ESCATOLOGIA
IGREJA
PENTECOSTAL
EL-BETEL
RENOVADA
ESCATOLOGIA
OK
I
- DEFINIÇÃO
ESCATHOS
E LOGOS,
são duas palavras gregas que constitui o termo “escatologia”. A
primeira palavra quer dizer “últimas
coisas”
a segunda “tratada
ou estudo”. Em
resumo, escatologia é o estudo acerca de coisas e eventos futuros
profetizados na Bíblia (Ap 1.1).
II
- A ESCATOLOGIA BÍBLICA TEM SUAS BASES:
1
- Na Revelação Divina.
A Bíblia é sem dúvida a revelação da vontade de Deus à
humanidade. Inicialmente, Deus escolheu a semente de Abrão, ou seja,
o povo de Israel, para revelar a sua vontade. Mas tarde Deus forma um
novo povo, a igreja, constituída de judeus e gentios, (Ef 2.11-19).
A partir de então, a igreja é o alvo da revelação divina. Agora
toda revelação aponta para o futuro e a igreja caminha neste mundo
com uma esperança, pois é identificada como “peregrina e
forasteira” 1 Pe 2.11. Ela existe por causa da esperança, Rm 5.2;
8.24 Ef 4.4; 1 Ts 4.13. Já o mundo pagão é o contrário, pois, se
fecha dentro de um fatalismo histórico, sem expectativas, sem
futuro, mas a Bíblia revela o futuro, e em toda história humana tem
sido assunto de interesse constante da parte do homem, e
principalmente neste século.
2
- No Campo da Profecia.Os
textos proféticos das escrituras tem sido a principal preocupação
do estudo da escatologia. Quando seguimos os princípios de
interpretação, observando o seu contexto histórico e doutrinário,
as verdades proféticas se tornam mais claras e definidas de modo que
passamos a perceber a inerrância e infalibilidade da Bíblia. O
apóstolo Pedro teve o cuidado de explicar essa questão: 2 Pe
1.19-21.
III
-QUATRO TIPOS DE ESCATOLOGIA.
Segundo
nos apresenta o dicionário Teológico da (CPAD).
1
- Escatologia Consistente:
Termo
nascido com Albert Schweitzer, segundo o qual as ações e a doutrina
de Cristo tinham um caráter essencialmente escatológico. É certo
que Jesus haja se preocupado em ensinar as doutrinas das últimas
coisas aos seus discípulos, todavia sua preocupação básica era a
salvação do ser humano. Além do mais Cristo não exagerou ou
deformou seus ensinos, pois, nele cada conselho de Deus teve o seu
devido lugar.
2
- Escatologia Idealista:
Corrente
doutrinária que relaciona a escatologia bíblica às verdades
infinitas. Os que defendem tal posicionamento alegam que a doutrina
das últimas coisas não terá qualquer efeito prático sobre a
história da humanidade. Porém eles se esquecem das profecias que já
se cumpriram.
3
- Escatologia Individual.
Estudo
das últimas coisas que fala a respeito exclusivamente do indivíduo,
tratando de sua morte, estado intermediário, ressurreição e
destino eterno. Neste contexto, nenhuma abordagem é feita, quer a
Israel, quer a igreja.
4
- Escatologia Realizada.
Ponto
de vista defendido por C.H. Dodd segundo o qual as previsões
escatológicas das sagradas escrituras foram todas cumpridas nos
tempos bíblicos. De acordo com o ensino de Dodd, já não nos resta
nenhuma expectativa profética. Segundo este equivocado pensamento a
segunda vinda de Cristo já foi realizada, também a grande
tribulação e o julgamento final já foi “consumado. Esse ponto de
vista, sem dúvida é contraditório com o genuíno ensino bíblico.
Aula 3 - Métodos
de Interpretação
Na
história da igreja não é de se admirar o surgimento de vários
métodos de interpretação concernente às escrituras proféticas,
eles têm contribuído para explicações e posições que obrigam os
cristãos a serem mais cautelosos nesse assunto que é escatologia.
As ideias mais divergentes têm sido quanto ao arrebatamento da
igreja. Alguns admitem que esse evento ocorrerá antes e outros creem
que se dará no meio da grande tribulação. Por isso devemos levar
em considerações pelo menos dois métodos de interpretação.
1
- Método Alegórico ou Figurado.
Quando
interpretamos uma profecia bíblica, sem atentarmos para o sentido
real, figurado ou literal, negamos o seu valor histórico, dando uma
interpretação de somenos importância.
Corremos
o risco de anular a revelação de Deus naquela profecia. Tanto as
palavras como os eventos proféticos perdem o seu real significado.
Quando o sentido de uma profecia é literal e se interpreta
alegoricamente, se está de fato, pervertendo o verdadeiro sentido da
escritura, e na maioria dos casos, é só pretexto particular de
pessoas que procuram um sentido mais profundo espiritual. Por
exemplo, os que interpretam o milênio alegoricamente.
Não
acreditam num milênio literal, pois acabam anulando a esperança da
igreja. O apóstolo Paulo ao escrever aos crentes na Galácia,
utilizou-o as figuras ilustrando o texto com fatos literais. Da
antiga dispensação, mas apresentou-as como sombras de eventos
futuros, Aleluia, (Gl 4.21-31).
2
- O Método Literal e Textual
Esse
é o método gramático-histórico. Isto é: se preocupa em dá um
sentido literal às palavras da profecia, interpretando-as conforme o
significado ordinário, de uso normal.
Uma
vez que cremos na inspiração plena das escrituras através do
Espírito Santo, devemos atentar para o fato de que há textos, que
tem apenas um sentido espiritual, sem que exija, obrigatoriamente,
uma interpretação literal ou figurada. Ambos os métodos são
válidos, mas devem ser utilizados com cuidado não pouco e muita
precisão.
Temos
o exemplo bíblico da apresentação de João Batista no texto de
João 1.6, que diz: “Houve um homem enviado de Deus, cujo nome era
João”. Notemos que o texto está falando literalmente de um homem,
cujo nome, de fato era João. Os termos empregados referem-se
literalmente a alguém fisicamente. Mas tarde, João Batista, ao
identificar Jesus, usou uma linguagem, figurada quando diz: ”Eis aí
o cordeiro de Deus”, João 1.29. Na verdade Jesus era um homem real
e literal, mas João usou a forma figurada para denotar o sentido
literal da pessoa de Jesus.
Aula 4 - Doutrina
da Morte - parte 1
“Portanto,
assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a
morte, assim também a morte passou a todos os homens, porquanto
todos pecaram”. (Rm 5.12).
Os
mortais sempre evitam falar, ou comentar a respeito da morte, embora
o viver humano encontre na sua jornada e todos os dias é ameaçado
por ela. Mesmo sem ser esse, um assunto simpático a humanidade,
entendemos na perspectiva bíblica e escatológica, que a morte é a
maldição divina contra o pecado e só Jesus foi capaz de cravar
essa maldição no lenho da sua cruz no calvário, Aleluia 1 Co
15.54-57.
I
-SISTEMAS FILOSÓFICOS QUE TRATAM DA MORTE.
1
- Existencialismo.
Preocupam-se
com a vida, mas reconhecem a presença da morte constante na
existência humana. Os seus filósofos veem a morte como o fim de uma
viagem ou como um perpetuo acompanhamento do ser humano desde o berço
até a sepultura. Para eles, a morte é um elemento natural da vida.
2
- Materialismo.
Não
admitem as coisas espirituais. Par eles, tudo é matéria. Entendem
que a matéria é incriada e indestrutível substância da quais
todas as coisas compõem e a qual todas se reduzem. Afirmam ainda
que, a geração e a corrupção das coisas obedecem a uma
necessidade natural, não sobrenatural, nem ao destino, mas as leis
físicas, portanto, o sentido espiritual da morte não é aceito
pelos materialistas.
3
- Estoicismo.
Os
estoicos seguem a ideia fatalista que ensina que a morte é algo
natural e devemos admiti-la sem temê-la, uma vez que os homens não
conseguem fugir do seu destino.
4
- Platonismo.
Platão
que foi considerado um dos grandes filósofos grego, não conseguiu
entender a real interpretação a respeito da morte, pois, ensina que
a matéria é má e desprezível, só o espírito é que importa.
Haja visto que a sabedoria dele não foi suficiente para ajudá-lo a
livrar-se do mau comportamento moral, pois era homossexual ativo como
relata o historiador romano Suetônico. (A bíblia através do
século. Pr. Antônio Gilberto).
II
-RAZÕES BÍBLICAS PARA A MORTE.
1
-
Necrológica.
A
palavra nekros
(no
grego)
quer dizer “morto”
refere-se aquilo que não tem vida, seja um cadáver ou matéria
inanimada. Essa palavra tem na sua raiz “nek”
o sentido de “calamidade”,
“infortúnio”
e passou a fazer parte do vocabulário médico par indicar o estado
de morte de um a pessoa, ou então par significar o processo de morte
em alguma parte do corpo, devido a alguma doença.
Do
ponto de vista bíblico, necrológico indica a parte física do
homem, seu corpo (soma), o escritor aos Hebreus fala da separação
que a morte faz entre o corpo e a parte espiritual do homem, quando
ele diz: ”O como aos homens está ordenado a morrerem uma vez;
vindo depois disso o juízo” (Hb 9.27). Esse texto indica que há
algo que sobre vive no homem após a morte, ou seja, após a necrose
do seu corpo.
2
- Antropológica.
