Assim diz o Senhor:

A ti, pois, ó filho do homem, eu te constituí por Atalaia sobre a casa de Israel;
portanto ouve da minha boca a palavra, e da minha parte dá-lhes aviso.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

LITURGIA PENTECOSTAL




O GENUÍNO CULTO PENTECOSTAL





INTRODUÇÃO

O culto é um dos principais elementos litúrgicos da fé evangélica. Mas ao longo do tempo, em virtude da pecaminosidade humana, e da busca pela satisfação própria, esse tem sofrido uma série de deturpações. Hoje, estudaremos a respeito do genuíno culto pentecostal. Inicialmente, definiremos bíblico-teologicamente o que significa cultuar, em seguida, a fim de evitar o antropocentrismo no culto, destacaremos seu caráter teocêntrico, e ao final, apontaremos os aspectos do genuíno culto pentecostal.

1. DEFINIÇÃO DE CULTO

O termo culto, tanto no hebraico quanto no grego, dá a idéia de

serviço, por isso, na língua inglesa, quando alguém vai ao culto, usa o termo “service”. Na língua portuguesa, a idéia de culto, infelizmente, costuma ser associada ao simples fato de freqüentar e assistir a uma celebração religiosa, costumeiramente evangélica. 
Os dicionários definem “culto” como um “conjunto das práticas religiosas usadas para prestar homenagem ao divino; liturgia” No hebraico, as palavras para culto são as seguintes: 1) Sharath que significa, a princípio, “freqüentar” algum lugar enquanto servo ou adorador e ocorre três vezes em Ex. 35.19; 39.1; 39.41; 2) Tsabha pode ser encontrada sete vezes, e é usada em conexão com os serviços executados no tabernáculo, seu sentido primário aponta para o ajuntamento para guerrear, dentre as referências bíblicas, destacamos: Nm. 4.30, 35, 39, 43, 8.24; 3) Yadh que significa literalmente “abrir a mão, indicar direção, ministrar com poder”, se encontra em I Cr. 6.31 e 29.5; 5) abhidhah que significa negócio e trabalho: Ed. 6.18; e 6) polchan, da raiz de adorar, ministrar: Ed: 7.19. 
No Novo Testamento, os termos gregos para cultuar são os seguintes: 1) douleuo, que significa, literalmente, ser escravo, estar atado a um serviço: Gl. 4.8; Ef. 6.7; I Tm. 6.2); 2) latreia, cujo sentido é o de render uma homenagem religiosa, manejar o serviço para Deus, e adorar: Jo. 16.2; Rm. 9.4; 12.1 e serviço espiritual: Hb. 9.1,6; e 3) leitourgia que significa desempenhar funções religiosas na adoração, ministração, dessa palavra vem o termo português liturgia, pode ser encontrada em Fp. 2.17,30. A palavra “culta”, comumente utilizada em português, veio do latim, cujo sentido também é o de “adoração ou homenagem que se presta a uma divindade”. 
Na acepção cristã, o culto é uma disposição humana integral para adorar o Deus Todo-Poderoso, Criador do Céu e da Terra, que se revelou em Jesus Cristo, o Verbo que se fez carne.



2. O CULTO AO SENHOR

O culto cristão deva ser dirigido ao Senhor, somente Ele é digno de toda honra, glória e louvor (Sl. 29.2; 96.9). Em virtude da natureza pecaminosa do ser humano, este tem uma tendência à egolatria, isto é, à adoração de si mesmo. A sociedade moderna escolheu os seus deuses, e a eles presta o seu culto, dentre os quais destacamos: o dinheiro, o corpo e as celebridades. Mamom tem sido amplamente adorado, o próprio Jesus destacou o perigo do culto ao dinheiro, comumente conhecido entre nós por Mercado (Lc. 16.13). A cultura do corpo, como conseqüência do materialismo científico, tem enfatizado unicamente o bem-estar físico, em detrimento do espiritual. Evidentemente, o corpo é templo e morada do Espírito Santo (I Co. 6.19), mas não pode ser objeto de culto, mesmo o conceito de saúde precisa estender-se à dimensão espiritual, pois o exercício físico tem algum proveito, mas a piedade serve muito mais (I Tm. 4.8). Ao invés de adorar a Deus, muitos atualmente elegeram seus ícones para se debruçarem diante deles. O culto às celebridades também é praticado no contexto evangélico, há quem adore mais aos adoradores do que a Deus, aos pregadores da Palavra que o Deus da Palavra. Influenciadas pela modernidade, muitas igrejas valorizam demasiadamente a aparência do culto, ao invés de centrar-se no principal, a adoração a Deus (Sl. 95.6). Em Jo. 4.23 e 24, ao responder à indagação da mulher samaritana sobre o lugar certo de cultuar, Jesus afirma que é Deus quem busca os adorado    res, e que somente estão aptos à adoração os que o fazem em espírito e em verdade, porque Deus é Espírito, por isso, deva ser adorado como tal, em conformidade com a revelação de Cristo, que é a Verdade (Jo. 14.6). Portanto, mais importante do que o lugar, é a disposição espiritual, a reverência, redenção e amor a Deus, Sujeito e Objeto da adoração. Muitos cultos supostamente evangélicos atualmente servem apenas para cumprir um mero ritual, as pessoas se reúnem pelos motivos mais diversos, exceto pelo principal: a adoração ao Pai em espírito e verdade, conforme Jesus ensinou.


3.GENUINAMENTE PENTECOSTAL

A respeito da estrutura do culto, a partir de I Co. 12.40, sabemos que tudo deva acontecer com decência e ordem, para a edificação do Corpo de Cristo (I Co. 14.26), e que esse deve ser racional (Rm. 12.1). Na igreja primitiva, por não disporem de templos, os primeiros crentes se reuniam nas casas (At. 3.1; 4.23,24), onde oravam e adoravam ao Senhor, oferecendo contribuições voluntárias para a obra de Deus (I Co. 16.2; II Co. 9.7; Fp. 4.18). Nesses encontros, havia espaço para a leitura de textos bíblicos (At. 2.42; 17.11) e cânticos de adoração (Ef. 5.18-21).
A liturgia pentecostal se baseia nesses elementos do culto neotestamentário, com algumas adaptações regionais. Os cultos costumam ter oração inicial, hinos da Harpa Cristã, hinos cantados pelos conjuntos e corais da igreja, leitura bíblica oficial do culto, oração que segue logo após a leitura, apresentação dos visitantes, hinos avulsos cantados por irmãos e irmãs da igreja local, durante um dos hinos os dízimos e ofertas são arrecadados, depois vem à pregação evangelísticas e/ou exposição bíblica (doutrina ou instrução). Ao final, caso se trata de um culto evangelístico, faz-se o apelo aos visitantes, e conclui-se com uma oração final.

Embora essa ordem seja comumente observada, o contexto pentecostal sempre foi marcado pelas operações sobrenaturais do Espírito Santo. Ao longo do culto pessoas podem profetizar, falar línguas (contanto que haja quem interprete), orar pela cura das doenças e enfermidades. A condução do culto deva ser submetida à direção do Espírito Santo, que, através da exposição bíblica e da manifestação dos dons, edifica a igreja de Cristo.

