zc 12.2; 14.2; Mt 24.27-30 “Porque eles são espíritos de demônios, operadores de sinais, e se dirigem aos reis do mundo inteiro com o fim, de ajuntá-los para a peleja do grande dia de deus, Todo-Poderoso... Então, os ajuntaram no lugar que em hebraico se chama Armagedom (Ap 14.14-16).

I - BIBLICAMENTE “ARMAGEDOM” SIGNIFICA “grande colheita”, Esdrelom, localizado entre o mar da Galileia e o monte Carmelo, e, também é conhecido como “o vale da decisão” (Jl 3.2,9-14).

Obs.: Este dia é conhecido na bíblia como o julgamento das nações (Jl 3.3; Mt 25.31-40.

1 - 300 Quilômetros de Sangue.

Ajuntando todos estes versículos mencionados acima, chegamos à conclusão que: A batalha do Armagedom cobre toda a região. Ela começa nas planícies de Megido no Norte, descendo através do vale de Josafá, incluindo a terra, de Edom, no Sul e Leste, e Jerusalém.

Em Ap 14.19, lemos sobre o Armagedom: Então o anjo meteu a sua foice à terra, e vindimou as uvas da vinha da terra, e lançou-as no grande lagar da ira de Deus. E o lagar foi pisado fora da cidade, e saiu sangue do lagar até os freios dos cavalos, pelo espaço de mil e seiscentos estádios.

Seiscentos estádios são equivalentes a 300 quilômetros. Veja o mapa “os reinos de Israel e Judá” no território do reino de Israel você descobrirá que da parte do Norte de Israel até a parte Sul se atingem aproximadamente 300 Quilômetros.

II - A SEQUÊNCIA DOS EVENTOS FINAIS. Dn 4; Ez 38.9; Jl 3.2; Zc 12.2; 14.2; Mt 24.27-30; Ap 16.14-16.

1 - AÇÃO SATÂNICA.

a - Satanás tentará exterminar o povo judeu no final da grande tribulação (Dn 11.40 - Zc 12:3 - Ap 12:6).

b - Três espíritos de demônios que operarão sinais levarão as nações do mundo para o Armagedom (Ap 16.14,16).

c - A Nação do Norte. Provavelmente a Rússia. A Rússia tentará se tornar uma superpotência militar novamente, conquistando o Golfo Pérsico. Os fundamentalistas radicais islâmicos se ajuntarão a eles num esforço para mudarem os judeus para o mar mediterrâneo.

d - A Aliança Russo-Àrabe. Após essa aliança eles se retirarão para a planície de megido.Que é o armagedom.

e - A Nação do Sul. Provavelmente é o Egito, que se juntará com uma força militar Pan-islâmica em direção a Israel para a terra santa.

Obs.: As nações Norte e Sul (Rússia - Egito) estarão aliados com as nações Árabes e os Estados (países) confederados da Europa procurarão levar o governo mundial do anticristo para Jerusalém (terra santa).     

2 - AÇÃO DIVINA.

O texto de Zacarias 14.3,4, indica a intervenção divina sobre os montes das Oliveiras em Israel.

O texto de Joel 3.2, 12, fala do vale de Josafá identificado com Cedrom, localizado em Jerusalém e o monte das Oliveiras, o lugar exato onde Cristo subiu ao céu.

Nesse mesmo lugar haverá o encontro de Cristo com as nações inimigas de Israel, onde o Senhor o abaterá, (Jd vv, 14,15).

3 - OBJETIVOS DA AÇÃO DIVINA

a - Punir os Ímpios Jd vv,14,15.

b - Socorrer Israel Zc 14.1-4 - Levar a Israel a Conversão Zc 12.7-10.                   

c - Derrota do anticristo

d - Prisão de Satanás

e - Ressuscitar os que morreram durante a grande tribulação  por não aceitar o sinal da besta.

f - Lançar o anticristo e o falso profeta no lago de fogo

g - Implantar o reino milenial. 