Vem
de antropos
(vem
do grego),
que quer dizer “homem”
para fazer diferença com os animais irracionais. É o homem criado
por Deus com a capacidade de pensar, sentir, e realizar, (Gn 1.26,27
- 2.7). No âmbito na antropologia bíblica o corpo humano aparece
como uma dádiva de Deus ao homem e, por isso, o corpo tem a sua
própria dignidade. Do ponto de vista bíblico é dignificado pela
sua razão de ser, como instrumento de serviço e glorificação do
criador. Por isso, é o templo do espírito de Deus, 1 Co 3.16; 6.19.
Portanto, a razão antropológica nesse sentido refere-se ao que o
homem é o que pensa acerca da morte, como ele a enfrenta e o que
sobrevive dele depois da morte.
3
-Pneumatológica.
Trata-se
da parte espiritual do homem. A palavra “pneuma” refere-se ao
espírito. Em primeiro lugar valorizamos o corpo físico e a sua
dignidade na existência humana. Em segundo, tratamos do homem como
ser racional; Em terceiro preocupam-nos em revelar o milagre da
transformação do corpo físico do crente em corpo espiritual.
Nossos corpos materiais e mortais serão ressuscitados em “soma
pneumatikos”, Isto é “corpo espiritual”, 1 Co 15.54 - A nossa
esperança é que Cristo ressuscitou primeiro e definitivamente e,
assim, ele é o “primogênito dentre os mortos” Cl 1.18 - Ap 1.5
- A vitória de Cristo também foi tríplice, ele venceu a morte, o
túmulo e o diabo, At 2.24.
4
- Escatológica.
Nessa
parte habita a preocupação com a esperança. Qual é a esperança
cristã? É a ressurreição dos nossos corpos na vinda do Senhor, a
transformação dos mesmos, se estivermos vivos no arrebatamento da
igreja. 1 Co 15.54.
Aula 5 - Doutrina
da Morte - parte 2
III
- A BÍBLIA REJEITA FALSAS TEORIAS A RESPEITO DA MORTE ETERNA DOS
ÍMPIOS.
1
- Teoria Universalista.
Ensina que Deus é bom demais para excluir alguém. Jesus morreu por
todos, por isso todos serão salvos. Ver Hb 12.14; At 16.31; Mt
11.12; Rm 10.9ss. A bíblia é clara quando nos apresenta a salvação
em Cristo Jesus de forma condicional; se creres, atentarem,
permanecer, perseverar até o fim, obedecerdes.
2
- Teoria Restauracionista.
Ensina que Deus, ao final de todas as coisas, restaurará todas as
coisas, e todos, enfim, serão salvos. A bíblia diz: Jo 5.29; Mt
25.45,46; Ap 20.5.
3
- Teoria do purgatório.
Ensina que, quando uma pessoa morre neste mundo, tem a oportunidade
de recuperação num período probatório. Nesse período, a culpa
dos seus pecados cometidos poderá ser aliviada enquanto aquele
pecador paga por seus pecados, tendo, ainda, a ajuda da oração
pelos mortos da parte dos amigos e parentes. A bíblia refuta, Lc
23:43,44; João 14.6, ainda Lc 16.ss. 1 Tm 2.5.
4
- Teoria da Aniquilação.
Essa por sua vez, destaca a expressão “eterna perdição”, e a
traduzem por “eterna extinção”. Seus adeptos costumam basear-se
em 2 Ts 1.8,9. Vejamos a palavra “extinguir” no lugar de
“aniquilar” dá uma ideia que contraria a doutrina do castigo
eterno como ensinada na bíblia Mt 25.41... De fato, o sentido real
da expressão é de banimento da presença de Deus, e não de
extinção, como a folha de papel se extingue no fogo.
5
- A Bíblia Define a Morte.
O
sentido literal e metafórico da palavra morte.
a
- Separação.
No grego a palavra morte é thanatos
que quer dizer separação. A morte separa as partes materiais e
imateriais do ser humano. A matéria volta ao pó e a parte imaterial
separa-se e vai ao mundo dos mortos, sheol
- hades,
onde jaz no estado intermediário entre a morte e a ressurreição,
Mt 10.28; Lc 12.4 Ec 12.7 Gn 2.7.
b
- Saída ou partida.
A morte física é como a saída de um lugar para outro, Lc 9.31; 1
Pe 1.14-19.
c
- Cessação.
Cessa a existência da vida animal, física, Mt 2.20.
d
- Rompimento.
Ela rompe as relações naturais da vida material. Não há como
relacionar-se com as pessoas depois que morrem. A ideia de
comunicação que já morreram não passa de uma fraude diabólica.
e
- Distinção.
Ela distingue o temporal do eterno na vida humana. Toda criatura
humana não pode fugir do seu destino eterno: Salvação ou perdição,
Mt 10.28, Qual será a opção?
IV
-O SENTIDO BÍBLICO E DOUTRINÁRIO DA MORTE.
1-
A morte como o salário do pecado (Rm 6.23).
Há
muitos anos atrás o império romano pagava os seus soldados com sal.
O documento que permitia a retirada de uma determinada quantidade de
sal dos estoques imperiais tinha o nome latino de “salarium”,
o que gerou a palavra “salário”,
em português. Desde o dia de Roma até hoje, quando nos referimos a
um trabalhador que não cumpre os seus deveres de modo adequado,
dizemos que “ele não vale o salário que recebe”. Na referência
mencionada acima, o apóstolo Paulo usando uma linguagem figurada,
apresenta o pecado como um cruel feitor de escravos que dar a morte
como pagamento. Como pagamento, a morte não aniquila o pecador.
Quando morre, o pecador está ceifando na forma de corrupção aquilo
que plantou na forma de pecado, Gl 6.7,8 / 2 Co 5.10.Portanto a morte
física é o primeiro efeito externo e visível da ação do pecado.
Gn 2.17; 1 Co 15.21; Tg 1.15.
2
- A morte é sinal e fruto do pecado.
O
homem vive inevitavelmente dentro da esfera da morte e não pode
fugir da condenação. Somente quem tem a Cristo e o aceitou está
fora dessa esfera. Tiago o apóstolo do Senhor, nos mostra a relação
entre o pecado e declara que o pecado frutifica e gera a morte, Tg
1.14-15.
3
- No calvário Cristo venceu a morte.
Cristo
conforme a sua palavra e ação na cruz do calvário é a resposta
evidente e independente de quaisquer ideias filosóficas a respeito
da morte. Ele é sem dúvida a única solução para o problema do
pecado e a crueldade da morte, Rm 5.17 - Aleluia!
4
- Tipos distintos de morte.
a
- Morte Física.
O
texto que melhor elucida esta morte é II Sm 14.14, o que
acontece com o corpo morto quando é sepultado? Depois de alguns dias
terá se desfeito e esvaído como águas derramadas na terra. É isso
que a morte física acarreta literalmente.
b
- Morte Espiritual.
Este
tipo tem duplo sentido na perspectiva bíblica: negativo e positivo.
No sentido negativo, a morte pode ser identificada pela expressão
bíblica “morte no pecado”. É um estado de separação da
comunhão com Deus. Significa está debaixo do pecado, sob o seu
domínio.
Ef
2.1-5. O seu efeito é presente e futuro. No presente, refere-se a
uma condição temporal de quem está separado da vida de Deus Ef
4.18. No futuro, refere-se ao estado de eterna separação de Deus, o
que acontecerá no juízo final Mt 25.46. Já no sentido positivo, é
a morte espiritual experimentada pelo crente em relação ao mundo.
Isto é: a sua pena do pecado foi cancelada, e agora vive livre do
domínio do pecado Rm 6.14. Quanto ao futuro, o cristão autêntico
terá a vida eterna. Ou seja; A redenção do corpo do pecado Ap
21.27; 22.15.
c
- Morte Eterna.
É
conhecida na bíblia como a segunda morte, porque a primeira é
física Ap 2.11 - identificada como punição do pecado, assunto já
anteriormente argumentado Rm 6.23 - também denominada de castigo
eterno é a eterna separação do homem da presença de Deus, nesse a
bíblia afirma que fica impossibilitado o arrependimento e o perdão
Mt 25.46. Os ímpios, depois de julgados, receberão a punição da
rejeição que fizeram a graça de Deus e, serão lançados no geena
(lago de fogo) Ap 20.14-15; Mt 5.22,29-30; 23.14-15,33. Restringe-se
a penas aos ímpios, At 24.15. As falsas teorias que já citamos
anteriormente rejeitam esse ensino real da bíblia
A
Morte é Para o Cristão:
A porta que se abre para o céu de glória. Quando o cristão morre,
ele descansa, dorme 2 Ts 1.7. Além de tudo a morte significa para o
crente salvo, a vitória, ganho segundo a bíblia. A palavra de Deus
ainda afirma que para os salvos em Cristo a morte é agradável aos
olhos do Senhor, Sl 116.15. Diz também, que o morrer em Cristo é
estar “presente com o Senhor” 2 Co 5.18 Aleluia!!
Aula 6 - Estado
Intermediário dos Mortos
I
- ARGUMENTOS ACERCA DO ESTADO INTERMEDIÁRIO DOS MORTOS
O
estado intermediário representa um lugar espiritual fixo onde as
almas e os espíritos dos mortos aguardam a ressurreição de seus
corpos, para apresentarem-se, posteriormente, perante o supremo juiz.
1
- Argumento Bibliológico.