A tradição é importante, portanto, a ordem litúrgica do culto pentecostal deva ser observada, afinal, conforme orienta Paulo, tudo deva acontecer com decência e ordem. Não podemos esquecer que o culto genuinamente pentecostal é obra do Espírito Santo, que, por meio da exposição das Escrituras e manifestações sobrenaturais, opera maravilhosamente na igreja para o que for útil. Devemos também destacar que o culto na igreja é apenas uma extensão do culto que tributamos a Deus, a todo instante, em todos os lugares, experimentando a boa, perfeita e agradável vontade de Deus, em cada momento da vida cristã (Rm. 12.1,2), entendemos que o verdadeiro culto começa antes de chegarmos à igreja, começa no momento que nós nos predispomos em irmos a igreja, ainda em casa.





COMO DEVE SER O CULTO?

a.   Sincero;
b.   Solene;
c.   Objetivo;
d.   Organizado;
e.   Progressivo
f.    Alegre.

Quais os componentes de um culto?

O Apostolo Paulo diz: “quando vos ajuntais, cada um tem salmos, doutrinas, revelação, línguas estranhas, interpretação. Faça-se tudo para edificação”.
O culto pentecostal deve seguir os moldes bíblicos. Levando se em conta a tradição pentecostal, Cada culto deve ter os seguintes ingredientes:


a.   Abertura: com oração;
b.   Louvor congregacional Harpa Cristã 243; seguido de dois outros hinos também da harpa Cristã;
c.   Leitura da Palavra “chamada de Leitura Áurea ou Oficial”;
d.   Oração após a leitura da Palavra de Deus;
e.   Apresentação de visitantes;
f.    Louvores através de cantores, conjuntos corais, banda de musica, etc. ressalte se que os louvores devem ser verdadeiros (1 Co 16.42; 2 Cr 5.12-14);
g.   Testemunhos;
h.   Oferta;
i.     Pregação da Palavra de Deus;
j.     Convite as pessoas para aceitarem Cristo como Salvador (este momento deve ser revestido de sabedoria de Deus, para não tornar o apelo um ato de atropelamento) de preferência com musica suave e apropriada;
k.   Oração final, seguida das benções apostólicas que deve ser ministrada pelo Pastor Presidente e ou outra pessoa por ele designado e que sempre recaia a designação em Pastores, Evangelistas ou Presbíteros.
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TIPOS DE CULTO:

Nas Igrejas pentecostais de Deus nós adotamos os seguintes cultos.

Culto Evangelístico;
Culto de Doutrina;
Culto das Senhoras;
Culto de Oração;
Culto de Mocidade;
Culto das Crianças
Culto de treinamento;
Culto de Celebração da Santa Ceia;
Culto de Ação de Graça que seja:
a. Colação de grau;
b. Aniversario de 15 anos;
c. Noivado;
d. celebração de casamento;
e. Bodas de prata ou de ouro;
f. Despedida de obreiro;
g. Lançamento de pedra fundamental;
h. Inauguração de Igrejas
E ainda oculto solene denominado de:
i. Culto Funeral;



PADRONIZAÇÃO DO CULTO:

Em nossos dias não existem mais padronização de cultos. Quando chegamos a uma cidade, nossa preocupação é em sabermos quais os dias que tem culto e que tipo de culto é.

As orações de joelho ao chegar à Igreja estão dando lugar às orações sentadas, em que muitos crentes granfinos apenas depois de sentados abaixam a cabeça e fazem as suas orações relâmpagos.

As saudações de “A Paz do Senhor” têm muitos crentes e até mesmo pastores cerrando os dentes e diante dos incrédulos  produz: ”Um Passió”


PASSAMOS ENTÃO A DEFINIR CADA CULTO:

Culto Evangelístico:

Neste culto é enfatizado que a Evangelização é a mais importante tarefa da Igreja aqui na terra. Geralmente este culto é dedicado aos domingos à noite e todos os crentes devem se esforçar para levar a Igreja pessoas ainda não conversas para que cumpra se nela o que diz a Palavra de Deus, que a fé vem pelo ouvir e o ouvir a Palavra de Deus, e assim, creiam no que a bíblia diz e possam aceitar a Jesus Cristo como Salvador de sua alma. Este culto geralmente é conduzido pelo Pastor da Igreja e ou por alguém por ele autorizado e sempre deve recair em quem tiver notório saber eclesiástico, pois se trata de um culto onde muitas pessoas de formação superior são atraídas para a sua participação, sabemos de antemão que quem está a dirigi o culto é o Espírito Santo, no entanto, quem tiver na condução do mesmo saiba manejar bem a Palavra da verdade para que o Espírito Santo possa operar tanto o seu querer quanto o seu efetuar.
Neste culto devem prevalecer os cânticos espirituais (sacros).
Bom seria se usássemos os hinos adotando o seguinte principio:
·         Prelúdio, cantar um hino inicial antes de dá abertura oficial do culto, que consiste em levar a Igreja e os visitantes para a esfera espiritual, em tom suave de forma que não venha interferir na oração dos irmãos ao chegarem à igreja.
·         Após iniciado o culto com oração seguir cantando o hino padrão da igreja, 243 da Harpa Cristã, que servirá de interlúdio seguido de outros dois hinos também da harpa cristã e após estes dando-se preferência os tocados pela Banda de Musica, Coral etc. E cantores previamente selecionados, que desfrutem de comunhão com o Espírito Santo de Deus e configure dedicação com zelo e profissionalismo. Quanto a pregação não deve haver mais de uma mensagem, e de no Maximo 30 minutos, se ultrapassar que seja na virtude do Espírito, e sempre encerrando a mensagem com o Grande Convite para as almas aceitarem a Cristo como Salvador.
·         Concluído o culto deve se adotar o posludio, ou seja: hino cantado na mesma forma do prelúdio que consiste em levar a Igreja e os visitantes para a esfera espiritual, em tom suave de forma que não venha interferir no ato dos cumprimentos dos irmãos e na saudação no Senhor.

Observação importante: no ato da leitura da Palavra de Deus, instrua aos porteiros para não permitir que entre ou saia qualquer pessoa, pois este ato deve ser reverenciado, momento em que será lido a bendita Palavra de Deus, ao mesmo tempo todos deve está de pé. (Não como religiosidade, mas como reverencia e respeito a Palavra de Deus.)