Aula 15 - O Milênio 

Ez 47.13-23 / Zc 14.9 - O milênio se refere ao reinado de mil anos de Cristo, Is 2.4; 11.6-10; Mq 4.3,4; Ap 20.1-7 - encontrado em Ap 20. Muitas passagens do Antigo Testamento também apontam para uma época durante a qual o rei davídico irá reinar sobre todas as nações do mundo.

I - GRÁFICO MOTRANDO O REINO DO MESSIAS.

1 - O QUE É?

Embora o termo não consta na bíblia, mas a expressão corresponde a “mil anos”. É uma doutrina essencialmente bíblica e consistentemente teológica.

2 - QUANDO SERÁ?

Após o arrebatamento e a grande tribulação.

3 - QUEM ESTARÁ NA TERRA?

Israel e os gentios que escaparem com vida depois da batalha do Armagedon.

4 - OBJETIVOS?

Exaltar a cristo e manifestar o reino de Deus.   

Mostrar que o mundo pode ser bem administrado.

Provar que os reinos deste mundo pertencem a Cristo.

5 - COMO SERÁ?

Efusão do espírito e conhecimento da palavra.

Tempo de paz, saúde, segurança e prosperidade.

Recuperação ecológica da terra.

Israel estará seguro e de posse do território prometido.

6 – O QUE ACONTECERÁ COM:

O CRISTIANISMO - Será a religião universal (Is 45.22-25; Zc 13.2).

JERUSALÉM - Será reconhecida como a capital do mundo (1 Sm 7.16; Sl 2.7,8).

A IGREJA - Estará com cristo regendo o mundo como sacerdotes de Deus e de Cristo (Ap 20.6; 2.26,27).

Obs.: A igreja e os doze apóstolos estarão governando no período do milênio - Ap 20.4-6: Ap 3.21,22: Lc 22.30. Pois em Ap 20.4-6 aparecem dois grupos de pessoas, embora se trate da igreja universal de Cristo.



 16 - O Julgamento Final 

Dn 12.1-3; Mt 25.31-4; At 17.3; Rm 2.16; 2 Tm 4.1; 1 Pe 4.5; Ap 20.4-15.

I – DEFINIÇÃO

O julgamento final é a sessão judicial que terá lugar na consumação de todas as coisas temporais que, conduzido pelo Todo-poderoso, retribuirá a cada criatura moral o que esta tiver cometido através do corpo durante a sua vida terrena.

1 - COMO SE DARÁ?

Satanás é solto “durante pouco tempo” no final do milênio e enganará as nações e ataca Jerusalém (Ap 20.7-9).

2 - INTERVENÇÃO DIVINA

O fogo vindo de Deus devora satanás e as nações. Satanás é jogado no lago de fogo (Ap 20.9-10).

3 - ONDE SERÁ?

Certamente no espaço, pois em Ap 20.11 nos diz que diante do trono branco o céu e a terra figiu. Obs.: Isto é um ponto de vista nosso.

4 - QUEM SERÁ JULGADO? Todos os ímpios (Ap 20.11-15).

5- OBJETIVOS:

Mostrar que a justiça de Deus deve ser observada.

Punir os que rejeitaram a cristo.

Destruir a personificação do mal.

Obs.: E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte. E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo (Ap 20.11-15).



17 - A Nova Jerusalém 


Is caps. 65-66; 1 Pe 3.13; Ap 21.9-27.

I – DEFINIÇÃO

Conhecida como a Jerusalém celeste. Lugar onde Deus preparou para que estejamos eternamente como ele (Jo 14.1-4).

1 - Sua Localização: Cubo perfeito numa alusão ao santo dos santos do tabernáculo. 12 mil estádios Ap 21.16: Equivale 2.260 Km2. Isso na medida ou compreensão terrena, pois na divina será indescritível.

2 - Seu Aspecto: Também sua beleza é indescritível só temos uma noção em Ap 21.9-15, na visão de João, o apóstolo.

3 - Quem Morará? Todos os salvos de todas as épocas. Aleluia!



























 
 
 








 




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