A maioria dos israelitas, porém olhava para a vida com uma atitude
positiva (Sl 128.5-6). O suicídio era extremamente raro, e uma vida
longa era considerada uma benção de deus (Sl 91.16). A morte trazia
tristeza, usualmente expressada com lamentações em voz alta e com
luto profundo (Mt 9.23; Lc 8.52). “Os costumes israelitas de
sepultamento eram diferentes daqueles praticados pelos povos em
derredor. Os túmulos dos Faraós ficavam repletos de móveis e de
muitos outros objetos visando proporcionar-lhes o mesmo nível de
vida no além. Os cananitas colocavam uma lâmpada, um vasilhame de
óleo e um vaso de alimentos no esquife de cada pessoa sepultada. Os
israelitas agiam de outra forma. O corpo, era envolvido em pano de
linho, usualmente ungido com especiarias, era simplesmente deitado no
túmulo ou enterrado numa cova. Isso não significa, porém, que não
acreditassem na vida. Falavam ainda, da ida do espírito a um lugar
que, em hebraico, era chamado “Sheol”, às vezes, mencionavam a
presença de Deus. (sobre sheol falaremos um pouco mais adiante).
2
- Argumento Histórico.
É certo que a questão da vida além-morte não está fundamentada
apenas em teorias e conjecturas filosóficas, se fosse assim ela já
teria desaparecido. A própria experiência da humanidade tem se
tornado e provado a crença na imortalidade.
3
- Argumento Teleológico.
Procuram provar que a vida do ser humano tem uma finalidade além da
própria vida física. Há algo que vai além da matéria de nossos
corpos, é a parte espiritual. Quando Jesus Cristo aboliu a morte e
trouxe à luz a vida e a incorrupção, estava, de fato, desfazendo a
morte espiritual e concedendo a vida eterna, a imortalidade (2 Tm
1.10). A vida humana tem uma finalidade superior, uma razão de ser,
um desígnio. Com isso fica claro e evidente que, a nossa vida humana
tem um propósito elevado, além de renovar a nossa esperança de
estar para sempre com o Senhor.
4
- Argumento Moral.Dentro
de cada ser humano, existe um governador moral chamado consciência
que rege as suas ações. Sua existência dentro do espírito humano
indica sua função interna, como um sensor moral, aliado à
soberania divina.
5
- Argumento Metafísico.Os
elementos imateriais do ser humano, denunciam o sentido metafísico
que compõe a sua alma e espírito. Esses elementos são
indissolúveis; portanto, como evitar a realidade da vida além-morte?
É possível! A palavra imortalidade no grego é “Athanasia”
e significa literalmente ausência de morte. No sentido pleno,
somente Deus possui vida total, imperecível e imortal (1 Tm 1.7).
Ele é a fonte de vida eterna e ninguém mais pode dá-la. No sentido
relativo, o crente possui imortalidade conquistada pelos méritos de
Jesus no calvário (1 Tm 1.8-12).
II
-TEORIAS ANTI-BÍBLICAS, ACERCA DO ESTADO INTERMEDIÁRIO.
1
- Teorias Reencarnacionista.Várias
religiões, por causa do seu conceito cíclico da história, ensinam
à reencarnação. Segundo essa doutrina a pessoa recebe uma nova
identidade, e nasce noutra vida como animal, um ser humano, ou até
mesmo um deus. Sustentam que as ações da pessoa geram uma força,
karma, que exige a transmigração das almas e determina o destino da
pessoa da próxima existência. Também gostam de usar o texto de
Lucas 16.22,23, para afirmarem que os mortos podem ajudar os vivos.
Mas Jesus ao ensinar sobre o assunto, declarou que era impossível
que Lázaro ou algum outro que estivesse no paraíso saísse do lugar
para entregar mensagem aos familiares do rico. Jesus disse que os
vivos tinham “a lei e os profetas” isto é, eles tinham as
escrituras. Usam também equivocamente (Jo 3.3) e outros textos
bíblicos isolados para alimentarem as suas distorcidas opinião sobe
esse assunto (vida além - morte).Na verdade o estado intermediário
não é um lugar de migrações e perambulações espaciais como
afirma os reecarnacionistas ou espirituais como também são
conhecidos. A bíblia refuta (Dt 18.9-14; Jó 7.9,10; Ec 9.5-6; Lc
16.31)
2
- Teoria do Purgatório.
Heresia
essa criada e defendida pelos católicos romanos para identificar o
sheol-Hades, que segundo eles é um é lugar de prova e proporciona
uma segunda oportunidade, para as almas daquelas pessoas que não
conseguiram se purificarem o suficiente para galgarem o céu. Afinal
se a doutrina do purgatório fosse uma realidade, então a obra de
Cristo não teria sido completa. Se alguém quer garantir sua
salvação precisa garanti-la em vida física. Depois da morte, só
resta à ressurreição (Jo 5.28-29).
3
- Teoria Limbus Patrum.O
vocábulo Limbus
significa borda, orla. A ideia é paralela ao purgatório e foi
criada pelos católicos romanos para denotar um lugar na orla ou
borda do inferno, onde as almas dos antigos santos ficavam até a
ressurreição. Ensina ainda essa igreja que Limbus
Patrum
(pais) era aquela orla do inferno onde Cristo desceu após sua morte
na cruz, para libertar os pais (santos do A.T). Do seu confinamento
temporário e leva-los em triunfo para o céu. Identificam o “seio
de Abraão) como sendo limbus
patrum
(Lc 16.23) - Assim não existe uma orla para os pais (santos antigos)
também não existe limbus
patrum
na bíblia.
4
- Teoria limbus Infantus.A
palavra infantus
refere-se à criança. Na doutrina romana, havia no sheol-hades um
lugar especial de habitação das almas de todas as crianças não
batizadas. Segundo essa doutrina, nenhuma criança não batizada pode
entrar no céu. Por outro lado, é inaceitável a ideia do limbus
infantus
como um lugar de prova, também para crianças.
III
- A VERDADEIRA DOUTRINA BÍBLICA DO ESTADO INTERMEDIÁRIO.
1
- Habitação Espiritual fixa e temporal.Biblicamente
falando, o estado intermediário é um modo de existir entre a morte
física e a ressurreição final do corpo sepultado. No Antigo
Testamento esse lugar é identificado como sheol (no hebraico), e no
Novo Testamento como hades (no grego\0 os dois termos dizem respeito
o reino da morte (Is 18.5; 2 Sm 22.5,6). É lugar espiritual em que
as almas e espíritos dos mortos habitam fixamente até que seus
corpos sejam ressuscitados, para a vida eterna ou para a perdição
eterna. É o estado das almas e espíritos, fora dos seus corpos,
aguardando o tempo em que terão de comparecer perante Deus.
2
- É um Lugar de Consciência ativa e ação racional.Mais
uma vez enfatizamos aqui, o que Jesus descreveu sobre a conversa do
rico Lázaro (Lc 16.19-31). Em consonância como assunto, o apóstolo
PAULO descreve-o no que se refere aos salvos, como um lugar comunhão
com o Senhor (2 Co 5.6-9; Fp 1.23). A bíblia denomina-o como um
lugar de consolação “seio de Abraão” ou “paraíso” (Lc
16.22-25; 2 Co 12.2-4).
Se
fosse um lugar neutro para as almas e espíritos dos mortos, não
haveria razão para Jesus identifica-los com os nomes que deu. Da
mesma forma, “o lugar de tormento” não teria razão de ser, se
não houvesse consciência naquele lugar. Rejeita-se segundo a
bíblia, a teoria de que o sheol-hades é um lugar de repouso
inconsciente. A bíblia fala dos crentes falecidos como os “que
dormem no Senhor (1 Co 15.6; 1 Ts 4.13), e isto não se refere a uma
forma de dormir inconsciente, mas de repouso, de descanso. As
atividades existentes no sheol-hades não implicam que os mortos
possam sair daquele lugar, mas que estão retidos até a ressurreição
de seus corpos para apresentar-se perante o Senhor (Lc 16.19-31;
23.43; At 7.59)
3
– Sheol/Hades, Antes e Depois do Calvário.
a
- Antes do Calvário.
O
Sheol/hades dividia-se em três partes distintas.
1ª
PARTE
Paraíso - Seio de Abraão - Lugar de Consolação / Lc 16.22-25.
2ª
PARTE
Abismo - Lugar de trevas - Prisão eterna. Lá podem ter sido
aprisionados os anjos caídos - Lc 16.26 / 2 Pe 2.4 / Jd 7. Onde não
há contato com esses espíritos caídos.
3ª
PARTE
Parte dos ímpios - Lugar de tormentos - Lc 16.23. Onde se encontra o
rico depois de sua morte.
b
-Depois do Calvário
Houve
uma mudança dentro do mundo das almas e espíritos dos mortos após
o evento do calvário Ef 4.9-10 / Ap 1.17-18. A parte do “paraíso”
foi translada para o terceiro céu, na presença de Deus, 2 Co
12.2,4. Separando-se completamente das partes inferiores onde
continuam os mortos. Quanto a mudança do paraíso para o terceiro
céu, somente os justos gozam deste estado de gozo inexplicável.
Aleluia!
ARGUMENTO
TEOLÓGICO
- A palavra “paraíso” é de origem persa e significa uma espécie
de jardim, usada simbolicamente quanto ao lugar dos justos mortos. No
paraíso Lázaro podia conversar com o rico que ali sofria o tormento
dos ímpios, havendo entres eles um “abismo” instransponível (Lc
16.18-31). Depois de sua morte Jesus esteve “três dias e três
noites” no coração da terra. Paulo descreve esse lugar como as
regiões inferiores da terra (Ef 4.9).