Culto de Oração:

Neste culto como aprendi era restrito aos crentes, não se admitindo pessoas não conversas. O cuidado na direção dos cultos de oração é um imperativo. É neste culto onde temos a oportunidade de gozarmos da gloriosa presença de Jesus bem como da manifestação dos seus dons. Caso admitir-mos pessoas não conversas, deixamos em muitos casos de recebermos as bênçãos oriundas do trono da graça. Pois somos inibidos pela presença dos não conversos e para não produzirmos escândalos. Seguindo assim, a orientação do Apostolo Paulo. É no culto de oração onde temos a liberdade de falarmos com Deus, expondo de forma clara nossos agradecimentos e fazendo também nossas reivindicações. É neste culto que oramos pela Pátria, Pelo Estado, Pelo Município onde moramos, pelas famílias, pelo bem da cidade, onde apresentamos as autoridades aos cuidados de Deus. É o culto onde com mais freqüência os crentes são batizados no espírito Santo e recebem dons os mais variados na forma neo-testamentários conforme 1 Co 12. Trata-se de um culto solene, pessoal, vez que no culto de oração falamos com Deus a respeito do nosso ser, do nosso estado de comunhão com Ele. 
Quem estiver à frente deste culto deverá ter o espírito de discernimento, para julgar as Profecias, conforme 1 Co 14.29. O apostolo Paulo enfatiza com muita precisão as seguintes assertivas: “Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Façam-se tudo para edificação. E se alguém falar língua estranha faça se por dois, ou quando muito por três, e por sua vez, e haja interprete. Mas, se não houver interprete, esteja calado na Igreja e fale consigo mesmo e com Deus. Esta mesma forma serve para os profetas, um depois dos outros; que todos aprendam, e todos sejam consolados. Porque Deus não é Deus de confusão senão de paz, como em todas as igrejas dos santos.
Devemos ter o cuidado para evitarmos a desordem no culto de oração, sob pretexto de não entristecer alguém. O dirigente do culto de oração tem responsabilidade diante de Deus e da Igreja.

Já existiram momentos que pessoas se intitulavam de profetas para tentarem criar normas na igreja, e esta não é a finalidade das profecias. A profecia é para: “Edificação, exortação e consolação”. Não podemos aceitar que alguém se deixe usar narrando casos já conhecidos do profeta. Como acima narrado, Porque Deus não é Deus de confusão senão de paz, como em todas as igrejas dos santos.

Outro fato que devem ser conhecido das igrejas é a existência de Decibelimetro, aparelho utilizado para medir a capacidade dos sons, e os que ultrapassarem 10 decibéis, poderá ser aplicado as penalidades que vai de multas, confiscação dos aparelhos e até fechamento do estabelecimento que seja: comercio, carros de sons, igrejas etc.

Culto de Doutrina ou de Ensino:

O que é doutrina?

Doutrina, nas Igrejas Evangélicas, é ensinar de forma dogmática, Isto é, ensinamento que é fixado na igreja como norma padrão de conduta para todos os que professam a fé em Cristo Jesus Nosso Senhor.
 A Igreja Evangélica no Brasil tem adotado como doutrinas principais as que dizem respeito:

         SOBRE DEUS;
         SOBRE A BIBLIA;
         SOBRE O NASCIMENTO DE JESUS;
         SOBRE OPECADO;
         SOBRE A SALVAÇÃO;
         SOBRE O BATISMO EM AGUAS;
         SOBRE O BATISMO NO ESPIRITO SANTO;
         SOBRE A SEGUNDA VINDA DE JESUS;
         SOBRE O JUIZO VINDOURO E;
         SOBRE A VIDA ETERNA.
        
Nos cultos de doutrinas como os demais cultos é iniciado às 19.30 horas, com oração, seguido cantando o hino padrão 243 da harpa cristã, após mais dois outros hinos da Harpa Cristã de preferência que corresponda à mensagem. É importante ressaltarmos que nos cultos de doutrinas não há necessidade de atuação dos corais e ou banda de musica. Outro fator importante a ser observado que os cultos de doutrinas devem ser dirigidos sempre pelo Pastor Presidente e ou dirigente de congregação, não deve ser dado para outro ministrar neste culto, por pena de proliferar divergências doutrinarias quanto aos princípios e aos bons costumes.
Ressalte que, o ensinamento deve girar em torno das doutrinas acima citadas e nunca envolver questões pessoais ou política. Nos cultos de doutrina devemos ensinar aos crentes a assumirem uma conduta honesta, fiel, santo e puro em toda maneira de viver.
E a melhor forma de passar tais ensinamentos aos outros é tendo uma vida de ilibada conduta diante de Deus e dos homens. Existe uma regra que nos orienta que todo o doutrinador deve viver aquilo que ele ensina. Importante ainda lembrar que culto de doutrina não é momento de desabafo, atacando e chicoteando sobre pretensa idéia de doutrinador durão. Doutrinar é ensinar como Jesus ensinou. Tal como Ele disse: aprendei de mim que sou manso e humilde de coração. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve. Vamos, pois dedicarmos este culto para a Gloria de Deus.


BATISMO NAS AGUAS

Simboliza o começo da vida espiritual.
Trata-se de uma declaração publica de nossa identificação com Jesus, em sua morte e ressurreição, que tornou possível a nova vida que temos Nele (Rm 6: 1-4), portanto celebrado nos moldes de Mat. 28:19, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santos;

1 Pedro 3:
20 os quais em outro tempo foram rebeldes, quando a longanimidade de Deus esperava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca; na qual poucas (isto é, oito) almas se salvaram pela água,
21 que também, como uma verdadeira figura, agora vos salva, “batismo, não do despojamento da imundícia da carne, mas da indagação de uma boa consciência para com Deus, pela ressurreição de Jesus Cristo;

Romanos 6:
3 Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte?
4 De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.
5 Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança da sua morte, também o seremos na da sua ressurreição;
6 sabendo isto: que o nosso velho homem foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, a fim de que não sirvamos mais ao pecado.
7 Porque aquele que está morto está justificado do pecado.
8 Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos;
9 sabendo que, havendo Cristo ressuscitado dos mortos, já não morre; a morte não mais terá domínio sobre ele.
10 Pois, quanto a ter morrido, de uma vez morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus.
11 Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus, nosso Senhor.
12 Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências;
13 nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniqüidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça.
14 Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça.

Em face do acima narrado, devemos entender que o batismo não é como “Constantino Imperador Romano pensava” que ao ser batizado estava livre do pecado.
O Batismo não tem caráter de nos limpar dos pecados e sim, como testemunho da nossa fé.
O Novo Testamento mostra claramente ser o sangue de Jesus Cristo, e não as águas do batismo, que nos purifica e perdoa. Mediante o sangue somo justificados (Rm. 5.9), nossa consciência é purificada (Hb 9.14) e somos redimidos (1 Pe 1.19).

Referente ao batismo vale conhecer a verdadeira doutrina da Bíblia como se segue:

 Quem ordenou?
– Foi ordenado por Jesus (Mt. 28.19; Mc. 16.16).
– Os discípulos saiam e pregava por toda parte, batizando os conversos em cumprimento à ordem recebida (Mc 16.20;At. 2.41; 8.12; 10.47);
- È uma ordem divina para ser cumprida (Sl.119.4);
A falta de obediência significa a rejeição do conselho de Deus (Lc 7.29,30)
Para cumprir toda Justiça (Mt.3.15).

– Quem pode ser batizado?
- os que se arrependeram (Mt. 2.38);
– os que de bom grado receberam a palavra (At. 2.41; 8.12);
– os que nasceram de novo (Jo 3.3);
– os que crêem em Jesus Cristo de coração  (Mc 16.16; At. 8.12,37; 16.33,34);
– os que já são verdadeiros discípulos (At. 19.1-6).

– Como devem ser batizado?
– os candidatos devem ser imerso nas águas;
– o batismo do Eunuco: Desceram a água, tanto Felipe como o Eunuco, e o batizou (At. 8.38);
 – o batismo de Jesus: “saio logo da água” (Mt. 3.16);
– batizava-se em Enom, porque ali havia muitas águas (Jo 3.23);
 - o batismo deve ser feito “em Nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo” (Mt. 28.19).

– Verdades sobre o batismo.
– ninguém é batizado para ser salvo.
– são batizados os que já são salvos.
– o batismo significa sepultamento.
Á palavra sepultamento sugere morte;
Depois de salvos, mortos para o mundo (Gl. 2.20);
o batismo revela publicamente que mortos para o mundo vivemos agora uma vida nova (2 Co 5.17; Ef. 2.1)

– O significado do Batismo.
– significa que já não vivemos para o mundo (Cl.3.3; Gl.2.20);
– significa que agora vivemos em novidade de vida (Rm.6.5; Cl.2.12);
– significa que estamos confessando nossa fé em Jesus Cristo (Gl.3.27);
– significa que obedecemos a Cristo (Lc.3.21; 1ª Pe.3.21).

6.0- Batismo - o caminho de bênção.
1– o batismo agrada a Deus (Mt.3.16,17);
2– é bom agradar a Deus (Rm.14.18; 2 Co. 5.9);
3– o batismo dar ênfase a santificação (Gl.3.27);
4 - o batismo nos torna membro da Igreja de Cristo, oficialmente (At. 2.41,42,47).

7.0– É candidato ao batismo.
1– quem já está salvo (23 Co. 5.20);
2– que tenha profunda experiência com Cristo (Jo.3.3-5);
3– que esteja ciente da sã doutrina (Cl. 3.16);
4– que dê bom testemunho: no lar, na sociedade, no trabalho e na Igreja de Deus ( 1 Co. 10.32);


Diante do exposto, passamos a narrar os moldes cerimoniais freqüentemente adotados antes e no ato batismal:

Após a conversão, com prova irrefutável da regeneração segue-se para o ato batismal, que é precedido dos esclarecimentos necessários em que o candidato ao batismo se compromete em adotar como regra de sua conduta e fé normativa para sua vida a Bíblia Sagrada, a infalível palavra de Deus. Seguido da Leitura do Estatuto da Igreja, em que também o candidato ao Batismo deverá concordar com o mencionado Estatuto, para após, informado de seu compromisso com Deus através de sua palavra e do Estatuto da Igreja ser submetido ao batismo.

ATO BATISMAL:

A margem do Rio, córrego, lagoa, ou tanque conforme for às condições, o oficiante do Batismo determinará que os candidatos se vistam de vestes apropriadas para o batismo (geralmente é usadas capas brancas), e se pronunciará dando ciência aos presentes do ato, lendo a Palavra de Deus em leitura própria para o ato, seguido de oração. Em ato continuo se cantará hinos próprios para o Batismo, como sugestão oferecemos os  hino 129 e 447 da harpa cristã  e enquanto se canta os hinos o oficiante entrará as águas e em seguida convidará os candidatos a adentrarem também as águas, sendo colocadas as mulheres de um lado e os homens do outro e o oficiante ficará ao centro, então após outra oração começará a questionar de voz alta aos candidatos:

- Meu irmão (â) você está convicto de sua fé?
O candidato pronunciará em voz alta (sim).
-Crê que a Bíblia Sagrada é a infalível Palavra de Deus, e que só através Dela temos conhecimento de Deus e de sua soberana vontade e se compromete a viver para Ele durante toda a sua vida?
O candidato pronunciará em voz alta (sim).
-se compromete diante de Deus e destas testemunhas a observar a genuína Palavra de Deus e os Estatutos da Igreja?
O candidato pronunciará em voz alta (sim).
O oficiante então declara em voz alta: “Diante de suas declarações eu tomo como testemunhas as pessoas presentes, e te Batizo nos moldes como foi ensinado por Jesus: em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” e então se colocará as mãos entrelaçadas sobre o peito (mãos superpostas), a mão esquerda na nuca do batizando e a mão direita por cima das mãos do batizando que  então se submergirá nas águas. Este ato deverá ser oficiado a todos de igual modo. Concluído o batismo ainda dentro das águas oficiará outra oração, abençoando a todos e impetrando as bênçãos apostólicas: “Que a graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Grande amor de Deus Nosso Pai e a doce Comunhão do Espírito Santo sejam com todos vocês, amem”.
Concluído o batismo cada qual seguirá aos seus lares, para a noite estarem no culto onde deverão ser apresentados os novos membros a Igreja.

APRESENTAÇÃO DE NOVOS MEMBROS A IGREJA:

No ato de apresentação o Pastor convidará os novos membros a frente e pedirá aos novos membros que perante a Igreja, declarem que concordam com o Estatuto da Igreja:
pedirá a Igreja que os recebais no Senhor como membro do corpo de Cristo por terem preenchidos os requisitos Bíblicos e por terem concordado com o Estatuto da Igreja.
Logo Após os mesmos serão cumprimentados, de forma afetuosa. Este ato servirá tanto para os membros que foram conquistados, trabalhado e batizado pela Igreja quanto aos que imigraram de outras denominações e ou ordem da mesma fé, que apresentarem Cartas de Mudança ou Transferência.
Está é a forma da entrada do novo membro no corpo de Cristo “a Igreja”, e sua respectiva habilitação para participarem da Santa Ceia do Senhor.


SANTA CEIA DO SENHOR:

A Ceia do Senhor foi instituída por Jesus Cristo por ocasião de sua ultima refeição de Páscoa, na companhia dos discípulos, apenas horas antes de ser crucificado (Mt 26.26-29; Mc 14.22-25; Lc 22.15-20; 1 Co 11.23-26). Para nós, a Ceia do Senhor tomou o lugar da Páscoa do Antigo Testamento, “porque Cristo nossa páscoa, foi crucificado por nós”

Culto de Celebração da Santa Ceia:

 A Ceia do Senhor foi instituída por Jesus Cristo por ocasião de sua ultima refeição de Páscoa, na companhia dos discípulos, apenas horas antes de ser crucificado (Mt 26.26-29; Mc 14.22-25; Lc 22.15-20; 1 Co 11.23-26). Para nós, a Ceia do Senhor tomou o lugar da Páscoa do Antigo Testamento, “porque Cristo nossa páscoa, foi crucificado por nós”

 O significado da Santa Ceia

– comemoração: “fazei isto em memória de mim” (l Co. 11.24);
 - testemunho cristão (1 Co.11.27-32);
 - afirmação da dispensação da graça: “Este cálice é o novo testamento do meu sangue” (l Co.11.25)
 - festa da comunhão dos salvos com seu salvador (At.2.42);
 - profecia da volta de Jesus (l Co.11.26).

 Pão e vinho.

– O significado do pão:
– Cristo moído por nós (Is.53.5)
– Ele nasceu em Belém (que significa casa de pão) é o pão vivo que desceu do céu (Jo.6.51).