Portanto
entendemos que o paraíso em que Jesus e o malfeitor (agora
convertido) entraram estava no coração da terra. Foi nessa descida
no hades, que Cristo efetuou uma grande e permanente mudança na
região dos salvos, isto é, nas condições dos justos mortos. Ali
Jesus anunciou a sua vitória aos espíritos retidos. Conforme disse
o apóstolo S. Pedro (1 Pe 3.18-20). A palavra usada no original
implica em anunciar, comunicar, não pregar, como se entende em
homilética.
Aula 7 - Doutrina
da Ressurreição dos Mortos
I
– A RESSURREIÇÃO EM SÍNTESE
A
ressurreição dos mortos é obra especifica de Deus, e diz respeito
à revivificação dos corpos físicos. Essa doutrina está baseada
essencialmente sobre o fato da ressurreição de Cristo. O mestre
além de enfatizar essa doutrina ele deu um sentido especial (Jo
5.28,29) - Deixando claro que não haverá uma única, geral e
simultânea ressurreição para os mortos, e assim, que acontecerá
em duas fases distintas: Ressurreição dos justos e a dos ímpios.
1
– Ressurreição no sentido original.Duas
palavras gregas (anastasis e Egeiró). Indicam; Tornar a vida,
levantar, erguer-se despertar, acordar.
2–
Sentido Doutrinário
a
- Outorga a vida que havia se extinguido fisicamente. É também o
ato daquilo que haviaestado no sepulcro.
Às
vezes aparecem na bíblia com a expressão “ressurreição dos
mortos” (1 Co 15.12-13, 21,42). Que se refere a uma ressurreição
geral, de justos e ímpios.
b
- Ressurreição dos Justos.
Traduz
por ressurreição de entre os mortos, que quer dizer os mortos
tirados do meio de outros mortos.
II
- RESSURREIÇÃO NO HÂMBITO GERAL DA BÍBLIA
1
- Vários personagens do A.T mostram sua crença e confiança na
ressurreição.
-
Abraão
acreditava - Gn 22.5; Hb 11.17-19.
-
Jó
declarou confiança no ato - Jó 19.25-27.
-
Um
dos filhos de Core - Sl 49.15.
-
Isaias
acreditava e profetizava a respeito - Is 26.19
-
Daniel
também declarou sua crença - Dn 12.2-3.
-
Oséias
fez o mesmo - Os 13.14.
2
- No Novo Testamento também houve vários personagens que abordaram
sobre o assunto.
-
O
próprio Jesus ensinou - Jo 5.28-29; 6.39-40 44,54; Lc 14.13,14;
20.35,36.
-
Ensinada
pelos apóstolos e pais da igreja primitiva - At 4.2.
c.
Paulo pregou em Atenas, na Grécia sobre esse assunto e repetiu aos
filipenses At 17.18; Fp 3.11. 1 Co 15.20. 1 Ts 4.14-16. Perante o
governador Félix At 24.15.
d.
O apóstolo João relatou e ensinou sobre o assunto - Ap 20.4-6.
3
- Alguns exemplos de ressurreição literais da bíblia.
a)
Antigo Testamento.
O filho da mulher sunamita 2 Rs 4.32-37.
Quando
um grupo de moabitas, para fugir de uma perseguição inimiga, lançou
o seu morto na cova onde estava os restos mortais do profeta Elizeu -
2 Rs 13.20-21.0.
b)
No Novo Testamento.
A
filha de Jairo - Mt 9.24-25
O
filho da viúva de Naim - Lc 7.13-15.
O
amigo de Jesus, Lázaro - Jo 11.43-44.
O
próprio Jesus venceu a morte e reviveu - Lc 24.6.
Corpos
dos santos mortos anteriormente ressuscitaram e foram vistos em
Jerusalém Mt 27.52-53. E o mais interessante que isso aconteceu
depois da ressurreição de Jesus Cristo.
Posteriormente
Pedro orou e o Senhor fez reviver a Dorcas At 9.37-40,41.
III
- TIPOS DE RESSURREIÇÃO
1
- Nacional.É
em linguagem metafórica, a restauração e renovação do povo de
Israel em termos políticos, materiais e espirituais (Dt 4.23-30;
28.62-64; Lv 26.14-25; Ez 11.17; 36.24,28; 37.21; Jr 24.6).
Terá
o seu cumprimento cabal, na vinda pessoal do Messias, o Senhor Jesus
(Zc 14.1-5).
2
- Espiritual.
Também
no seu sentido metafórico a um renascimento espiritual dos que,
tendo estado mortos em delitos e pecados (Ef 2.1). Foram vivificados
espiritualmente (Rm 6.4). Quanto ao sentido literal tange a
ressurreição corporal. O aspecto físico diz respeito a
ressurreição dos corpos levantados da sepultura, os quais sofreram
uma metamorfose, isto é, uma transformação do físico para o
espiritual - 1 Co 15.52; 1 Ts 4.17-17.
3
- Física.Esse
tipo de ressurreição é distinguido sob dois ângulos: O temporal e
o escatológico. No sentido temporal, temos o exemplo de pessoas que
morreram, foram sepultadas, e pelo poder de Deus ressuscitou:
Posteriormente, voltaram a morrer (2 Rs 4.32-37; Mt 9.24-25). No
sentido escatológico, tanto os justos quantos os ímpios vão
ressuscitar fisicamente. Os justos levantar-se-ão dos seus sepulcros
na vinda do Senhor (1 Co 15.44-52; Jo 5.29). Os ímpios se
levantarão, não com os santos, mas no fim de todas as coisas, no
juízo final (Ap 20.11-15).
IV
- EXPLICAÇÃO
SOBRE A RESSURREIÇÃO DOS JUSTOS E A DOS IMPIOS.
1
- Primeira Ressurreição
a
- Quanto ao tempo. Divide-se
em três fases distintas. A primeira fase refere-se a ressurreição
de Cristo e de muitos santos do Antigo Testamento, identificados como
as “primícias dos mortos’ (1 Co 15.20; Mt 27.52-53). Jesus e
aqueles santos ressurretos são o primeiro molho de trigo colhido (Lv
23.10-12; 1 Co 15.23).
Jesus
foi o grão de trigo que caiu na terra, morreu, e produziu muito
fruto (Jo 12.24), isto é, aquele grupo de pessoas (Mt 27.52-53).
A
segunda refere-se à ressurreição dos mortos em cristo na era
neotestamentária, a qual se efetuará no chamamento especial por
ocasião da volta do Senhor Jesus sobre as nuvens (1 Co 15.51-52; 1
Ts 4.14-17 - Essa ressurreição está relacionada a colheita geral;
A
terceira fase da primeira ressurreição refere-se aqueles mortos no
período da grande tribulação, os quais são chamados de “mártires
da grande tribulação’. Refere-se ao restolho da ceifa, isto é:
as respigas da colheita (Ap 6.9-11; 7.9-19; 14.1-5; 20.4-5).
b
- A natureza dos corpos ressurretos. Não
importa como os corpos foram sepultados, se em covas na terra, ou em
fundo dos mares e rios, queimados. Na realidade os mesmos corpos
mortos serão ressuscitados. Já no caso dos mortos em Cristo, seus
corpos serão transformados (1 Co 15.35-38) - iguais ao corpo
ressurreto de Cristo (Ap 3.21).
2
- A Segunda Ressurreição
a
- Quanto tempo. Já
abordamos anteriormente que Jesus distinguiu as duas ressurreições:
A DOS JUSTOS E A DOS IMPIOS (Jo 5.28-29). Alguns interpretes entendem
a ressurreição dos mortos como um só evento, num mesmo tempo.
Declaram que a única distinção é que “uns ressuscitam para a
vida” e outros “para a perdição”. Essa teoria não pode nem
merece crédito, pois no estudo mais cuidadoso percebemos que haverá
um intervalo entre duas ressurreições (a dos justos e a dos ímpios)
como já explica dentro desse assunto.
b
- A Natureza dos Corpos Ressuscitados dos Ímpios. Quanto
à ressurreição o processo será o mesmo que o dos justos. Seus
corpos terão todas as partículas físicas reunidas e transformadas
em corpos espirituais, mas sem qualquer glória. A semelhança dos
justos no hades, as almas e espíritos se unirão aos seus corpos
sepultados para serem julgados por suas obras (Ap 20.12; Dn 12.2).
Nenhuma glória, nenhuma beleza, mas totalmente inglório, para que
sejam prestadas as contas perante o supremo Juiz (Hb 4.13; 9.27; Rm
2.5,6.
c
- O Estado Final dos Ímpios. Os
ímpios ressuscitarão para uma “segunda morte’ não significa
aniquilamento, mas banimento da presença de Deus (1 Ts 1.9). Esse
banimento implica que todos os ímpios serão lançados em Geena,
chamado “lago de fogo” (Mt 25.41,46) - Que arde continuamente com
fogo inapagável. O tormento eterno (Ap 14.10,11).
V
- CINCO ASPECTOS DA NATUREZA DA RESSURREIÇÃO
1
- Seletiva e não Discriminativa.Deus
não seleciona raça, nação, tribo ou classe social para a
salvação. Porém, a ressurreição será seletiva em relação aos
que fazem parte da primeira e os da segunda, ou seja, ela será
seletiva quanto ao modo como se processará.