– O significado do vinho:
– Seu sangue derramado por muitos (Mc. 14.24);
Sangue que nos justifica (Rm.5.8,9);
Sangue que nos purifica (l Jo 1.7; Ap.1.5; 22.14);
Sangue que nos garante a segurança da salvação (Ex.12.13).

A Ceia do Senhor é:

– Profética (l Co. 11.26);
– Exortativa (l Co.11.28);
– Memorial (l Co. 11.24);
- Edificante (l Co. 5.7).

– O pão simboliza o corpo e Cristo (Mt. 26.26)
        
4.1– como alimento espiritual:
4.2 – A carne de Cristo é símbolo de alimento espiritual necessário para o homem (Jo. 6.53-56);
4.3 - As palavras de Cristo são alimento        vivificante
 (Jo.6.63);
4.4 - A vontade de Deus é alimento (Jo. 4.32-34;
4.5 - Jesus é o pão da vida (Jo. 6.48).



 Como Memorial:

– Faze-nos lembrar da morte de Cristo (1     Co.11.26);
- Faze-nos lembrar que Cristo morreu por nossos pecados (1 Co. 15.3);
– Ajuda-nos a seguir o exemplo de Jesus na morte para o pecado (Rm. 6.10; 1 Pe.2.21);
– Torna-nos dignos de nosso Senhor (1 Co. 11.27-29);
– Nos desperta para o arrebatamento (1 Co.11.26).

6.0 – A Santa Ceia É:

– Um ato comemorativo da morte de Cristo (1Co. 11.24; Mc.14.22-24);
- Um ato de fortificação espiritual (Rm. 3.24-25);
- Um ato de comunhão entre os crentes (1 Co. 10.17; At. 2.42);
– Um ato de esperança (1 Co.11.26; Mt.26.26).


 Quem poderá participar da Santa Ceia do Senhor?

– A Santa Ceia do Senhor, é para os salvos, que esteja em condições de participar da mesa do Senhor (1 Co.10.21,31; 11.27,28);
- Os batizados em água, membros da Igreja;
-Os que deram testemunhos que estão mortos para o mundo e o pecado, no batismo (Gl.2.20);
-Tomam agora o pão e o cálice, publicamente proclamam sua nova vida em Cristo Jesus (2 Co.5.17).
        
 Mensagem revelada pela Santa Ceia;

Mensagem da encarnação de Cristo (Jo.1.14);
Mensagem da redenção do homem (Ef.1.7);
Mensagem da reconciliação com Deus (Cl.1.20;Ef.2.13);
Mensagem do cordeiro substituto (Gn.22.7; Jo.1.29);
Mensagem da edificação cristã (Mc.14.22-24);
Mensagem da exortação à santidade (1 Co.11.28);
Mensagem do arrebatamento da Igreja (1Co.11.26).

Como já exposto, a celebração da Santa Ceia, tem caráter de um memorial que representa a mais sublime festa de comunhão da igreja aqui na terra. Com outro Caráter importante, “Profético” até que Cristo volte. É um ato muito sublime e quem o celebra deve ter o pleno conhecimento bíblico para não se perder entre as diversas linhas que não tem nada a ver com o ato razão pela qual deve ser ministrado pelo Pastor Presidente da Igreja e ou por outro devidamente qualificado e previamente designado pelo Pastor.


liturgia da Santa Ceia:

Como todos os demais cultos devem ter inicio às 19.30 horas com oração, três cânticos espirituais, da harpa Cristã e como sugestão tem: 29; 39; 53; 301; 328; a leitura apropriada, a mais usada é 1 Co 11. 23-26, seguido de oração, explanação da palavra de Deus, levando os crentes a procederem a introspectivas, isto é, fazer o auto-exame de consciência, estendendo a todos a oportunidade de se alguém tiver alguma coisa que perturbe a mente e o coração sejam libertos por uma oração em que todos oram pedindo perdão pelos pecados ainda aqueles que escapam a percepção. Após a oração o oficiante convidará a cercarem a mesa com os elementos a serem consagrados, os diáconos, os presbíteros evangelistas e pastores. Após pedirá que lavem as mãos. Os obreiros após lavarem as mãos não poderão levar a mãos ao bolso, passas as mãos no rosto, tocar no microfone, vez que irá proceder à partilha do pão. O ministrante repetirá a leitura da palavra de Deus em 1 Co. 11. que diz:

24 e, tendo dado graças, o partiu: então o oficiante pegará a vasilha contendo o pão e levantando pedirá que um dos obreiros presentes faça a oração apresentando o pão que a partir daquele momento terá lugar simbólico do corpo de Cristo bem como abençoe a igreja que será alimentada com a esperança do seu retorno (volta de Jesus).

Após a oração, pedirá aos membros que estivem em comunhão com a igreja a se colocarem de pé para assim, melhor identificação e então se determinará que os diáconos distribuam a todos de igual forma o pão, neste momento é oportuno canta um dos hinos alusivo a Ceia, feito a distribuição o restante do pão deverá retornar para o oficiante. Que em ato continuo perguntará se entre os membros em comunhão ficou alguém sem receber o pão, existindo alguém um dos diáconos levará o pão aquele membro. Após toda a igreja terem recebido o oficiante pegará a vasilha com o restante dos pães e de um a um dos obreiros ele distribuirá e por ultimo ele escolhe um dos obreiros para proceder à entrega para o oficiante. Concluído a distribuição o oficiante dirá estas palavras, e tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim. Seguido da frase podemos cear irmãos. Após ingerir o pão terá um momento de adoração, em ato seguido o oficiante lerá a segunda parte alusiva a Santa Ceia:

25 Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o Novo Testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim.

Então o oficiante pegará a vasilha contendo o vinho e levantando pedirá que um dos obreiros presentes faça a oração apresentando o vinho que a partir daquele momento terá lugar simbólico do Sangue de Cristo vertido por nós na cruz. É bom lembrar que o sangue de Cristo é o preço da nossa redenção. Bem como abençoe a igreja que participará deste segundo elemento.
O procedimento na distribuição do vinho difere do Pão, pois neste ato ao passo que se vai distribuindo o vinho os irmãos já podem tomar o vinho, e seguido de alguém que vai recolhendo as taças vazias.
Depois de concluída a distribuição dos elementos o ministro oficiante conclamará a Igreja que se faça uma oração de agradecimento a Deus pelo privilegio alcançado.

Um parecer: não é recomendável que se faça outra coisa neste culto, tal como tirar oferta, falar em dízimos, e ou de ordem doutrinaria. Devemos conservar os bons momentos de comunhão durante a celebração da Santa Ceia.

É importante ressaltarmos que não procedemos com a Santa Ceia como os católicos que acreditam tratarem de um processo de transubstanciação, isto é, Cristo aqui e agora.

Nós crentes em Jesus, temos a sabedoria de Deus de entendermos que o ato a pesar de sublime é ao mesmo tempo simbólico. O que nós distribuímos na Santa Ceia do Senhor é Pão, produto do trigo e vinho extraído da Uva. Vez que o corpo de Cristo aqui na terra não é o pão que distribuímos e sim a Igreja.