2
- A Ressurreição será Universal.Porque
os justos e injustos hão de ressuscitar (Jo 5.28,29; At 21.14,15). A
bíblia descreve esse fato como a “ressurreição dos mortos” que
tem um caráter geral.
3
- A Ressurreição na sua Duplicidade.(Será
dupla) - porque se trata da distribuição dos justos e dos ímpios
(Jo 5.29; Dn 12.2; Ap 20.13-15). Os justos participarão da primeira
ressurreição. Os ímpios por sua vez participarão da segunda
ressurreição (Ap 20.13-15).
4
- A Ressurreição Literal e corporal.
Jesus ressuscitou corporalmente, por isso, o seu corpo ressurreto,
mesmo estando revestido de espiritualidade, podia ser tocado e visto
(Lc 24.39; At 1.9-11). Quando a bíblia fala de “corpo espiritual”
não anula a realidade da ressurreição de um corpo material, porque
o mesmo será revestido de um corpo espiritual (1 Co 15.42).
5
- A Ressurreição é Obra da Trindade Divina.
Há uma relação triuna na obra da ressurreição. Há textos
bíblicos que atribuem à ressurreição a Deus, sem especificar qual
a pessoa da trindade (Mt 22.29; 1 Co 1.9). Algumas vezes a obra da
ressurreição é atribuída ao filho Jesus (Jo 5.21-25,28,29;
6.38-40,44,54; 1 Ts 4.16). Outras vezes, temos a mesma obra atribuída
ao Espírito santo (Rm 8.11). Não há divisão, nem competição
entre as três pessoas da trindade.
Aula 8 - Sinais
da Vinda de Cristo
I
– RELAÇÃO DE SINAIS NA BÍBLIA
1
- Sinais precedidos por Deus desde a criação de todas as coisas.
Gênesis 1.14 - muitos acontecimentos relatados na bíblia estão
precedidos por sinais, como:
-
Deus
pôs um sinal em Caim Gn 4.15.
-
Houve
um sinal de aliança de Deus com os homens nos dias de Noé - Gn
9.12-13.
-
Deus
ao encorajar Moisés, usa sinais - Ex 4.8.
-
O
fogo consome duzentos e cinquenta homens que se opõem a Moisés,
sendo assim como um sinal em que Deus estava com Moisés - Nm 26.10.
-
Doze
pedras foram por sinal em que Deus fez Josué e todo o seu povo
passar o Jordão de pé enxuto - Js 4.6.
-
Gideão
pede um sinal - Jz 6.17.
-
Sinal
na profecia contra a casa de Elias - Sm 2.34
-
Na
profecia do nascimento de Josias, houve um sinal quando o profeta
predisse - 1 Rs 13.3.
-
Isaias
fala de um sinal para o nascimento de Cristo - Is 7.14.
-
Sinal
de castigo nos dias de Jeremias - Jr 44.9.
-
Ezequiel,
um profeta enviado por Deus a casa de Israel por sinal - Ez 12.6.
-
Até
o rei Nabucodonozor reconheceu sinais de Deus - Dn 4.2,3.
-
JESUS
enfatiza o sinal do profeta Jonas no ventre do peixe, semelhante ao
estado do seu corpo físico entre a sua morte e ressurreição - Mt
12.39.
-
Haverá
sinais para os que crerem no nome de Jesus - Mc 16.17.
-
Os
discípulos indagam a respeito da vinda de Cristo e do fim do mundo,
e o mestre Jesus responde relatando sobre os sinais - Mt 24.3.
II
- CATEGORIAS DE SINAIS QUE PRECEDERÃO A VINDA DE CRISTO.
-
Sinal
Histórico
- No
ano 70 d.C. O general Tito com seus exércitos entrou em Jerusalém
e destruiu tudo, inclusive o templo.de fato, não ficou pedra sobre
pedra. Mt 24.1,2.
-
Sinais
Atuais
- Principio
de dores - A angustia na terra - Mt 24.8; Lc 21.25.
-
Sinal
em Cima no Céu.
Espanto, fumaça, fofo, trevas, sangue. At 2.19; Jl 2.30,31; Lc
21.11.
-
Sinais
na Terra-
O
véu do templo se rasga - Mt 2.6,7, terremotos - rumores de guerras.
Os mortos ressuscitam. Mt 27.51; At 2.19; Fumaça, sangue, fogo. Lc
21.11,12.
-
Sinais
na Vida Religiosa
- Falsos
cristãos - tomentos, mortes, ódio, por causa do nome de Cristo. Mt
24.5,9,10.
-
Esfriamento
do amor a Cristo.
Lc 1.12; Ap 6.9-11. Falsos profetas Mt 24.11.
-
Sinais
na Vida Social -
Os
povos desaparecidos comprometidos mais com os prazeres terrenos Lc
17:26-28. Mt 24.37,38.
-
Ricos
opressores prantearão e chorarão as suas riquezas
- escândalos, traição, aborrecimentos Tg 5.1-6; Mt 21.10.
-
Sinal
Entre as Nações -
Nação
contra nação e reino contra reino Mt 24.7.
-
Sinal
na Vida Física.
Pestes,
fomes, princípios de dores Mt 24.7,8.
-
Sinais
na Vida Moral -
Corrupção
e degradação do gênero humano como nunca visto. Violência,
pornografia, ameaças ao casamento. Lc 17.28-30; 2 Tm 3.1-9; 1 Tm
4.3.
-
Sinal
entre o povo de Deus
- Esfriamento
espiritual acompanhado da apostasia - Comodismo, egolatrismo
espiritual - Distorções doutrinárias, etc.
-
O
ÚLTIMO SINAL
- O
evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho as
todas as gentes, então virá o fim. Mt 24.13,14.
III
- EM DESTAQUE, DOIS SINAIS CONCRETOS DA VINDA DO SENHOR INDICADOS EM
MT 24.7 E EM LC 21.11
1
- A Possibilidade de uma Terceira Guerra Mundial.Os
poderes químicos, bélicos e atômicos de algumas nações, são
assustadores. Antes de uma catástrofe mundial, certamente o Senhor
virá e arrebatará a sua igreja.
2
- A Produção de alimentos está comprometida.Por
causa de alimentos químicos e outros, em decorrência da ganância e
da falta de temor a Deus. Só no século 20 a estatística mundial
apresenta mais de 6.500 terremotos que muito tem contribuído para a
falta de alimentos.
AULA
9 O Relógio Escatológico
-
Israel
é o eixo central do programa escatológico divino.
-
Predição
sobre a dispersão de Israel Lv 26.33,36, 37.
-
As
promessas de Deus ao pai da nação israelita, Abraão. Gn 12.1,2,
7; 17.8.
-
Deus
continua fiel as suas promessas Dt 7.9; 32.9-11; Sl 89.1.
-
Predição
da volta de Israel à sua terra Jr 24.6; Ez 36.24,28.
-
A
promessa de restauração material e espiritual de Israel Am
9.14,15; Jl 2.28-32; Ez 34.27,28.
-
A
restauração de Israel no “dia da angustia de Jacó” Ez
37.21-28; jr 30.9; Ez 34.23; 5.3,5.
-
E
disse-lhe uma parábola: “Olha para a figueira e para todas as
árvores. Quando já começam a brotar, vós sabeis por vós mesmos,
vendo-as, que perto está o verão” Lc 21.27,30.
I
- DISPERSÃO E REGRESSO DE ISRAEL.
Dispersão
em agosto de 586 a.C. Nabucodonozor, rei da Babilônia, destruiu
Jerusalém e o templo com fogo e exilou o povo na Babilônia,
lembrando que o mesmo já havia levado uma boa parte dos judeus
cativos. 2 Rs 24.20: 25.21: Jr 32.24. A partir dessa data (586) é
que se contam os setenta anos de cativeiro de Israel na Babilônia.
REGRESSO
- O retorno se deu pelo edito de Ciro (Ez 1.1-4) e Artaxexes (Ed 7) e
foi considerado os setentas anos só depois da construção e
dedicação do templo em (516 a.C). Segundo alguns estudiosos este
acontecimento tem alguma relação com as setentas semanas de Daniel
(Dn 9.24). Pois ainda veem um cumprimento parcial pelo
estabelecimento do estado moderno de Israel, em 1948. Sendo assim,
nesse âmbito a profecia terá finalmente o seu cumprimento no reino
milenial.
II
- DUAS REUNIÕES IMPORTANTES NA TERRA DE ISRAEL.
1
- A Primeira. Diz
respeito ao sentimento de volta ao lar que tiveram todos os
israelitas dispersos pelas nações. Esse sentimento se tornou forte
com o movimento sionista iniciado em 1897 por Teodoro Herzl. Pouco a
pouco, sistematicamente, o povo começou a voltar. Não era
simplesmente um sentimento de homem ou de um povo, e, sim, um impulso
do Espírito de Deus na mente e no coração de cada judeu disperso,
cumprimento da palavra de Deus (Jr 24.6; Ez 36.24-28). Em 1948,
Israel já estava bem instalado na Palestina e a sua proclamação
pela ONU como Estado foi o clímax da efetivação da promessa divina
quanto ao seu retorno.
2
- A Segunda.Acontecerá
no futuro próximo por ocasião da “angustia de Jacó”, conhecida
como a grande tribulação (Ap 16.12-21). Esse evento será terrível
para Israel e estará mobilizado para a grande batalha do Armagedom.