Devemos ter muito cuidado para não transformarmos este ato tão sublime em idolatria. Sabe-se por noticias que existem Pastores que após a Ceia, a sobra dos elementos usa de enterrar. Isso prova vergonhosamente que ainda não entenderam que o que é sagrado é o que foi usado no momento solene. Passou aquele momento o pão é pão e o vinho é vinho.

Culto de Sociedade das Senhoras:

Este Culto como os demais se revesti de uma sublime notoriedade, vez que envolve o papel da mulher nas questões eclesiástica.
Uma Igreja sem o Departamento de Sociedade das Senhoras, sem o Circulo de Oração. Pode-se dizer que se trata de uma igreja falida. O Departamento de Sociedade de Senhora nas Igrejas evangélica tem sido a forma mais primitiva contra a discriminação da mulher. Os evangélicos têm noticias das atividades das mulheres no ministério de Jesus e também no ministério apostólico, a exemplo “Dorca”. No Antigo Testamento também se fez presente mulheres que se destacaram tal como: Débora, Ester etc. Quando ouvimos falar que as mulheres conseguiram seu reconhecimento constitucional e hoje desempenham os mais variados e altos cargos na hierarquia moderna, nós evangélicos podemos com muita ênfase subirmos ao pódio de termos saído à frente em favor das mulheres. Creio que no nosso ministério tenha saído também na frente na elaboração do Estatuto de uma Igreja, e ter colocado o ministério diaconal para as mulheres. Como os demais cultos, este, apesar de ser dirigido por mulher não podemos aceitar que os machões fiquem em casa e desprezem este culto com a pretensa prerrogativa que se trata de culto das mulheres. Quando o Pastor da igreja, evangelista, presbítero, diácono, ou seja, a presença masculina no culto como forma de apoio, as mulheres se sentem mais segura e tranqüila. A ausência pastoral nos cultos de sociedade das senhoras cria uma desmotivação e conseqüentemente empolga as falácias hipócritas dos desprovidos e despreparados obreiros de causa própria em detrimento de um departamento que tem amparo em toda a Bíblia Sagrada. Quanto ao ritual, deve se observar as mesmas regras dos demais cultos. É meu dever chamar a atenção dos obreiros para está presente nos cultos de sociedade das senhoras:
a)   Por suas fragilidades emocionais;
b)   Pelo dever que temos como adoradores;
c)   Para evitarmos como já frisado, as falácias dos hipócritas;
d)   E para empolgarmos no sublime ministério da disseminação da palavra de Deus, do louvor e dá adoração.

Culto de Mocidade:

Porque um culto de Jovens?

Este questionamento é oportuno e temos a resposta, os jovens são os futuros Pastores, pregadores, missionários cantores em fim, terão a responsabilidade de no futuro darem prosseguimentos a obra de Deus, alem do mais é o modo de se interagirem e se empolgares a participarem dos diversos departamentos da igreja.
Outro fator importante é a capacidade de absorverem com facilidade os ensinos e a de transmitirem aos demais jovens a mensagem de Cristo. 

Quanto a liturgia não foge em nada dos demais cultos. À hora do inicio deverá ser a mesma isto é, às 19.30 horas e duração até as 21.00 horas, quando a forma terá seus modos nos termos jovens. No entanto precisa de um acompanhamento pastoral para não exceder no ritmo, no som elevado, e não transportarem para dentro da igreja musica hibrida, mesclada de letra sacra e musica profana.
Sabemos que os cânticos são de extrema importância no contexto do culto, visto que, quando entoados como louvor verdadeiro, movem o coração de Deus, fazendo com que sua gloria se manifeste no meio do povo (2 Cr 5.12-14).
O Pastor deve ensinar os músicos sobre a sublimidade do louvor, sua importância e os cuidados que a Bíblia preceitua, vez que o verdadeiro louvor abre caminho para a penetração da mensagem, traz inspiração para profecias, afasta o inimigo, liberta o oprimido e faz a gloria de Deus descer no local da verdadeira adoração.
Diante do exposto, temos na juventude a participação importantíssima. Tenha no teu ministério a participação jovem e terá o crescimento da igreja. Desprezar este ministério é o mesmo que desprezar a arte do crescimento eclesiástico.
 
Culto das Crianças:

O Culto das crianças não pode ser visto com a mesma visão litúrgica dos adultos, porem com maneiras próprias visando à educação e a formação da personalidade.

O ensino como deveres das igrejas, tem que ser iniciado ao pé da mesa, isso se traduz no mais robusto e cristalino ensino para uma geração bem sucedida, veja o que nos ensina o manual dos cristãos, à bíblia Sagrada: 

Tu as inculcarás á teus filhos e delas falaras assentada a tua casa, andando pelo caminho, deitando-te e levantando-te” (Dt. 6:7).

O mais ilustre dos sábios referindo-se aos deveres dos pais quanto ao ensino dos filhos arremata dizendo:

“Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele” (Pv. 2:26).

No mesmo principio o Profeta Isaias, inspirado por Deus ressalta a instrução no temor do Senhor dizendo:
Os vivos, os vivos estes te louvarão como eu hoje faço; o pai aos filhos fará notória a sua felicidade (Is 38:19).

Esta felicidade consiste quando atendemos aos apelos instruídos pela Bíblia sagrada, fonte infalível dos mais altos valores éticos e morais. Vez que nos leva a um sentimento fraterno onde o ser humano é visto não como estranho e sim como irmãos e originários de uma mesma fonte, “Deus”.

Fora da dimensão espiritual, onde Deus é governo e Senhor não existe amor, compreensão, perdão, renuncia e respeito. Pois a única fonte do verdadeiro amor é Deus.

Ai vem à recomendação do sábio Salomão:

 “Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele” (Pv. 2:26).

O filho que adquire a personalidade no temor do Senhor quando ainda criança, adquire a maior herança que um pai pode deixar. Pois é a única herança que dará como lucro cem vezes nesta terra e por fim a vida eterna (Mt 19:29).

A criança até os sete anos de idade estão na fase da formação do caráter. Caso se consiga imprimir na mente de uma criança a palavra de Deus, teremos então no futuro um homem temente a Deus e guardião da sua Palavra. Aí questionamos: existe justificativa maior para a existência do culto das crianças? Se atentarmos para a Escola Bíblica Dominical, somos informados que a mesma foi criada com o fito de alcançar as crianças e transmitir-lhes um conceito de Deus que é o maior valor moral que podemos conquistar. O que difere dos demais cultos é a forma pedagógica, vez que precisamos de pessoas altamente capacitadas para conduzir as crianças de forma que as mensagens infantis os empolguem a ficarem atentos e ao mesmo tempo a questionarem e serem participativos.
Hoje com os recursos audiovisual que temos a disposição (dependendo da capacidade financeira da igreja) podemos encomendar as mais diversas historias infantis para o professor, disponível na CPAD, que por sua vez dispõe de todo o material pedagógico necessário para um bom culto infantil.


Culto de treinamento .

Nestes cultos que aprendemos a dizer que Jesus é bom.; a dominar o microfone e ao mesmo tempo perder o medo de me apresentar diante do publico. Continuamos precisando deste culto. Alem de ensinar arte de falar em publico, não foge o principio da adoração, pois Jesus tem nos falado pela sua palavra que, onde tiver dois ou três reunidos no seu nome, ai estará no meio deles. No culto de treinamento se descobre os talentos de quem canta e quem será os pregadores. Quando ao ritual não foge o modelo padrão.