Os governantes da terra estarão reunidos com seus exércitos e armas
destrutivas para o maior combate já registrado no cenário da
história humana. Talvez seja a terceira guerra mundial, haja vista
que se acontecer pelo domínio do próprio homem, não sobrará
ninguém nem que seja para contar a história, devido à evolução
cientifica e tecnológica, mas nesse dia Cristo assumirá o comando e
lutará por Israel.
III
- A DESTRUIÇÃO PROGRESSIVA DO POVO DO NORTE
1
- Os textos de Ezequiel 38-39 e Jl 2.20 tratam a respeito da profecia
bíblica sobre um bloco de nações ao norte de Israel.
Por
causa das etnias dos povos que habitam aquela região vários nomes
geográficos podem ser identificados.
Magogue,
Meseque, e Tubal - Regiões ocupadas pelos antigos citas e tártaros,
as quais hoje correspondem à Rússia. O nome Meseque converteu-se em
Moscou mou Moskua. (Ez 38.2,3)
TUBAL
- É moderna cidade Russa de tobolsk em (Ez 38.2). Temos a palavra
“chefe” tradução do termo rosh, dando ideia do nome Rússia.
NAS
NAÇÕES ALIADAS
- Gômer, Togarma, (Ez 38.6) Gômer veio a ser Germânia (atual
Alemanha) e Togarma corresponde a Armênia e a Turquia. Em (Ez 38.5).
Destacam-se os Persas, os Etíopes e Pute. Hoje os Persas são o Irã,
Os Etíopes a Etiópia e, Pute a Líbia.
2
- Queda e Ressurgimento da Confederação do Norte
É
bom entendermos que a queda da União Soviética não significa que a
profecia tenha perdida a validade. Na verdade, essa potência mundial
está se levantando e mostrando sua força, quando se esforça para
participar das conversações de paz entre Israel e os países
árabes, as quais ela sempre apoiou. Ela perdeu o seu poder sobre o
aludido bloco das nações, e alguns estudiosos interpretam essa
queda como algo para acontecer em plenitude no futuro. Parte dessa
profecia já começou a ter o seu cumprimento porque a Rússia caiu
como potência econômica.
3
- A Confederação do Norte Combaterá a Besta na Grande Tribulação.
Segundo
a profecia estudada, o líder de Gogue, colocará seus exércitos
contra a autoridade da besta, ou seja, o anticristo (Ez 38.2-6).
Gogue chefe da terra invadirá a terra de Israel nos últimos dias
(Ez 38.8-16) - provavelmente no período da grande tribulação. Os
motivos principais para a invasão do “rei do Note” estão
expostos em (Ez 38.11,12). A ideia de “tomar o despojo e arrebatar
a presa” não é difícil entender pelo fato de a antiga União
Soviética ter perdido seus principais intelectuais e cientistas (na
maioria judeus), os quais retornaram para Israel. Diz a bíblia que
esse invasor será destruído pela internação divina (Ez 38.20).
Nos montes de Israel (Ez 39.4). Não tem nada a ver com a batalha do
Armagedom e a guerra no início da “semana profética” de Daniel
(Dn 9.27). A batalha do Armagedom se dará no final da “semana” e
o seu líder será o anticristo (Zc 12.3).
IV
- RESSURGIMENTO DO ANTIGO IMPÉRIO ROMANO
Textos
Dn 2.33,34, 44; 9.24-27; 7.7,8 24,25; Ap 13.3,7, 17; 12,13. Relativos
à profecia sobre uma confederação de nações formadas na área
geográfica do antigo império Romano.
1
- O Sentido Duplo da Interpretação.
Essa
profecia, numa parte refere-se literalmente aquelas nações
adjacentes ao mediterrâneo, as quais formavam o núcleo do império
romano e, na outra parte, figuradamente referem-se apenas as
características daquele império. Tal como existiu o império
Romano, também, se levantará um da mesma forma dentro da realidade
atual.
2-
A União europeia, Uma Sombra do Antigo Império Romano.
Especula-se
muito sobre a atual União Europeia como um retrato dessa
confederação profetizada. Não temos base consistente na bíblia
para afirmar positivamente. Mas não podemos evitar o fato de que as
características dessa confederação profetizada (Dn 2.33,34, 44),
conferem com a profecia de Daniel. É perigo fazer suposições e
estabelecê-las como fatos. Por isso, o aconselhável é ficarmos
dentro dos limites impostos pela profecia bíblica. Até porque a
evidência dos sinais da vinda do Senhor JESUS em nossos dias é
fortalecida pela certeza profética e do seu cumprimento.
Sem
Dúvida, Israel é a Figueira Brotando.
Aula 10 - O
Arrebatamento - parte 1
I
– DEFINIÇÃO Referências
1 Ts 4.13-18; Jo 14.3.
No
português vem do verbo “arrebatar”,
no latim “raptar”
da palavra “raptus”,
ambas significa tirar com força. No grego vem do verbo “harpazo”
significa rapidez, algo repentino, e encontramos várias palavras
relativas ao arrebatamento, mas destacaremos duas palavras
principais:
-
Parousia:
Literalmente quer dizer “presença”,
“chegada rápida”, “visita”.
Ocorre 24 vezes. O seu sentido abrange tanto a vinda de Cristo até
ou sobre as nuvens, como também pode referir-se a vinda de Cristo
pessoa a terra, 1 Co 15.23; 1 Ts 2.19; 4.13; 5.23; 2 Ts 2.1; Tg
5.7,8.
-
Epiphanéia:
Literalmente significa “manifestação”,
“vir a luz”, “resplandecer” ou “brilhar”,
enquanto “parousia”, abrange a volta de Cristo tanto a igreja a
ao mundo, o termo “epiphanéia” já tem um sentido mais
especifico a volta pessoal e gloriosa de Cristo a terra 1 Ts 2.8; 1
Tm 6.14; 2 Tm 4.6-8.
II
-A SEGUNDA VOLTA DE CRISTO EM DUAS ETAPAS DISTINTAS.
1°
Etapa.
Cristo
virá até ou sobre as nuvens (1 Ts 4.17) - será de modo invisível
para a terra, porque virá para os seus santos nos ares.
Nessa
primeira etapa Cristo virá com poder e voz de arcanjo e arrebatará,
num abrir e fechar de olhos a sua igreja redimida pelo sangue (1 Co
15.52).
2ª
Etapa.
Essa
etapa terá o seu cumprimento no final dos sete anos da grande
tribulação, onde Cristo virá visível, quando irá destruir o
domínio do anticristo e instalar seu reino de mil anos (Ap 19.11:
20.1-6).
É
nessa etapa que entra o termo “epiphanéia” denotando a volta
pessoal e visível ao mundo rodeado de exércitos no monte das
oliveiras (Zc 14.3, 4; Ap 1.6,7).
Aula 11 - O
Arrebatamento - parte 2
III
- QUEM PARTICIPARÁ DO ARREBATAMENTO.
O
texto de (1 Ts 4.13 ss) nos dar um resumo geral dos participantes do
arrebatamento da igreja.
1
- O Próprio Senhor Jesus Cristo.
“Porque
o mesmo Senhor... Descerá do céu” (1 Ts 4.16). Essa expressão (o
mesmo Senhor) dada pelo apóstolo Paulo talvez seja para dar ênfase
ao Senhorio de Cristo conquistado no calvário. Também quer dizer
que o próprio Senhor dará ordem aos vivos e mortos em Cristo.
2
- O Arcanjo
Do
grego (apxayyelo, arkhangelos, principal entre os anjos).
Nas
escrituras ocorre somente duas vezes (1 Ts 4.16; Jd 9). Miguel é o
único arcanjo mencionado na bíblia, e suas atividades são:
Comandante de um exército celestial (Ap 12.7). E príncipe da nação
israelita (Dn 10.13,21; 12.1). Nessa última referência Daniel
indica que o Arcanjo Miguel participará do evento da segunda vinda
de Cristo, mui especialmente da “epiphanéia” quando Cristo,
rodeado de exércitos celestiais, descerá sobre a terra no monte das
oliveiras (Zc 14.3,4; Ap 1.6,7).
Obs.:
Os livros apócrifos mencionam supostos companheiros de Miguel,
subentendendo-se como de iguais classe e funções: Uriel, Raguel,
Zariel e Gabriel. Este último é citado também pelos canônicos,
embora apenas com a designação de “anjo” (Dn 8.16; 9.21; Lc
1.19,26).
3
- Os Mortos em Cristo
A
palavra “mortos” diz respeito aos santos que ressuscitaram com
corpos transformados em corpo espiritual (soma pneumatikon). Já os
corpos dos ímpios permanecerão em suas sepulturas até o juízo
final (Ap 20.12). Do mesmo modo que Deus trouxe Jesus dentre os
mortos, o Senhor fará isso com os que antes de participarem creram
em Jesus e foram salvos (Rm 10.9).
4
- Os Vivos Preparados
Os
corpos mortais dos vivos serão revestidos de imortalidade, porque
nada terreno ou mortal poderá entrar na presença de Deus. Será o
poder do Espírito sobre a matéria, isto é, do incorruptível sobre
o corruptível (1 Co 15.53-54).
5
- Teorias divergentes acerca do arrebatamento
Apresentaremos
aqui algumas teorias existentes, porém destacaremos a que mais se
harmoniza com a bíblia sem contrastes:
6
- Após o arrebatamento da igreja, ocorrerá o tribunal de Cristo,
enquanto na terra se processará o período de 7 anos (chamado de
grande tribulação).
Aula 12 - O
Tribunal de Cristo
O
tribunal de Cristo será a concessão de prêmios (galardão) aos
vencedores deste mundo tenebroso. (2 Co 5.10).
I
- JULGAMENTO ESCATOLÓGICO NA BÍBLIA, ALÉM DO TRIBUNAL DE CRISTO.
TIPOS
DE JULGAMENTO.
1
- Auto-Análise.
1
Co 3.9-16
9
Porque nós somos cooperadores de Deus; vós sois lavouras de Deus e
edifícios de Deus.
10
Segundo a graça de Deus que me foi dada, lancei eu como sábio
construtor, o fundamento, e outro edifica sobre ele; mas veja cada um
como edifica sobre ele.
11
Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que já está
posto, o qual é Jesus Cristo.
12
E, se alguém sobre este fundamento levanta um edifício de ouro,
prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha,
13
a obra de cada um se manifestará; pois aquele dia a demonstrará,
porque será revelada no fogo, e o fogo provará qual seja a obra de
cada um.
14
Se permanecer a obra que alguém sobre ele edificou, esse receberá
galardão.
15
Se a obra de alguém se queimar sofrerá ele prejuízo; mas o tal
será salvo todavia como que pelo fogo.
16
Não sabeis vós que sois santuário de Deus, e que o Espírito de
Deus habita em vós?
2
- Arquitetura Ilustrada.
3
- O sentido claro da palavra tribunal.
Duas
palavras distintas na língua original, (grego).
A
- Criterion.
Tg
2.6 e 1 Co 6.2-4. Esse termo significa “instrumento ou meio para
provar ou julgar qualquer coisa”, ou seja, “ A regra pela qual
alguém julga”, ou “o lugar onde se faz juízo”, o tribunal de
um juiz ou de juízes.
B
- BIMÁ.
2
CO 5.10; Ne 8.4. Significa uma “plataforma ou um banco de assento
onde o juiz julga”. Havia naqueles tempos tribunais militares; e
também, o tribunal (bimá ou assento) da recompensa, especialmente
usados nos jogos gregos de Atenas. Os atletas vencedores eram
julgados perante o juiz da arena e galardoados por suas vitórias.
II
- O TRIBUNAL DE CRISTO E OS SEUS ASPECTOS GERAIS
1
- Propósito
- Manifestar as obras praticadas pelo cristão e coloca-las a prova
de fogo, para que se identifique os materiais mediante os quais
praticamos nossas obras.
2
- O Tempo
-
Se dará por ocasião de um tempo espacial após o arrebatamento da
igreja.
3
- Lugar -
Inevitavelmente nas regiões celestiais.
4
- Os Julgados
- Os santos remidos. Não haverá lugar nesse tribunal para
julgamento condenatório. (2 Co 5.1-10).
5
- Juíz-
Certamente o próprio filho de Deus, que foi exaltado depois da sua
conquista no calvário, pois recebeu do pai toda autoridade e poder
para julgar (Mt 28.18).
III
– GRÁFICO
- Mostrando
as coroas cristãs no novo testamento, como recompensas.
1
Co 9.24-25
- O apóstolo Paulo usa uma linguagem especial dos tempos do primeiro
século da era cristã relativa ao tipo de galardão que os
vencedores das olimpíadas gregas e romanas recebiam como prêmio.
Ainda disse o apóstolo dos gentios... “Todo crente receberá o seu
louvor (elogio) da parte de Deus” (1 Co 4.3).
IV
- DEPOIS DO TRIBUNAL DE CRISTO VIRÁ AS BODAS DO CORDEIRO
Estaremos
abordando um pouco sobre esse assunto.
Texto
base Mt 22.2-14.
2
O reino dos céus é semelhante a um rei que celebrou as bodas de seu
filho.
3
Enviou os seus servos a chamar os convidados para as bodas, e estes
não quiseram vir.
4
Depois enviou outros servos, ordenando: Dizei aos convidados: Eis que
tenho o meu jantar preparado; os meus bois e cevados já estão
mortos, e tudo está pronto; vinde às bodas.
5
Eles, porém, não fazendo caso, foram um para o seu campo, outro
para o seu negócio;
6
e os outros, apoderando-se dos servos, os ultrajaram e mataram.
7
Mas o rei encolerizou-se; e enviando os seus exércitos, destruiu
aqueles homicidas, e incendiou a sua cidade.
8
Então disse aos seus servos: As bodas, na verdade, estão
preparadas, mas os convidados não eram dignos.
9
Ide, pois, pelas encruzilhadas dos caminhos, e a quantos
encontrardes, convidai-os para as bodas.
10
E saíram àqueles servos pelos caminhos, e ajuntaram todos quantos
encontraram, tanto maus como bons; e encheu-se de convivas a sala
nupcial.
11
Mas, quando o rei entrou para ver os convivas, viu ali um homem que
não trajava veste nupcial;
12
e perguntou-lhe: Amigo, como entraste aqui, sem teres veste nupcial?
Ele, porém, emudeceu.
13
Ordenou então o rei aos servos: Amarrai-o de pés e mãos, e
lançai-o nas trevas exteriores; ali haverá choro e ranger de
dentes.
14
Porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos.
V
- PRINCIPAIS ASSUNTOS DA PARÁBOLA DAS BODAS DO CORDEIRO.
A
ceia das bodas do Cordeiro é a expressão máxima da relação entre
Cristo e a igreja. É a figura do casamento, do esposo, e a esposa,
que aparece na bíblia em várias passagens (Jo 3.29; 2 Co 11.2; Ef
5.25-33; Ap 19.7,8; Ap 21.1; 22.7).
Aula 13 - A
Grande Tribulação
I
– DEFINIÇÃO E SENTIDO DA PALAVRA
No
grego “Thilipsis” significa “colocar uma guerra sobre o
espírito das pessoas”. Na tradução vulgata latina, é “Tribulum”
se refere a uma espécie de grade para debulhar o trigo. Ou seja:
Instrumento que o lavrador usa para separar trigo da sua palha. A
ideia aqui, é figurada que é o mesmo que afligir, pressionar.
Sentido
técnico:
Fala da provocação ou sofrimento que o indivíduo enfrenta.
Sentido
não técnico:
Se refere ao período de sete anos que se seguirá após o
arrebatamento da igreja.
Jesus
afirma ser a grande tribulação, a maior aflição desde o princípio
do mundo, e não haverá semelhança, quer dizer, será uma aflição
indescritível, (que não se pode descrever igual Mt 24.24).
II
- A GRANDE TRIBULAÇÃO DENOMINADA NA BÍBLIA.
1
- Dia do Senhor - Sf 1.14.
2
- Dia da Angústia de Jacó
- Jr 30.7. A palavra “angústia” no hebraico é: “Tsará”
significa necessidade e esposa rival. Este termo evoca as contendas
que havia entre Penina e Ana, que levaram está a uma aflição quase
que indescritível (1 Sm 1.15.
3
- Ira do Cordeiro.
Ap 6.15-17.
III
- OBJETIVOS DA GRANDE TRIBULAÇÃO.
1
- Levar os homens a se arrependerem dos seus pecados. (Israel e
gentios) Ap 16.11; Jr 30.7.
2
- Destruir o império do anticristo. Ap 16.10.
3
- Desestabilizar o atual sistema mundial - Dn 2.34-35.
4
- Implantar o reino de nosso Senhor Jesus cristo - Dn 2.24.
IV
- AS SETENTAS SEMANAS DE DANIEL E A GRANDE TRIBULAÇÃO.
Desde
que Nabucodonozor invadiu Judá e levou o povo acorrentado, a cidade
de Jerusalém ficou prostrado em ruínas e o monte santo abandonado.
Até parecia que aquelas promessas que Deus fez a Abraão, Jacó,
Davi, e na verdade toda a nação, haviam sido esquecidas.
Quando
os Judeus olhavam das margens do rio tigre para Jerusalém, choravam.
Como quem diz: Será que um dia voltaremos para a nossa terra natal?
Será que a gloria do Senhor, habitará novamente no templo? No
futuro Deus ainda remirá o seu povo? Compreendemos tudo isso na
revelação feita a Daniel sobre “às setenta semanas” (Dn
9.24-27). Com essa base entendemos que as promessas feitas por Deus
ao seu povo escolhido serão cumpridas e que Deus reinará no trono
de Davi sobre um Israel restaurado.
1
– Esboço da Setenta Semanas
-
No
final de um período das “setenta semanas”,
Israel terá se arrependido totalmente da sua desobediência a Deus.
A nação viverá para sempre em retidão (Dn 9.24).
Setenta
semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa
cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e
para expiar a iniquidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão
e a profecia, e para ungir o Santíssimo. (Dn 9.24)
-
Há
69 “Semanas”
Entre o tempo da ordem para a reconstrução de Jerusalém até o
tempo da revelação do messias, compreendendo um período de 62
“semanas” (v. 5). Esta ordem foi expedida em 444 a.C. por
Artaxerxes.
Sabe
e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a
Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e
sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em
tempos angustiosos. (Dn 9.25)
-
Depois
das 62 “Semanas”
(ou das 69 “semanas totais). O messias seria morto e Jerusalém
seria destruída (v. 26). Esta destruição não terminará até o
fim da septuagésima semana.
E
depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não
para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a
cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até
ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações. (Dn
9.26)
A
Última “Semana” se iniciará quando.
“Um príncipe que que há de vir” faz uma aliança. Então, no
meio da septuagésima “semana” ele romperá esta aliança e trará
desolações (v, 27). Foi esta a desolação tão severa que jesus se
referiu (Mt 24.21).