INAUGURAÇÃO DE IGREJAS:

Este culto como os demais cultos deve ser iniciado com oração.
Em ato seguido o Pastor Presidente do campo fará um breve pronunciamento fazendo alusão ao ato e em seguida se cantará o Hino Nacional Brasileiro, enquanto se cantam o hino, as Bandeiras que estão previamente preparadas para serem hasteadas serão ao passo que se cantam, lentamente serão hasteadas. Após o hasteamento das bandeiras, e concluído o hino nacional o Pastor presidente convidará uma das autoridades presentes que seja (Juiz, Promotor, Prefeito, Deputado, senador, governador) e seus auxiliares direto tais como: Pastor adjunto, evangelista e os presbíteros presentes para o segundo ato “o desatar da fita lacre da porta principal”.

Rompido o Lacre poderá ser dada uma salva de palmas, e todos entrarão ao templo. Já dento do templo o Pastor Presidente convidará os Pastores e demais auxiliares diretos para o púlpito. As demais autoridades convidadas se colocarão assentos em um local de honra, nunca no púlpito, vez que o púlpito é local ungido e só poderá ser utilizados por homens ungidos. Em ato seguido o Pastor Presidente dirigindo-se a nave da igreja dirá: Graças à prosperidade com que o Senhor nos abençoou e tendo concluído a construção deste templo de adoração sua bendita graça e seu eterno poder, estamos hoje reunidos perante sua santa presença para inaugurar e dedicar este santuário a fim de usá-lo para gloria do nome de Jesus.
Neste templo será elevado ao Todo Poderoso o incentivo ao louvor, e serão observadas as ordenanças sagradas da casa de Deus. Aqui brilhará a gloria de Deus, para guiar os peregrinos na noite da vida. Até que alcance a luz eterna da pátria celeste. Os crentes encontrarão aqui um porto seguro onde poderão descansar quando estiverem sob os açoites dos grandes vendavais.

Ministrante: Dedicamos este templo aquele de quem procede toda boa dádiva e todo dom perfeito, Deus nosso Pai, para honra de Jesus Cristo, seu filho, nosso Senhor e Salvador e para louvor do Espírito Santo, o Conselheiro, fonte de luz e vida.

Igreja: “Dedicamos este templo a Deus Pai, Deus Filho, e Deus Espírito Santo.

Ministro: Dedicamos este templo a pregação do evangelho, para que os pecadores se arrependem e para que os crentes sejam edificados no conhecimento espiritual da verdade e em todas as esferas da vida.

Igreja: “Dedicamos este templo a pregação do evangelho”.

Ministro: “Dedicamos este templo para adoração de Deus com cânticos e orações, para o ministério da Palavra de Deus e para o santo cumprimento das ordenanças.

Igreja: Dedicamos este templo pra gloria de Deus.

Ministro: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, e tomando todos vocês presentes como testemunhas, declaro este templo separado de todo uso ímpio e profano e consagrada a adoração no serviço do Reino de Deus todo poderoso, aquém seja a honra e gloria e a majestade, o domínio e o poder pelos séculos dos séculos amem. 

5. Palavras de como começou.
6. Testemunho que lembre o inicio.
Texto Bíblico sugeridos:

Salmo 132.
8 Levanta-te, SENHOR, no teu repouso, tu e a arca da tua força.
9 Vistam-se os teus sacerdotes de justiça, e alegrem-se os teus santos.
10 Por amor de Davi, teu servo, não faças virar o rosto do teu ungido.

Salmo 100
1 Celebrai com júbilo ao SENHOR, todos os moradores da terra.
2 Servi ao SENHOR com alegria e apresentai-vos a ele com canto.
3 Sabei que o SENHOR é Deus; foi ele, e não nós, que nos fez povo seu e ovelhas do seu pasto.
4 Entrai pelas portas dele com louvor e em seus átrios, com hinos; louvai-o e bendizei o seu nome.
5 Porque o SENHOR é bom, e eterna, a sua misericórdia; e a sua verdade estende-se de geração a geração.

Salmo 122.
 1 Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do SENHOR!
2 Os nossos pés estão dentro das tuas portas, ó Jerusalém.
3 Jerusalém está edificada como uma cidade bem sólida,
4 aonde sobem as tribos, as tribos do SENHOR, como testemunho de Israel, para darem 90graças ao nome do SENHOR,
5 pois ali estão os tronos do juízo, os tronos da casa de Davi.
6 Orai pela paz de Jerusalém! Prosperarão aqueles que te amam.
7 Haja paz dentro de teus muros e prosperidade dentro dos teus palácios.
8 Por causa dos meus irmãos e amigos, direi: haja paz em ti!
9 Por causa da Casa do SENHOR, nosso Deus, buscarei o teu bem.

2Cr5.13,14.
13 e quando eles uniformemente tocavam as trombetas e cantavam para fazerem ouvir uma só voz, bendizendo e louvando ao SENHOR, e quando levantavam eles a voz com trombetas, e címbalos, e outros instrumentos músicos, para bendizerem ao SENHOR, porque era bom, porque a sua benignidade durava para sempre, então, a casa se encheu de uma nuvem, a saber, a Casa do SENHOR;
14 e não podiam os sacerdotes ter-se em pé, para ministrar, por causa da nuvem, porque ia glória do SENHOR encheu a Casa de Deus.


Cultos de Ação de Graças:

Inúmeras são as razões de um culto de ação de graça. Nós encontramos sustentação na Bíblia Sagrada vez que a mesma diz:

Salmo 100:
1 Celebrai com júbilo ao SENHOR, todos os moradores da terra.
2 Servi ao SENHOR com alegria e apresentai-vos a ele com canto.
3 Sabei que o SENHOR é Deus; foi ele, e não nós, que nos fez povo seu e ovelhas do seu pasto.
4 Entrai pelas portas dele com louvor e em seus átrios, com hinos; louvai-o e bendizei o seu nome.
5 Porque o SENHOR é bom, e eterna, a sua misericórdia; e a sua verdade estende-se de geração a geração
100.2 APRESENTAI-VOS A ELE COM CANTO. O cântico individual e congregacional devem ser dirigidos antes de tudo ao SENHOR (v. 1), executado com alegria e plena consciência da sua presença. Nos cânticos, relembramos que Deus nos criou e redimiu e que agora somos o seu povo e que Ele é o nosso Pastor (v. 3). Cantamos o seu amor, fidelidade e verdade, que durarão para sempre (v. 5; ver Ef 5.19 nota).
19 falando entre vós com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração,
20 dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo. O oficiante de um culto de ação de graça precisa conhecer e ter certas habilidades, em razão dos diferentes momentos, locais, motivos etc. recomendamos que cada líder se cercasse de acervo que o habilites aos vários tipos de culto de ação de graças tais como:

a.   Colação de grau:
b.   Aniversario de 15 anos;
c.   Bodas de prata ou de ouro:
d.   Lançamento de pedra fundamental de Igreja;

Cultos solenes:

Noivado;
Celebração de casamento:
Despedida de obreiro:

        
CULTO FUNEBRE

INSTRUÇÃO AO MINISTRO.