2
– Contando as Semanas
Cada
“semana” é vista como um período de sete anos. (Lv 25.8; Nm
14.34; Ez 4.6).
Os
anos são contados segundo o calendário lunar adotado pelos judeus,
compostos de 360 dias. Fazendo-se os reajustes necessários de
compatibilizarão das datas com o calendário gregoriano, chegamos a
um período de 476 anos para as 69 “semanas”. Portanto, partindo
do decreto de Artarxexes em 445 - 444 a.C., chegamos a data de 32 -
33 d.C. O tempo do ministério de ensino, pregação e cura de Jesus,
finalizado pela sua entrada triunfal em Jerusalém e sua
crucificação. A septuagésima “semana” começará no fim da era
da igreja, momento chamado de “arrebatamento”.
3
- Sintetizando a contagem
V
- EVENTOS ESCATOLÓGICOS DA GRANDE TRIBULAÇÃO QUE PRECEDEM A
VOLTA TRIUNFAL DE CRISTO
Textos.
Ap 6.2-27; 8; 9.21; 11.15-19; 15.1; 16-17; 19.11-21.3.
VI
- A GRANDE TRIBULAÇÃO CONSIDERADA
Aula 14 - Batalha
do Armagedom e Eventos Finais
Dn
11.4; Ez 38.9; Jl 3.2; Zc 12.2; 14.2; Mt 24.27-30 “Porque eles são
espíritos de demônios, operadores de sinais, e se dirigem aos reis
do mundo inteiro com o fim, de ajuntá-los para a peleja do grande
dia de deus, Todo-Poderoso... Então, os ajuntaram no lugar que em
hebraico se chama Armagedom (Ap 14.14-16).
I
- BIBLICAMENTE “ARMAGEDOM” SIGNIFICA
“grande colheita”, Esdrelom, localizado entre o mar da Galileia e
o monte Carmelo, e, também é conhecido como “o vale da decisão”
(Jl 3.2,9-14).
Obs.:
Este dia é conhecido na bíblia como o julgamento das nações (Jl
3.3; Mt 25.31-40.
1
- 300 Quilômetros de Sangue.
Ajuntando
todos estes versículos mencionados acima, chegamos à conclusão
que: A batalha do Armagedom cobre toda a região. Ela começa nas
planícies de Megido no Norte, descendo através do vale de Josafá,
incluindo a terra, de Edom, no Sul e Leste, e Jerusalém.
Em
Ap 14.19, lemos sobre o Armagedom: Então o anjo meteu a sua foice à
terra, e vindimou as uvas da vinha da terra, e lançou-as no grande
lagar da ira de Deus. E o lagar foi pisado fora da cidade, e saiu
sangue do lagar até os freios dos cavalos, pelo espaço de mil e
seiscentos estádios.
Seiscentos
estádios são equivalentes a 300 quilômetros. Veja o mapa “os
reinos de Israel e Judá” no território do reino de Israel você
descobrirá que da parte do Norte de Israel até a parte Sul se
atingem aproximadamente 300 Quilômetros.
II
- A SEQUÊNCIA DOS EVENTOS FINAIS. Dn 4; Ez 38.9; Jl 3.2; Zc 12.2;
14.2; Mt 24.27-30; Ap 16.14-16.
1
- AÇÃO SATÂNICA.
a
- Satanás tentará exterminar o povo judeu
no final da grande tribulação (Dn 11.40 - Zc 12:3 - Ap 12:6).
b
- Três espíritos de demônios que operarão sinais
levarão as nações do mundo para o Armagedom (Ap 16.14,16).
c
- A Nação do Norte.
Provavelmente a Rússia. A Rússia tentará se tornar uma
superpotência militar novamente, conquistando o Golfo Pérsico. Os
fundamentalistas radicais islâmicos se ajuntarão a eles num esforço
para mudarem os judeus para o mar mediterrâneo.
d
- A Aliança Russo-Àrabe.
Após essa aliança eles se retirarão para a planície de megido.Que
é o armagedom.
e
- A Nação do Sul.
Provavelmente é o Egito, que se juntará com uma força militar
Pan-islâmica em direção a Israel para a terra santa.
Obs.:
As nações Norte e Sul (Rússia - Egito) estarão aliados com as
nações Árabes e os Estados (países) confederados da Europa
procurarão levar o governo mundial do anticristo para Jerusalém
(terra santa).
2
- AÇÃO DIVINA.
O
texto de Zacarias 14.3,4, indica a intervenção divina sobre os
montes das Oliveiras em Israel.
O
texto de Joel 3.2, 12, fala do vale de Josafá identificado com
Cedrom, localizado em Jerusalém e o monte das Oliveiras, o lugar
exato onde Cristo subiu ao céu.
Nesse
mesmo lugar haverá o encontro de Cristo com as nações inimigas de
Israel, onde o Senhor o abaterá, (Jd vv, 14,15).
3
- OBJETIVOS DA AÇÃO DIVINA
a
- Punir os Ímpios Jd vv,14,15.
b
- Socorrer Israel Zc 14.1-4 - Levar a Israel a Conversão Zc
12.7-10.
c
- Derrota do anticristo
d
- Prisão de Satanás
e
- Ressuscitar os que morreram durante a grande tribulação por
não aceitar o sinal da besta.
f
- Lançar o anticristo e o falso profeta no lago de fogo
g
- Implantar o reino milenial.
Aula 15 - O
Milênio
Ez
47.13-23 / Zc 14.9 - O milênio se refere ao reinado de mil anos de
Cristo, Is 2.4; 11.6-10; Mq 4.3,4; Ap 20.1-7 - encontrado em Ap 20.
Muitas passagens do Antigo Testamento também apontam para uma época
durante a qual o rei davídico irá reinar sobre todas as nações do
mundo.
I
- GRÁFICO MOTRANDO O REINO DO MESSIAS.
1
- O QUE É?
Embora
o termo não consta na bíblia, mas a expressão corresponde a “mil
anos”. É uma doutrina essencialmente bíblica e consistentemente
teológica.
2
- QUANDO SERÁ?
Após
o arrebatamento e a grande tribulação.
3
- QUEM ESTARÁ NA TERRA?
Israel
e os gentios que escaparem com vida depois da batalha do Armagedon.
4
- OBJETIVOS?
Exaltar
a cristo e manifestar o reino de Deus.
Mostrar
que o mundo pode ser bem administrado.
Provar
que os reinos deste mundo pertencem a Cristo.
5
- COMO SERÁ?
Efusão
do espírito e conhecimento da palavra.
Tempo
de paz, saúde, segurança e prosperidade.
Recuperação
ecológica da terra.
Israel
estará seguro e de posse do território prometido.
6
– O QUE ACONTECERÁ COM:
O
CRISTIANISMO
- Será a religião universal (Is 45.22-25; Zc 13.2).
JERUSALÉM
-
Será reconhecida como a capital do mundo (1 Sm 7.16; Sl 2.7,8).
A
IGREJA -
Estará com cristo regendo o mundo como sacerdotes de Deus e de
Cristo (Ap 20.6; 2.26,27).
Obs.:
A igreja e os doze apóstolos estarão governando no período do
milênio - Ap 20.4-6: Ap 3.21,22: Lc 22.30. Pois em Ap 20.4-6
aparecem dois grupos de pessoas, embora se trate da igreja universal
de Cristo.
16
- O Julgamento Final
Dn
12.1-3; Mt 25.31-4; At 17.3; Rm 2.16; 2 Tm 4.1; 1 Pe 4.5; Ap 20.4-15.
I
– DEFINIÇÃO
O
julgamento final é a sessão judicial que terá lugar na consumação
de todas as coisas temporais que, conduzido pelo Todo-poderoso,
retribuirá a cada criatura moral o que esta tiver cometido através
do corpo durante a sua vida terrena.
1
- COMO SE DARÁ?
Satanás
é solto “durante pouco tempo” no final do milênio e enganará
as nações e ataca Jerusalém (Ap 20.7-9).
2
- INTERVENÇÃO DIVINA
O
fogo vindo de Deus devora satanás e as nações. Satanás é jogado
no lago de fogo (Ap 20.9-10).
3
- ONDE SERÁ?
Certamente
no espaço, pois em Ap 20.11 nos diz que diante do trono branco o céu
e a terra figiu. Obs.: Isto é um ponto de vista nosso.
4
- QUEM SERÁ JULGADO? Todos
os ímpios (Ap 20.11-15).
5-
OBJETIVOS:
Mostrar
que a justiça de Deus deve ser observada.
Punir
os que rejeitaram a cristo.
Destruir
a personificação do mal.
Obs.:
E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a
segunda morte. E aquele que não foi achado escrito no livro da vida
foi lançado no lago de fogo (Ap 20.11-15).
17
- A Nova Jerusalém
Is
caps. 65-66; 1 Pe 3.13; Ap 21.9-27.
I
– DEFINIÇÃO
Conhecida
como a Jerusalém celeste. Lugar onde Deus preparou para que
estejamos eternamente como ele (Jo 14.1-4).
1
- Sua Localização:
Cubo perfeito numa alusão ao santo dos santos do tabernáculo. 12
mil estádios Ap 21.16: Equivale 2.260 Km2. Isso na medida ou
compreensão terrena, pois na divina será indescritível.
2
- Seu Aspecto:
Também sua beleza é indescritível só temos uma noção em Ap
21.9-15, na visão de João, o apóstolo.
3
- Quem Morará?
Todos os salvos de todas as épocas. Aleluia!