Cuidados preliminares:

Ao receber a noticia da morte de um membro ou congregado da Igreja, o Pastor deverá ir imediatamente ao lar do falecido para se colocar a disposição e consolo espiritual aos familiares.

Que por sua vez averiguará de forma discreta aos planos da família para o sepultamento e prestará sua ajuda em tudo o que estiver ao seu alcance.
Tal como:
- transporte do corpo do IML (Instituto Medico Legal) ao lar;
- acompanhamento dos familiares na escolha da funerária e aquisição de urnas;
- avisar parentes sob o falecimento do membro;
- junto ao Cartório providenciar Certidão de Óbito;
- junto a Prefeitura, solicitar Guia de Sepultamento;
- junto ao Cemitério providenciar junto ao coveiro o tipo e forma do sepultamento conforme o poder aquisitivo dos familiares;
- providenciar assentos para os visitantes;
- junto à família, colocar pessoas idôneas e capazes para cuidar da casa, pois os familiares neste momento nem sempre tem o cuidado dos pertences no lar e em muitos casos se sabe que pessoas inescrupulosas usam de aproveitar este momento de tristeza para subtrair (roubar) a família enlutada.

CERIMONIAL:

É recomendável que se use um fundo musical apropriado, pois a musica aplaca a tristeza dando assim um consolo mensurável e terno.

Oração:
Ao ser dado ordem pelos familiares que se proceda a cerimônia, o ministro, reconhecendo a soberania de Deus, pedirá que Ele abençoe o culto que está sendo celebrado, e de igual forma console os familiares do irmão(ã) ____________ citar no nome do falecido(a).
  
Leitura de uma passagem bíblica de adoração.
Damos a seguir sugestões para as mais apropriadas:

SALMO 90
1 SENHOR, tu tens sido o nosso refúgio, de geração em geração.
2 Antes que os montes nascessem, ou que tu formasses a terra e o mundo, sim, de eternidade a eternidade, tu és Deus.
3 Tu reduzes o homem à destruição; e dizes: Volvei, filhos dos homens.
4 Porque mil anos são aos teus olhos como o dia de ontem que passou, e como a vigília da noite.
5 Tu os levas como corrente de água; são como um sono; são como a erva que cresce de madrugada;
6 de madrugada, cresce e floresce; à tarde, corta-se e seca.
7 Pois somos consumidos pela tua ira e pelo teu furor somos angustiados.
8 Diante de ti puseste as nossas iniqüidades; os nossos pecados ocultos, à luz do teu rosto.
9 Pois todos os nossos dias vão passando na tua indignação; acabam-se os nossos anos como um conto ligeiro.
10 A duração da nossa vida é de setenta anos, e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta anos, o melhor deles é canseira e enfado, pois passa rapidamente, e nós voamos.
11 Quem conhece o poder da tua ira? E a tua cólera, segundo o temor que te é devido?
12 Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos coração sábio.
13 Volta-te para nós, SENHOR; até quando? E aplaca-te para com os teus servos.
14 Sacia-nos de madrugada com a tua benignidade, para que nos regozijemos e nos alegremos todos os nossos dias.
15 Alegra-nos pelos dias em que nos afligiste, e pelos anos em que vimos o mal.
16 Apareça da tua obra aos teus servos, e a tua glória, sobre seus filhos.
17 E seja sobre nós a graça do Senhor, nosso Deus; e confirma sobre nós a obra das nossas mãos; sim, confirma a obra das nossas mãos.

(II Tm 4.7,8)

7 Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.
8 Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda.

(2 Co 5.1-8)

1 Porque sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna, nos céus.
2 E, por isso, também gememos, desejando ser revestidos da nossa habitação, que é do céu;
3 se, todavia, estando vestidos, não formos achados nus.
4 Porque também nós, os que estamos neste tabernáculo, gememos carregados, não porque queremos ser despidos, mas revestidos, para que o mortal seja absorvido pela vida.
5 Ora, quem para isso mesmo nos preparou foi Deus, o qual nos deu também o penhor do Espírito.
6 Pelo que estamos sempre de bom ânimo, sabendo que, enquanto estamos no corpo, vivemos ausentes do Senhor
7 (Porque andamos por fé e não por vista.).
8 Mas temos confiança e desejamos, antes, deixar este corpo, para habitar com o Senhor.
  
(Jo 11.25,26)
 25 Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá;
26 e todo aquele que vive e crê em mim nunca morrerá. Crês tu isso?
O 14.1,2
1 Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim.
2 Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito, pois vou preparar-vos lugar.

Estes foram alguns de muitos outros textos apropriados para se lê em um culto fúnebre.

HINOS APROPRIADOS PARA CULTO FUNEBRE:

Harpa cristã:
2; 4; 26; 36; 37; 187; 202; 214, 271; 332; 371.

NO CEMITERIO:

Entrega do corpo a terra.

Estando o féretro colocado sobre a abertura do sepulcro, o ministro espargirá sobre ele um punhado de pétala de rosas, enquanto diz:

“por ter sido da vontade de Deus Todo poderoso, em sua infinita providencia, separar deste mundo a alma de nosso (a) falecido (a) irmão (irmã), _______________________ (citar o nome) nós entregamos o seu corpo a terra. Terra a terra. cinza a cinza, pó ao pó. Mas nós esperamos a ressurreição universal do ultimo dia, quando a Igreja de Cristo será arrebatada, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro, na segunda vinda do Senhor, cheio de poder e majestade. A terra e o mar entregarão seus mortos, e os corpos corruptíveis dos que dormiram neles serão transformados e tornados semelhantes ao glorioso corpo de Cristo conforme a poderosa obra pela qual ele pode sujeitar a si todas as coisas”.

Benção pastoral

“Bem aventurado os mortos que morrem no Senhor de agora em diante. Diz o Espírito: “sim, eles descansarão das suas fadigas”.

A graça do Senhor Jesus Cristo, o grande amor de Deus e a comunhão e consolação do Espírito Santo sejam com todos vocês. Amem.

Biografia.

LINDOMAR MARTINS REIS, é natural de Pium –TO, casado, pai de dois filhos, Membro da Convenção dos Ministros Evangélicos das Assembléias de Deus de Brasília e Goiás (COMADEBG) com o Cargo Ministerial de EVANGELISTA,

Autor das Obras:

ȹ Que Líder Sou Eu? (Apostilha);
ȹ O Valor da Unção com Óleo (Apostilha);
ȹ Jovem Rebelde na Mira da Bíblia (Apostilha);
ȹ Conhecendo a Historia da Igreja e Refutando o Catolicismo Romano; (Livro em fase de lançamento)
ȹ Transparência e Responsabilidade Eclesiástica (Livro em fase de lançamento);
ȹ O Epílogo de Jotão. (livreto)


LINDOMAR MARTINS
Evangelista
   Fone: (94) 9211 5757

SÃO DOMINGOS DO ARAGUAIA/PA

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